O uso compulsivo das redes sociais é um vício

Comportamento se assemelha ao de pessoas que abusam de drogas ilícitas


Por Michele Roza / Fotos: iStock

O vício é toda ação repetitiva que provoca um dano. Por exemplo, o uso de drogas lícitas e ilícitas ou, ainda, a compulsão por jogos e comida. Atualmente, em um cenário onde mais de 4 bilhões de pessoas usam a internet ao redor do mundo, o uso compulsivo de redes sociais também é um vício.

Elas apresentam muitos benefícios como aproximar pessoas que estão afastadas geograficamente, para fins pessoais e profissionais. Além disso, são um espaço de discussão e divulgação de ideias e informações que, por sua vez, se propagam em uma velocidade surpreendente.

Contudo, todas essas facilidades podem apresentar também um lado prejudicial. Sobretudo, se o acesso diário passar a ser também quase que ininterrupto e tornar o usuário em um indivíduo compulsivo. Assim como aconteceu à operadora de telemarketing Fabiana Santana Souza, de 34 anos.

Há 7 meses, ela passava o dia todo, a noite toda e ainda entrava a madrugada conectada. “Eu não conseguia ficar sem WhatsApp ou sem Facebook. Não podia ficar sem ouvir o barulho da mensagem chegando no celular. Eu não tinha controle daquele vício terrível. Queria me libertar, mas não conseguia sozinha. A vontade de ficar conectada era mais forte do que eu”, conta.

Característica comum ao do dependente químico

As pessoas consideradas “viciadas” em Facebook e outras redes sociais podem ser equiparadas a dependentes químicos de drogas como cocaína e heroína. Foi o que apontou um estudo realizado recentemente por cientistas norte-americanos, conduzida pela Universidade Estadual de Michigan.

Os participantes responderam a uma pesquisa destinada a medir a dependência psicológica ao Facebook. Ademais, avaliou também o papel das emoções na capacidade de tomar decisões arriscadas, uma característica comum do comportamento de dependentes de drogas.

Os usuários classificados como os mais assíduos online foram os que obtiveram os piores resultados no teste. Uma tendência de comportamento do viciado em substância química é o afastamento de familiares e a falta de comprometimento profissional. Semelhantemente, Fabiana também deixou de lado a relação familiar e não se importava em correr riscos no trabalho.

“Eu ficava horas a fio nas redes sociais e já não dava mais atenção para ninguém. Nem para a minha mãe e nem para o meu filho. Aliás, eu trocava o meu filho pela internet. No trabalho era proibido o uso de redes sociais. Mas, mesmo eu sabendo disso, levava o celular para o banheiro e ficava navegando escondido. Era uma compulsão”, confessa Fabiana.

Você sabe como se libertar do vício?

Contudo, há 7 meses, Fabiana contou com uma ajuda muito especial e conseguiu se libertar do vício. “Deus me libertou deste espírito maligno. Hoje, uso a internet normalmente para o que é necessário no dia a dia. Não fico mais acordada nas madrugadas. Toda noite, por volta das 23h eu faço as minhas orações e deito para dormir”, diz.

Um viciado geralmente sabe o que está enfrentando, conhece bem os riscos, mas não consegue se libertar sozinho. Se você quer vencer qualquer tipo de vício ou quer ajudar quem está enfrentando esse mal, assista ao vídeo abaixo e entenda melhor como fazer:

Tratamento para a Cura dos Vícios

O Tratamento para a Cura dos Vícios vem mostrando resultado na vida de milhares de pessoas, no Brasil e no mundo, sem internações, sem medicamentos e sem custos.

Em São Paulo, as palestras acontecem todos os domingos, às 15h e 18h, na Avenida João Dias, 1.800, em Santo Amaro, zona sul de São Paulo. Ou, procure uma Universal mais próxima de você e se informe sobre outros locais do tratamento.

Para mais informações, você pode acessar agora mesmo o site www.viciotemcura.com e entrar em contato diretamente com a equipe do Tratamento, além de assistir aos depoimentos de quem já se libertou do vício.

 

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