Parte 1 – 16 lições sobre o Estudo do Apocalipse

Meditação chegou ao fim no dia 5 de agosto último. Foram 93 semanas de reflexão nos 22 capítulos do último livro da Bíblia. Relembre

Por Flavia Francellino / Fotos: iStock, Thinkstock

O último livro da Bíblia tende a mexer não só com o imaginário, mas com as reações e reflexões das pessoas, independentemente do que dizem acreditar. O assunto, que narra os últimos tempos, pôde ser acompanhado por telespectadores na trama Apocalipse, da Record TV, que esteve no ar entre 21 de novembro de 2017 e 25 de junho de 2018, com 155 capítulos.

No entanto, milhares de pessoas buscaram examinar o assunto meses antes, a fim de se prepararem espiritualmente para não viverem os terríveis dias que sucederão.

Desde o domingo de 9 outubro de 2016, semanalmente, uma multidão de mais de 6 mil pessoas compareceu, às 18 horas, para que, à luz da Palavra de Deus, pudesse ter o entendimento espiritual ampliado por meio do Estudo do Apocalipse.

Os primeiros encontros foram conduzidos pelo Bispo Edir Macedo, seguido do Bispo Renato Cardoso e, desde dezembro de 2017, assumido pelo Bispo Francisco Decothé. Ao todo, foram 93 semanas ininterruptas estudando versículo por versículo dos 22 capítulos do livro. O encerramento se deu no dia 05 de agosto último.

Para o leitor do Universal.org, separamos 16 curiosidades, detalhes e lições aprendidas ao longo de todo o estudo, e dividimos o conteúdo em duas partes.

Um jeito de recapitular os ensinamentos e se atentar para o que está por vir. Quem desejar saber mais, basta acessar a plataforma Univer para conferir os episódios.

Abaixo, você confere as primeiras 8 lições. Confira:

    1. O livro é uma revelação para os da fé

Do original “revelação”, o livro traz à luz as coisas que brevemente devem acontecer. Os encontros deixaram claro que o foco do livro é alertar os que estão dentro da igreja, e não os de fora. O intuito – como colocado no estudo – é preparar os servos de Deus para o que está por vir, a fim de que sejam poupados. Em um dos encontros, o Bispo Renato Cardoso ressaltou que o Apocalipse “é um livro para os cristãos maduros e para os que querem ser.”

    1. O perfil de cada cristão

Como explicado, as sete igrejas descritas em Apocalipse 2 e 3 (Éfeso, Esmirna, Pérgamo, Tiatira, Sárdis, Filadélfia e Laodiceia) são como um espelho que reflete o perfil de cada cristão. A elas, foram direcionadas cartas com uma advertência pessoal do Senhor Jesus. Vale ressaltar que elas também ressaltavam acertos e qualidades das igrejas. Em suma, as mensagens convidam o cristão se autoanalisar.

    1. Selos, trombetas e taças

Ao todo, sete selos, sete trombetas e sete taças são relatados a partir do sexto capítulo, cada qual com um acontecimento que atormentará a humanidade. Dentre os selos, no entanto, o primeiro chama atenção. A narrativa destaca um cavaleiro montado em seu cavalo branco com um arco na mão. A cor, que representa paz, é estrategicamente usada por ele para promover seu apelo mais sedutor: o engano. Trata-se da figura do Anticristo.

Durante o encontro, foi explicado que a ausência de flechas no arco denota seu trunfo: conquistar adeptos sem mover um dedo, apenas por meio de ideias e crenças fascinantes. Ele conseguirá um reinado de “paz” e fará proezas até então nunca vistas pela humanidade.

Essa “falsa paz” durará durante os primeiros três anos e meio após o arrebatamento. Posterior ao período, se dará a abertura dos demais selos,  o toque das sete trombetas e o derramamento das sete taças. O caos se instala.

    1. Quatro épocas

Quatro épocas marcam a humanidade: a primeira, conhecida por ser um período “sem lei”; a segunda, marcada pelas leis ditas a Moisés no Monte Sinai e a terceira, que teve começo com a primeira vinda de Jesus. A quarta, no entanto, ainda acontecerá, e será marcada pelo período após o arrebatamento (tudo acontecerá na velocidade de um relâmpago, num abrir e fechar de olhos, como diz 1 Coríntios 15.52), evento que anunciará os últimos sete anos tão falados.

    1. As duas testemunhas

Dentre as interpretações, acredita-se que as duas testemunhas descritas em Apocalipse 11.3, que pregarão vestidas de pano de saco durante os  mil duzentos e sessenta dias (os primeiros 3 anos e meio pós-arrebatamento) sejam Moisés e Elias. Curiosamente, tratam-se de dois profetas que tiveram experiência peculiar com a morte. “O corpo de Moisés foi secretamente sepultado pelo próprio Deus e Elias não morreu (foi arrebatado). Estaria o Senhor separando-os para um retorno no final dos tempos?”, questionou o estudo.

    1. Deus não entra na batalha

Em nenhum momento vemos Deus se levantar de Seu Trono para confrontar Satanás e seus demônios, algo que se evidencia em Apocalipse 12.7-9. “E houve batalha no céu; Miguel e os seus anjos batalhavam contra o dragão, e batalhavam o dragão e os seus anjos; Mas não prevaleceram, nem mais o seu lugar se achou nos céus. E foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, chamada o Diabo, e Satanás, que engana todo o mundo; ele foi precipitado na terra, e os seus anjos foram lançados com ele.

O estudo frisou que a escolha do anjo Miguel não foi em vão, visto que seu nome, no hebraico, significa “quem é como Deus?” E qual foi o pecado do orgulho que aboliu Lúcifer e sua tropa dos céus (Isaías 14.12-15)? Justamente a pretensão de querer ser como Ele.

    1. O 666

Na 52ª semana o estudo abordou a questão da marca da besta, simbolizada pelo número 666, a qual ninguém poderá comprar ou vender. Há uma forte razão para haver a sequência do mesmo número. “O número sugere engano por proximidade, aparência. Seis é o mais próximo do 7, o número da perfeição de Deus”, mencionou o estudo. Deuteronômio 6.6-8 descreve que Deus deseja que Suas Palavras estejam em nossa mão e testa como sinal para guiar tudo que fazemos e pensamos. Daí é possível entender a tentativa recalcada da trindade satânica.

    1. Coração de pedra

Os sobreviventes das catástrofes, ao contrário do que se imagina, não se arrependerão e, sim, blasfemarão ainda mais contra Deus. “Será o ápice da incredulidade. Não haverá mais arrependimento nem Salvação para eles. Não haverá como recuperá-los”, foi ensinado na 63ª semana.

Não perca na próxima semana as outras lições deste estudo.

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