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Fazendo o desagradável primeiro
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Renato Cardoso | 7 de fevereiro de 2014 - 11:43


Fazendo o desagradável primeiro

Fazendo o desagradável primeiro

Se você sofre de procrastinação, você pode estar cometendo este erro. Normalmente acontece assim: você sabe que tem que fazer uma coisa, mas ela não é muito agradável. Ir ao dentista. Exercitar. Pagar as contas. Ter “aquela conversa” que sua esposa vem lhe cobrando. Estudar para a prova. Algo que você sabe que cedo ou tarde terá de fazer.

Mas como aquilo não é algo agradável, você vai deixando para depois. Quer evitar a dor, a má experiência. E aí você coloca outras coisas mais agradáveis, menos dolorosas na frente. Checar o Facebook. Assistir a TV. Comer um bolo de chocolate. Ir ao shopping. Ver as notícias. Checar o Facebook (de novo). Saber como está indo seu atleta ou sua equipe de esporte favorita.
Mas aquela voz na sua cabeça, lá no fundo, de tempo em tempo lhe lembra: “Você tem que fazer aquilo…”
O resultado na sua vida é estresse, ansiedade, inquietação, frustração, aquele sentimento de que você deveria estar em outro lugar, fazendo outra coisa — e claro, nenhum progresso naquele assunto.
Finalmente chega o momento em que você não pode adiar mais. O dor de dente está incomodando. As calças não estão mais servindo. As contas estão atrasadas. A mulher já lhe rejeitou dez noites seguidas. A prova é amanhã.
Aí você vai sentir a dor, passar pela má experiência de qualquer jeito, mas com uma agravante: será mais doloroso e mais desagradável do que se já você tivesse lidado com aquilo antes.
Pare com a loucura.
Vamos usar a cabeça.
Cientistas comportamentais já descobriram que nosso cérebro prefere experiências que melhoram ao passar do tempo e odeia aquelas que vão piorando. Por exemplo, se você vai ao médico, a experiência de ficar 20 minutos na sala de espera é melhor do que esperar 10 minutos na sala de espera e depois mais 10 minutos no consultório do médico esperando-o chegar. É melhor receber uma má notícia primeiro e depois uma boa do que o inverso. A experiência de ir a um restaurante onde você paga primeiro, depois come e sai, é mais agradável do que onde você come primeiro, depois paga a dolorosa e sai.
O que isso quer dizer é que para aproveitarmos mais a vida, sermos mais produtivos e mais felizes de um modo geral, temos que criar o hábito de fazer o que é desagradável primeiro.
Logo de manhã, fazer aquilo que você menos gosta e pronto. O resto do dia passará melhor do que se você deixar aquilo para fazer no fim do dia.
O clima está ruim no casamento por algum problema? Resolva logo aquilo, não durma até conversarem e se acertarem. Será melhor do que acordar de cara emburrada no dia seguinte.
Mas isso não é nada novo. Como sempre, os cientistas estão quase sempre alguns milhares de anos atrás da Palavra de Deus, que já dizia:

Os que com lágrimas semeiam com júbilo ceifarão. Quem sai andando e chorando, enquanto semeia, voltará com júbilo, trazendo os seus feixes. — Salmo 126.5,6

Faça o sacrifício. Encare o problema. Livre-se da tarefa desagradável colocando-a no topo da lista.
E viva melhor!
 
 
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