Conversar com Deus foi a terceira atitude certa de Neemias
Confira o vídeo da terceira semana da série de 52 decisões certas com o Bispo Júlio Freitas
“E disse: Ah! Senhor Deus dos céus, Deus grande e temido! Que guarda a aliança e a benignidade para com aqueles que O amam e guardam os Seus mandamentos; estejam, pois, atentos os Teus ouvidos e os Teus olhos abertos, para ouvires a oração do Teu servo, que eu hoje faço perante Ti, dia e noite, pelos filhos de Israel, Teus servos; e faço confissão pelos pecados dos filhos de Israel, que temos cometido contra Ti; também eu e a casa de meu pai temos pecado.” Neemias 1.5-6
No vídeo da terceira semana, o Bispo Júlio Freitas citou três coisas importantes que ele identificou nos dois versículos acima:
1) Neemias reconhecia a Deus como Senhor, o Deus grande e temido que está sobre tudo e sobre todos.
2) Ele tinha consciência dos benefícios de ter uma aliança com Deus. Por isso orou e jejuou.
3) Ele desenvolvia sua fé e sua comunhão com Deus.
A oração e o jejum são como os trilhos do trem
“Eu reparo, nessa conversa de Neemias com Deus, que a nossa conversa com Deus é tão importante quanto os trilhos do trem. Imagine um trem. Por mais potente, por mais rápido que seja, ele só pode chegar aonde houver trilhos. Se não houver trilhos, mesmo sendo o trem mais forte, mais rápido, mais seguro do mundo, ele não vai chegar. Assim é a nossa oração”, disse o Bispo Júlio.
O Bispo acrescentou que a oração e o jejum são esses trilhos. Quando oramos e jejuamos estamos colocando os trilhos para que Deus chegue aonde desejamos. Obviamente, essa oração deve ser sincera e acompanhada de arrependimento, entrega e obediência.
“Deus só vai chegar aonde você e eu colocarmos a nossa força na oração, no jejum e nas escolhas certas”, destaca.
Para acompanhar os dois primeiros vídeos da série, acesse:
Saiba qual foi a segunda decisão certa de Neemias
A oração que agrada a Deus
Ele destaca ainda outro ponto importante na oração de Neemias. Ela não consistia apenas em petições, mas também em doação e humilhação. Ele reconheceu suas falhas, suas limitações, seus pecados e pediu perdão. É esse tipo de oração que nos faz desenvolver a nossa comunhão com Deus.
Então, quando oramos confessando, sujeitando-nos, humilhando-nos é como se estivéssemos tomando uma vitamina para o nosso espírito.
“Em sua oração, Neemias revelou intimidade com Deus. Ele expressou o que a sua alma trazia no mais íntimo. E é isso que a nossa oração tem de fazer. Se sua oração é repetitiva, sistemática, religiosa, então isso revela falta de intimidade com Deus”, ressalta.
Portanto, se você deseja desenvolver sua intimidade com Deus e se revestir da mesma fé e da mesma confiança que havia em Neemias, comece a partir de agora a orar, não de forma mecânica, mas com sinceridade, expressando o que há no mais íntimo da sua alma. “É isso que vai fazer a diferença”, garante o Bispo Júlio.
Acompanhe abaixo, na íntegra, o vídeo da terceira semana:
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