Arritmia grave: jovem enfrentava crises desde a infância
Com sintomas intensos e risco constante, Renata viveu anos entre hospitais até encontrar a cura
Conviver com uma arritmia grave desde a infância transformou a rotina de Renata. O que começou de forma inesperada aos 9 anos evoluiu para crises intensas, internações frequentes e limitações que comprometeram sua qualidade de vida ao longo dos anos.
Arritmia grave: o início das crises na infância
Renata relembra o momento em que tudo começou, apesar de ter tido uma infância aparentemente saudável até então: “Eu nasci bem, mas, aos 9 anos, foi a primeira vez que me senti mal. Fui levada ao pronto-socorro, e minha mãe começou a estranhar, porque eu passei na frente de todos e já fui direto para exames.”
O diagnóstico veio rapidamente, mas trouxe ainda mais preocupação: “Foi constatado que eu tinha uma arritmia, mas o médico explicou que não era simples. Meu coração disparava e chegava a 280 batimentos por minuto.”
Anos de tratamento e limitações
A rotina de Renata passou a girar em torno de hospitais, consultas e medicações cada vez mais fortes. Além disso, os efeitos colaterais começaram a comprometer o dia a dia.
O momento que a levou a buscar ajuda
Foi nesse cenário que, então, surgiu uma nova possibilidade. Nesse contexto, influenciada pelo pai, que já a incentivava a buscar um caminho diferente, Renata decidiu buscar algo além do tratamento médico tradicional.
Foi assim que ela deu o primeiro passo: “Foi aos 18 anos, já com diagnóstico de arritmia e com a cirurgia marcada, que eu cheguei à igreja.”
O que aconteceu após essa decisão e como está a saúde de Renata hoje é mostrado no vídeo completo do testemunho. Assista:
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