Leia a Bíblia em 1 ano – 161º dia

Deuteronômio 15, Salmos 101 e 102 e Isaías 42



Por Da Redação

“O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento…” Oséias 4.6

Conhecer a Bíblia é muito importante para todos nós, especialmente nos momentos mais difíceis de nossas vidas, pois Deus fala conosco por meio de Sua Palavra. O Espírito Santo nos conduz, nos orienta, e quando passamos por tribulações, Ele nos faz lembrar do que está escrito na Bíblia, de uma Palavra de Deus que nos conforte. Mas só nos lembraremos se tivermos conhecimento Dela.

Por isso, elaboramos um plano para que você leia a Bíblia em 1 ano. Se você ainda não começou, clique aqui e comece agora, não deixe para amanhã. Você verá o quanto isso transformará a sua vida.

Se você já está nesse propósito, acompanhe a leitura de hoje:

Deuteronômio 15

1. Ao fim dos sete anos farás remissão.

2. Este, pois, é o modo da remissão: todo o credor remitirá o que emprestou ao seu próximo; não o exigirá do seu próximo ou do seu irmão, pois a remissão do Senhor é apregoada.

3. Do estrangeiro o exigirás; mas o que tiveres em poder de teu irmão a tua mão o remitirá.

4. Exceto quando não houver entre ti pobre algum; pois o Senhor abundantemente te abençoará na terra que o Senhor teu Deus te dará por herança, para possuí-la.

5. Se somente ouvires diligentemente a voz do Senhor teu Deus para cuidares em cumprir todos estes mandamentos que hoje te ordeno;

6. Porque o Senhor teu Deus te abençoará, como te tem falado; assim, emprestarás a muitas nações, mas não tomarás empréstimos; e dominarás sobre muitas nações, mas elas não dominarão sobre ti.

7. Quando entre ti houver algum pobre, de teus irmãos, em alguma das tuas portas, na terra que o Senhor teu Deus te dá, não endurecerás o teu coração, nem fecharás a tua mão a teu irmão que for pobre;

8. Antes lhe abrirás de todo a tua mão, e livremente lhe emprestarás o que lhe falta, quanto baste para a sua necessidade.

9. Guarda-te, que não haja palavra perversa no teu coração, dizendo: Vaise aproximando o sétimo ano, o ano da remissão; e que o teu olho seja maligno para com teu irmão pobre, e não lhe dês nada; e que ele clame contra ti ao Senhor, e que haja em ti pecado.

10. Livremente lhe darás, e que o teu coração não seja maligno, quando lhe deres; pois por esta causa te abençoará o Senhor teu Deus em toda a tua obra, e em tudo o que puseres a tua mão.

11. Pois nunca deixará de haver pobre na terra; pelo que te ordeno, dizendo: Livremente abrirás a tua mão para o teu irmão, para o teu necessitado, e para o teu pobre na tua terra.

12. Quando teu irmão hebreu ou irmã hebréia se vender a ti, seis anos te servirá, mas no sétimo ano o deixarás ir livre.

13. E, quando o deixares ir livre, não o despedirás vazio.

14. Liberalmente o fornecerás do teu rebanho, e da tua eira, e do teu lagar; daquilo com que o Senhor teu Deus te tiver abençoado lhe darás.

15. E lembrar-te-ás de que foste servo na terra do Egito, e de que o Senhor teu Deus te resgatou; portanto hoje te ordeno isso.

16. Porém se ele te disser: Não sairei de ti; porquanto te amo a ti, e a tua casa, por estar bem contigo;

17. Então tomarás uma sovela, e lhe furarás a orelha à porta, e teu servo será para sempre; e também assim farás à tua serva.

18. Não seja duro aos teus olhos, quando despedi-lo liberto de ti; pois seis anos te serviu em equivalência ao dobro do salário do diarista; assim o Senhor teu Deus te abençoará em tudo o que fizeres.

19. Todo o primogênito que nascer das tuas vacas e das tuas ovelhas, o macho santificarás ao Senhor teu Deus; com o primogênito do teu boi não trabalharás, nem tosquiarás o primogênito das tuas ovelhas.

20. Perante o Senhor teu Deus os comerás de ano em ano, no lugar que o Senhor escolher, tu e a tua casa.

21. Porém, havendo nele algum defeito, se for coxo, ou cego, ou tiver qualquer defeito, não o sacrificarás ao Senhor teu Deus.

22. Nas tuas portas o comerás; o imundo e o limpo o comerão também, como da corça ou do veado.

23. Somente o seu sangue não comerás; sobre a terra o derramarás como água.

Salmos 101

1. Cantarei a misericórdia e o juízo; a ti, Senhor, cantarei.

2. Portar-me-ei com inteligência no caminho reto. Quando virás a mim? Andarei em minha casa com um coração sincero.

3. Não porei coisa má diante dos meus olhos. Odeio a obra daqueles que se desviam; não se me pegará a mim.

4. Um coração perverso se apartará de mim; não conhecerei o homem mau.

5. Aquele que murmura do seu próximo às escondidas, eu o destruirei; aquele que tem olhar altivo e coração soberbo, não suportarei.

6. Os meus olhos estarão sobre os fiéis da terra, para que se assentem comigo; o que anda num caminho reto, esse me servirá.

7. O que usa de engano não ficará dentro da minha casa; o que fala mentiras não estará firme perante os meus olhos.

8. Pela manhã destruirei todos os ímpios da terra, para desarraigar da cidade do Senhor todos os que praticam a iniqüidade.

Salmos 102

1. Senhor, ouve a minha oração, e chegue a ti o meu clamor.

2. Não escondas de mim o teu rosto no dia da minha angústia, inclina para mim os teus ouvidos; no dia em que eu clamar, ouve-me depressa.

3. Porque os meus dias se consomem como a fumaça, e os meus ossos ardem como lenha.

4. O meu coração está ferido e seco como a erva, por isso me esqueço de comer o meu pão.

5. Por causa da voz do meu gemido os meus ossos se apegam à minha pele.

6. Sou semelhante ao pelicano no deserto; sou como um mocho nas solidões.

7. Vigio, sou como o pardal solitário no telhado.

8. Os meus inimigos me afrontam todo o dia; os que se enfurecem contra mim têm jurado contra mim.

9. Pois tenho comido cinza como pão, e misturado com lágrimas a minha bebida,

10. Por causa da tua ira e da tua indignação, pois tu me levantaste e me arremessaste.

11. Os meus dias são como a sombra que declina, e como a erva me vou secando.

12. Mas tu, Senhor, permanecerás para sempre, a tua memória de geração em geração.

13. Tu te levantarás e terás piedade de Sião; pois o tempo de te compadeceres dela, o tempo determinado, já chegou.

14. Porque os teus servos têm prazer nas suas pedras, e se compadecem do seu pó.

15. Então os gentios temerão o nome do Senhor, e todos os reis da terra a tua glória.

16. Quando o Senhor edificar a Sião, aparecerá na sua glória.

17. Ele atenderá à oração do desamparado, e não desprezará a sua oração.

18. Isto se escreverá para a geração futura; e o povo que se criar louvará ao Senhor.

19. Pois olhou desde o alto do seu santuário, desde os céus o Senhor contemplou a terra,

20. Para ouvir o gemido dos presos, para soltar os sentenciados à morte;

21. Para anunciarem o nome do Senhor em Sião, e o seu louvor em Jerusalém,

22. Quando os povos se ajuntarem, e os reinos, para servirem ao Senhor.

23. Abateu a minha força no caminho; abreviou os meus dias.

24. Dizia eu: Meu Deus, não me leves no meio dos meus dias, os teus anos são por todas as gerações.

25. Desde a antiguidade fundaste a terra, e os céus são obra das tuas mãos.

26. Eles perecerão, mas tu permanecerás; todos eles se envelhecerão como um vestido; como roupa os mudarás, e ficarão mudados.

27. Porém tu és o mesmo, e os teus anos nunca terão fim.

28. Os filhos dos teus servos continuarão, e a sua semente ficará firmada perante ti.

Isaías 42

1. Eis aqui o meu servo, a quem sustenho, o meu eleito, em quem se apraz a minha alma; pus o meu espírito sobre ele; ele trará justiça aos gentios.

2. Não clamará, não se exaltará, nem fará ouvir a sua voz na praça.

3. A cana trilhada não quebrará, nem apagará o pavio que fumega; com verdade trará justiça.

4. Não faltará, nem será quebrantado, até que ponha na terra a justiça; e as ilhas aguardarão a sua lei.

5. Assim diz Deus, o Senhor, que criou os céus, e os estendeu, e espraiou a terra, e a tudo quanto produz; que dá a respiração ao povo que nela está, e o espírito aos que andam nela.

6. Eu, o Senhor, te chamei em justiça, e te tomarei pela mão, e te guardarei, e te darei por aliança do povo, e para luz dos gentios.

7. Para abrir os olhos dos cegos, para tirar da prisão os presos, e do cárcere os que jazem em trevas.

8. Eu sou o Senhor; este é o meu nome; a minha glória, pois, a outrem não darei, nem o meu louvor às imagens de escultura.

9. Eis que as primeiras coisas se cumpriram, e as novas eu vos anuncio, e, antes que venham à luz, vo-las faço ouvir.

10. Cantai ao Senhor um cântico novo, e o seu louvor desde a extremidade da terra; vós os que navegais pelo mar, e tudo quanto há nele; vós, ilhas, e seus habitantes.

11. Al cem a voz o deserto e as suas cidades, com as aldeias que Quedar habita; exultem os que habitam nas rochas, e clamem do cume dos montes.

12. Dêem a glória ao Senhor, e anunciem o seu louvor nas ilhas.

13. O Senhor sairá como poderoso, como homem de guerra despertará o zelo; clamará, e fará grande ruído, e prevalecerá contra seus inimigos.

14. Por muito tempo me calei; estive em silêncio, e me contive; mas agora darei gritos como a que está de parto, e a todos os assolarei e juntamente devorarei.

15. Os montes e outeiros tornarei em deserto, e toda a sua erva farei secar, e tornarei os rios em ilhas, e as lagoas secarei.

16. E guiarei os cegos pelo caminho que nunca conheceram, fá-los-ei caminhar pelas veredas que não conheceram; tornarei as trevas em luz perante eles, e as coisas tortas farei direitas. Estas coisas lhes farei, e nunca os desampararei.

17. Tornarão atrás e confundir-se-ão de vergonha os que confiam em imagens de escultura, e dizem às imagens de fundição: Vós sois nossos deuses.

18. Surdos, ouvi, e vós, cegos, olhai, para que possais ver.

19. Quem é cego, senão o meu servo, ou surdo como o meu mensageiro, a quem envio? E quem é cego como o que é perfeito, e cego como o servo do Senhor?

20. Tu vês muitas coisas, mas não as guardas; ainda que tenhas os ouvidos abertos, nada ouves.

21. O Senhor se agradava dele por amor da sua justiça; engrandeceu-o pela lei, e o fez glorioso.

22. M a s este é um povo roubado e saqueado; todos estão enlaçados em cavernas, e escondidos em cárceres; são postos por presa, e ninguém há que os livre; por despojo, e ninguém diz: Restitui.

23. Quem há entre vós que ouça isto, que atenda e ouça o que há de ser depois?

24. Quem entregou a Jacó por despojo, e a Israel aos roubadores? Porventura não foi o Senhor, aquele contra quem pecamos, e nos caminhos do qual não queriam andar, não dando ouvidos à sua lei?

25. Por isso derramou sobre eles a indignação da sua ira, e a força da guerra, e lhes pôs labaredas em redor; p o r é m nisso não atentaram; e os queimou, mas não puseram nisso o coração.

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