Leia a Bíblia em 1 ano – 73º dia



Por Da Redação

“O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento…” Oséias 4.6

Conhecer a Bíblia é muito importante para todos nós, especialmente nos momentos mais difíceis de nossas vidas, pois Deus fala conosco por meio de Sua Palavra. O Espírito Santo nos conduz, nos orienta e, quando passamos por tribulações, Ele nos faz lembrar do que está escrito na Bíblia, de uma Palavra de Deus que nos conforte. Mas só nos lembraremos se tivermos conhecimento Dela.

Por isso, elaboramos um plano para que você leia a Bíblia em 1 ano. Se você ainda não começou, clique aqui e comece agora, não deixe para amanhã. Você verá o quanto isso transformará a sua vida.

Se você já está nesse propósito, acompanhe a leitura de hoje:

Êxodo 24

1. Depois disse a Moisés: Sobe ao Senhor, tu e Arão, Nadabe e Abiú, e setenta dos anciãos de Israel; e adorai de longe.

2. E só Moisés se chegará ao Senhor; mas eles não se cheguem, nem o povo suba com ele.

3. Veio, pois, Moisés, e contou ao povo todas as palavras do Senhor, e todos os estatutos; então o povo respondeu a uma voz, e disse: Todas as palavras, que o Senhor tem falado, faremos.

4. Moisés escreveu todas as palavras do Senhor, e levantou-se pela manhã de madrugada, e edificou um altar ao pé do monte, e doze monumentos, segundo as doze tribos de Israel;

5. E enviou alguns jovens dos filhos de Israel, os quais ofereceram holocaustos e sacrificaram ao Senhor sacrifícios pacíficos de bezerros.

6. E Moisés tomou a metade do sangue, e a pôs em bacias; e a outra metade do sangue espargiu sobre o altar.

7. E tomou o livro da aliança e o leu aos ouvidos do povo, e eles disseram: Tudo o que o Senhor tem falado faremos, e obedeceremos.

8. Então tomou Moisés aquele sangue, e espargiu-o sobre o povo, e disse: Eis aqui o sangue da aliança que o Senhor tem feito convosco sobre todas estas palavras.

9. E subiram Moisés e Arão, Nadabe e Abiú, e setenta dos anciãos de Israel.

10. E viram o Deus de Israel, e debaixo de seus pés havia como que uma pavimentação de pedra de safira, que se parecia com o céu na sua claridade.

11. Porém não estendeu a sua mão sobre os escolhidos dos filhos de Israel, mas viram a Deus, e comeram e beberam.

12. Então disse o Senhor a Moisés: Sobe a mim ao monte, e fica lá; e dar-te-ei as tábuas de pedra e a lei, e os mandamentos que tenho escrito, para os ensinar.

13. E levantou-se Moisés com Josué seu servidor; e subiu Moisés ao monte de Deus.

14. E disse aos anciãos: Esperai-nos aqui, até que tornemos a vós; e eis que Arão e Hur ficam convosco; quem tiver algum negócio, se chegará a eles.

15. E, subindo Moisés ao monte, a nuvem cobriu o monte.

16. E a glória do Senhor repousou sobre o monte Sinai, e a nuvem o cobriu por seis dias; e ao sétimo dia chamou a Moisés do meio da nuvem.

17. E o parecer da glória do Senhor era como um fogo consumidor no cume do monte, aos olhos dos filhos de Israel.

18. E Moisés entrou no meio da nuvem, depois que subiu ao monte; e Moisés esteve no monte quarenta dias e quarenta noites.

João 4

1. E quando o Senhor entendeu que os fariseus tinham ouvido que Jesus fazia e batizava mais discípulos do que João

2. (Ainda que Jesus mesmo não batizava, mas os seus discípulos),

3. Deixou a Judéia, e foi outra vez para a Galiléia.

4. E era-lhe necessário passar por Samaria.

5. Foi, pois, a uma cidade de Samaria, chamada Sicar, junto da herdade que Jacó tinha dado a seu filho José.

6. E estava ali a fonte de Jacó. Jesus, pois, cansado do caminho, assentou-se assim junto da fonte. Era isto quase à hora sexta.

7. Veio uma mulher de Samaria tirar água. Disse-lhe Jesus: Dá-me de beber.

8. Porque os seus discípulos tinham ido à cidade comprar comida.

9. Disse-lhe, pois, a mulher samaritana: Como, sendo tu judeu, me pedes de beber a mim, que sou mulher samaritana? (porque os judeus não se comunicam com os samaritanos).

10. Jesus respondeu, e disse-lhe: Se tu conheceras o dom de Deus, e quem é o que te diz: Dá-me de beber, tu lhe pedirias, e ele te daria água viva.

11. Disse-lhe a mulher: Senhor, tu não tens com que a tirar, e o poço é fundo; onde, pois, tens a água viva?

12. És tu maior do que o nosso pai Jacó, que nos deu o poço, bebendo ele próprio dele, e os seus filhos, e o seu gado?

13. Jesus respondeu, e disse-lhe: Qualquer que beber desta água tornará a ter sede;

14. Mas aquele que beber da água que eu lhe der nunca terá sede, porque a água que eu lhe der se fará nele uma fonte de água que salte para a vida eterna.

15. Disse-lhe a mulher: Senhor, dá-me dessa água, para que não mais tenha sede, e não venha aqui tirá-la.

16. Disse-lhe Jesus: Vai, chama o teu marido, e vem cá.

17. A mulher respondeu, e disse: Não tenho marido. Disse-lhe Jesus: Disseste bem: Não tenho marido;

18. Porque tiveste cinco maridos, e o que agora tens não é teu marido; isto disseste com verdade.

19. Disse-lhe a mulher: Senhor, vejo que és profeta.

20. Nossos pais adoraram neste monte, e vós dizeis que é em Jerusalém o lugar onde se deve adorar.

21. Disse-lhe Jesus: Mulher, crê-me que a hora vem, em que nem neste monte nem em Jerusalém adorareis o Pai.

22. Vós adorais o que não sabeis; nós adoramos o que sabemos porque a salvação vem dos judeus.

23. Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem.

24. Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade.

25. A mulher disse-lhe: Eu sei que o Messias (que se chama o Cristo) vem; quando ele vier, nos anunciará tudo.

26. Jesus disse-lhe: Eu o sou, eu que falo contigo.

27. E nisto vieram os seus discípulos, e maravilharam-se de que estivesse falando com uma mulher; todavia nenhum lhe disse: Que perguntas? ou: Por que falas com ela?

28. Deixou, pois, a mulher o seu cântaro, e foi à cidade, e disse àqueles homens:

29. Vinde, vede um homem que me disse tudo quanto tenho feito. Porventura não é este o Cristo?

30. Saíram, pois, da cidade, e foram ter com ele.

31. E entretanto os seus discípulos lhe rogaram, dizendo: Rabi, come.

32. Ele, porém, lhes disse: Uma comida tenho para comer, que vós não conheceis.

33. Então os discípulos diziam uns aos outros: Trouxe-lhe, porventura, alguém algo de comer?

34. Jesus disse-lhes: A minha comida é fazer a vontade daquele que me enviou, e realizar a sua obra.

35. Não dizeis vós que ainda há quatro meses até que venha a ceifa? Eis que eu vos digo: Levantai os vossos olhos, e vede as terras, que já estão brancas para a ceifa.

36. E o que ceifa recebe galardão, e ajunta fruto para a vida eterna; para que, assim o que semeia como o que ceifa, ambos se regozijem.

37. Porque nisto é verdadeiro o ditado, que um é o que semeia, e outro o que ceifa.

38. Eu vos enviei a ceifar onde vós não trabalhastes; outros trabalharam, e vós entrastes no seu trabalho.

39. E muitos dos samaritanos daquela cidade creram nele, pela palavra da mulher, que testificou: Disse-me tudo quanto tenho feito.

40. Indo, pois, ter com ele os samaritanos, rogaram-lhe que ficasse com eles; e ficou ali dois dias.

41. E muitos mais creram nele, por causa da sua palavra.

42. E diziam à mulher: Já não é pelo teu dito que nós cremos; porque nós mesmos o temos ouvido, e sabemos que este é verdadeiramente o Cristo, o Salvador do mundo.

43. E dois dias depois partiu dali, e foi para a Galiléia.

44. Porque Jesus mesmo testificou que um profeta não tem honra na sua própria pátria.

45. Chegando, pois, à Galiléia, os galileus o receberam, vistas todas as coisas que fizera em Jerusalém, no dia da festa; porque também eles tinham ido à festa.

46. Segunda vez foi Jesus a Caná da Galiléia, onde da água fizera vinho. E havia ali um nobre, cujo filho estava enfermo em Cafarnaum.

47. Ouvindo este que Jesus vinha da Judéia para a Galiléia, foi ter com ele, e rogou-lhe que descesse, e curasse o seu filho, porque estava à morte.

48. Então Jesus lhe disse: Se não virdes sinais e milagres, não crereis.

49. Disse-lhe o nobre: Senhor, desce, antes que meu filho morra.

50. Disse-lhe Jesus: Vai, o teu filho vive. E o homem creu na palavra que Jesus lhe disse, e partiu.

51. E descendo ele logo, saíram-lhe ao encontro os seus servos, e lhe anunciaram, dizendo: O teu filho vive.

52. Perguntou-lhes, pois, a que hora se achara melhor. E disseram-lhe: Ontem às sete horas a febre o deixou.

53. Entendeu, pois, o pai que era aquela hora a mesma em que Jesus lhe disse: O teu filho vive; e creu ele, e toda a sua casa.

54. Jesus fez este segundo milagre, quando ia da Judéia para a Galiléia.

Provérbios 1

1. Provérbios de Salomão, filho de Davi, rei de Israel;

2. Para se conhecer a sabedoria e a instrução; para se entenderem, as palavras da prudência.

3. Para se receber a instrução do entendimento, a justiça, o juízo e a eqüidade;

4. Para dar aos simples, prudência, e aos moços, conhecimento e bom siso;

5. O sábio ouvirá e crescerá em conhecimento, e o entendido adquirirá sábios conselhos;

6. Para entender os provérbios e sua interpretação; as palavras dos sábios e as suas proposições.

7. O temor do Senhor é o princípio do conhecimento; os loucos desprezam a sabedoria e a instrução.

8. Filho meu, ouve a instrução de teu pai, e não deixes o ensinamento de tua mãe,

9. Porque serão como diadema gracioso em tua cabeça, e colares ao teu pescoço.

10. Filho meu, se os pecadores procuram te atrair com agrados, não aceites.

11. Se disserem: Vem conosco a tocaias de sangue; embosquemos o inocente sem motivo;

12. Traguemo-los vivos, como a sepultura; e inteiros, como os que descem à cova;

13. Acharemos toda sorte de bens preciosos; encheremos as nossas casas de despojos;

14. Lança a tua sorte conosco; teremos todos uma só bolsa!

15. Filho meu, não te ponhas a caminho com eles; desvia o teu pé das suas veredas;

16. Porque os seus pés correm para o mal, e se apressam a derramar sangue.

17. Na verdade é inútil estender-se a rede ante os olhos de qualquer ave.

18. No entanto estes armam ciladas contra o seu próprio sangue; e espreitam suas próprias vidas.

19. São assim as veredas de todo aquele que usa de cobiça: ela põe a perder a alma dos que a possuem.

20. A sabedoria clama lá fora; pelas ruas levanta a sua voz.

21. Nas esquinas movimentadas ela brada; nas entradas das portas e nas cidades profere as suas palavras:

22. Até quando, ó simples, amareis a simplicidade? E vós escarnecedores, desejareis o escárnio? E vós insensatos, odiareis o conhecimento?

23. Atentai para a minha repreensão; pois eis que vos derramarei abundantemente do meu espírito e vos farei saber as minhas palavras.

24. Entretanto, porque eu clamei e recusastes; e estendi a minha mão e não houve quem desse atenção,

25. Antes rejeitastes todo o meu conselho, e não quisestes a minha repreensão,

26. Também de minha parte eu me rirei na vossa perdição e zombarei, em vindo o vosso temor.

27. Vindo o vosso temor como a assolação, e vindo a vossa perdição como uma tormenta, sobrevirá a vós aperto e angústia.

28. Então clamarão a mim, mas eu não responderei; de madrugada me buscarão, porém não me acharão.

29. Porquanto odiaram o conhecimento; e não preferiram o temor do Senhor:

30. Não aceitaram o meu conselho, e desprezaram toda a minha repreensão.

31. Portanto comerão do fruto do seu caminho, e fartar-se-ão dos seus próprios conselhos.

32. Porque o erro dos simples os matará, e o desvario dos insensatos os destruirá.

33. Mas o que me der ouvidos habitará em segurança, e estará livre do temor do mal.

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