Novelas da Globo zombam da fé alheia e exaltam o mau-caratismo
Telenovela da emissora grita preconceito e incentiva ódio aos cristãos
A fé não salva ninguém. As igrejas cristãs são apenas agrupamentos de religiosos fanáticos e estelionatários. Ademais, toda conversão cristã é uma farsa adotada pelos desajustados socialmente. É isso o que a Globo quer que você pense.
Prova disso é o final de sua mais recente novela do “horário nobre”, “A Dona do Pedaço”. De nobre, o folhetim não teve um capítulo. E o último foi o mais preconceituoso. Nele, uma das vilãs revelou que havia fingido sua conversão ao cristianismo e fugiu com o filho de um pastor milionário. Ainda houve tempo para a falsa cristã cometer um homicídio.

Aliás, a conversão dessa personagem aconteceu dentro de uma penitenciária. Em claro desrespeito ao trabalho realizado pela Universal, que busca ressocializar pessoas que estão pagando por seus crimes.
Com a Palavra de Deus, a Universal já alcançou e auxiliou a transformação de milhares de pessoas. E, como a Palavra de Deus exige, a fé é demonstrada com obras.
Acompanhe abaixo algumas das ações que a Universal realizou em 2019:
– Atendimento a amigos e familiares das vítimas do massacre de Altamira;
– Atendimento aos familiares de detentos;
– Aulas de artesanato e pintura aos filhos dos presidiários;
– Inauguração de bibliotecas em presídios do sertão paraibano;
– Ações para o enriquecimento da autoestima de detentas;
– Cinema dentro dos presídios;
– Cursos profissionalizantes para quem está pagando sua dívida com a sociedade.
São mais de 27 mil pessoas no mundo inteiro auxiliando na reintegração de quem errou, mas quer voltar para a sociedade como uma nova pessoa, com vida digna e honesta.
E, como diz o jargão já popular, isso a Globo não mostra!
Para a emissora, esse trabalho social é um insulto. Por isso, sempre que possível, utiliza sua programação para ofender os cristãos. Clique aqui e relembre outras vezes em que a dramaturgia da Globo atacou diretamente a fé cristã.
“Essa é a posição que a Globo tem tomado sempre, falando mal, criticando os evangélicos, discriminando, zombando da gente”, afirma o Bispo Eduardo Bravo. “E, mais uma vez, a Globo zomba dos evangélicos. Ela quer passar uma mensagem de que todos os evangélicos são hipócritas e que as pessoas não são realmente transformadas pelo poder da fé. Então a Globo vem intensificar, comprovar o seu preconceito contra os evangélicos”.
O mal que isso faz: cristãos perseguidos
Embora alegue que novelas são apenas ficções de entretenimento, o posicionamento da Globo deixa muito claro que os folhetins são utilizados como ferramenta para disseminar o ódio aos cristãos.
Basta perceber que qualquer evangélico da dramaturgia global sempre é retratado como fanático, iludido ou criminoso.
Há quem diga que telenovelas não têm o poder de influenciar a vida de ninguém, mas há apenas um ano a novela “Segundo Sol”, também exibida no horário das 21h, incentivou uma mulher a matar a própria mãe.
A carioca Paloma de Vasconcelos cometeu o matricídio imitando uma cena que “Segundo Sol” exibiu horas antes do crime.
“A homicida confirmou que se inspirou na telenovela para cometer o crime”, afirmou na ocasião o inspetor da Polícia Civil responsável pelo caso.
E agora…
O que a Globo faz só estimula a intolerância contra os cristãos, especialmente os evangélicos. Prova disso é o que aconteceu recentemente com a igreja Sara Nossa Terra. Na manhã do dia 22, o local em que realizavam cultos em Santa Maria Sul (DF), foi invadido e depredado.
Na ocasião rasgaram bíblias, derrubaram bebida alcoólica e urinaram no altar. Além disso quebraram cadeiras, mesas, instrumentos de som, materiais de trabalhos desenvolvidos com as crianças e até as paredes. Espalharam argamassa por todo o local.
O Bispo Robson Rodovalho, líder da Sara Nossa Terra publicou um vídeo exibindo a destruição. Na legenda, ele relata: “Isso é inadmissível! Entraram hoje numa igreja nossa em Santa Maria Sul, uma igreja apaixonada por cumprir o propósito e levar a Palavra de Deus e tirar vidas do inferno, reestruturar famílias, jovens das drogas, jovens do crime e muito mais”.
Apesar da dor pela situação, o Bispo afirma: “Só digo uma coisa, isso não vai nos parar! Temos uma missão em Brasília que é sarar nosso estado, multiplicar as igrejas e levar a Palavra de Deus a todos que não a conhecem! ”
Essa depredação é o resultado do ódio aos cristãos que empresas como a Globo têm disseminado. Ainda que a telenovela seja uma ficção, a influência sobre a vida das pessoas pode ser enorme. Isso em todos os aspectos!
Muito além do ódio religioso
A psicóloga Angela Biaggio afirma no livro “Psicologia do Desenvolvimento” que “enquanto antigamente os modelos eram quase exclusivamente os pais e os membros mais íntimos da família, atualmente, os modelos são fornecidos amplamente pela comunicação de massa (jornais, revistas, cinema e, especialmente, a televisão)”.
Assim, é muito importante tomar cuidado com aquilo que estamos assistindo. É verdade que as telenovelas globais pregam o ódio religioso, mas o ataque à sociedade brasileira vai muito além disso!
Primeiramente, a própria personagem Josi, a “falsa cristã”, termina a novela feliz momentos após ter cometido um homicídio. Ou seja: para ela o crime compensa. A lição aprendida aí é que, independentemente do crime que se tenha cometido, seu final será feliz e cheio de aventuras.
A personagem Fabiana é outro ataque direto ao cristianismo. Dessa vez, à religião católica. Ela foi criada em um convento, mas se tornou uma assassina fria. Terminou a trama comemorando o título de “dona do crime”, com dinheiro roubado. Viveu “feliz para sempre”.
Mesmo durante a trama a polícia foi mostrada com desprezo e o crime foi retratado como romântico e glamoroso.
E toda essa inversão de valores é comum nas novelas da emissora. Quem não se lembra do folhetim destinado a adolescentes que propagava a ideologia de gênero de maneira superficial e irresponsável? “Malhação” é exibida à tarde, quando qualquer criança pode assistir. Mesmo sem entender o assunto, elas estavam sendo expostas à discussão de gênero e sexualidade.
Outra trama recente, “O Segundo Sol”, já começou exibindo o racismo da emissora ao retratar uma Bahia onde, praticamente, só existiam pessoas brancas. Além disso, os personagens de Deborah Secco e Vladimir Brichta são parentes e, sabendo disso, têm relações sexuais. Incesto romantizado!
Esses são apenas alguns exemplos de como as tramas globais têm disseminados seus valores distorcidos na sociedade brasileira. É esse o modelo que o Brasil quer seguir? A violência impune, o ódio aos cristãos e a banalização do sexo que as novelas da Globo exibem?
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