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Eu conquistando a terra e ela querendo a DR!
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Renato Cardoso | 21 de Novembro de 2013 - 08:36


Eu conquistando a terra e ela querendo a DR!

Eu conquistando a terra e ela querendo a DR!

Foi assim que um marido expressou sua indignação recentemente em um de nossos programas The Love School. Ele se referia à época em que tinha problemas com a esposa pelo tempo que ele passava na frente da TV jogando vídeo game.  Ela pedia mais atenção. E ele achava absurdo que ela quisesse interrompê-lo no meio de “conquistar a terra” uma fase avançada do jogo.

Não me pergunte qual jogo. No que diz respeito a vídeo games, eu realmente estou por fora. Não que eu não goste. Já tive meus momentos na adolescência. Quem era criança nos anos 80 e não lembra do Atari, River Ride e Pac-Man? Bom, pelo menos entre os garotos era passagem obrigatória.
Mas aí eu cresci e minha atenção se voltou para outras coisas. Salvo por um breve período mais tarde em que quase me viciei em Street Fighter. Eu já era casado e fui induzido ao viciante jogo na casa de um amigo. Mas ainda bem que logo me mudei para outra cidade e o vício não “pegou”.
Desde então, meu relacionamento com games tem sido eles lá e eu cá. Não critico quem joga, mas tenho visto muitos casos de homens que quando chegam em casa do trabalho estão muito mais interessados em pegar o console do que a esposa.
Aí é que eu ouso abrir a boca, sob o risco de ser fuzilado como um personagem num tal de Call of Duty. Mas vamos lá. Acho que ainda tenho algumas vidas para durar até o post de amanhã…
Cara, você realmente prefere o Playstation do que sua mulher? Seu casamento realmente está precisando de um resgate!
Está aí: por que não fazer disso a sua meta? Conquistar — ou reconquistar — sua mulher em vez da nova fase do vídeo game? Por que não ganhar pontos com ela, e assim muitas “vidas” extras, para quando você der uma daquelas pisadas na bola, você ter crédito com ela?
Não me leve a mal. Se você gosta, vá em frente e jogue de vez em quando. Naqueles “cinco minutinhos” enquanto ela está fazendo o cabelo, se arrumando, tudo bem. Se ela foi na casa da mãe e você não tem nada melhor para fazer num sábado à tarde, não vai atrapalhar. Mas o problema é que esses jogos são programados para viciar. É difícil começar e parar. Talvez você se dê conta de que não vale a pena e arruma um jeito mais produtivo de relaxar e passar o tempo.
E se, como aquele marido no The Love School, você acha um absurdo que sua esposa está com ciúme do seu vídeo game, aí você realmente tem que começar um detox já.
Largue o console e vá ganhar pontos com ela.
 
Este texto foi publicado originalmente na 1ª edição da revista The Love School — onde orientamos casais e solteiros a praticar o Amor Inteligente™. Você pode recebê-la em sua casa.


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