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Notícias | 22 de dezembro de 2019 - 00:05


Sinai: da desolação à maravilha

Lugares como o Sinai simbolizam as camadas mais desfavorecidas da sociedade, como os mais pobres que vivem nos limites da miséria. Paradoxalmente, se por um lado os excluídos da sociedade são tidos como os desertos abandonados, por outro lado são como os jardins floridos de Deus. Porque o Senhor não veio para os sãos, mas para os doentes.

“Mas Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias; e Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes; E Deus escolheu as coisas vis deste mundo, e as desprezíveis, e as que não são, para aniquilar as que são. Para que nenhuma carne se glorie perante ele.” (1 Coríntios 1.27-29).

O Sinai representa o povo excluído, abandonado, injustiçado, ignorado dos homens. Justamente por isso Deus o escolheu. Não apenas para marcar a história de um povo outrora escravo, mas, sobretudo, para servir de referência a todos os povos de que há Um Deus Vivo que Se preocupa com os humildes e desprezados.

A característica principal do deserto é o abandono. E o Deus de Abraão, de Isaque e de Israel Se interessa pelos abandonados, desprezados, injustiçados, enfim, todos aqueles cujas vidas não têm mais sentido.

A campanha do Sinai é para quem está disposto a tudo por uma resposta. Os desolados, aflitos, desesperados, desamparados, arruinados, perdidos, abatidos, injustiçados, descamisados, excluídos e todos os que se consideram desgraçados.

O Monte Sinai é o Monte da Salvação, da resposta de Deus, do cumprimento das Suas promessas. O Monte Sinai não é para aventureiros nem para se tentar uma melhora de vida, mas é para quem, apesar de não ter eira nem beira, está disposto a tudo por tudo.


  • Bispo Edir Macedo / Foto: Getty Images 


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