Rede aleluia
São Paulo
Centro-Oeste
Distrito Federal
Brasília
Goiás
AnápolisGoiânia
Mato Grosso
Cuiabá
Mato Grosso do Sul
Campo Grande
Nordeste
Alagoas
Maceió
Bahia
Feira de SantanaIlhéusItabunaSalvador
Ceará
Fortaleza
Maranhão
São Luís
Paraíba
João Pessoa
Pernambuco
Recife
Piauí
Teresina
Rio Grande do Norte
Natal
Sergipe
Aracaju
Norte
Acre
Rio Branco
Amapá
Macapá
Amazonas
Manaus
Pará
Belém
Rondônia
Porto Velho
Roraima
Boa Vista
Tocantins
Palmas
Sudeste
Espírito Santo
Vitória
Minas Gerais
Belo HorizonteJuiz de ForaUberlândia
Rio de Janeiro
Angra dos ReisBarra MansaCabo FrioCampos dos GoytacazesMacaéRio de JaneiroVolta Redonda
São Paulo
AraçatubaAraraquaraBauruCampinasCatanduvaFrancaJaúJundiaíLimeiraMaríliaPiracicabaPraia GrandePresidente PrudenteRibeirão PretoSantosSão CarlosSão João da Boa VistaSão José do Rio PretoSão José dos CamposSão PauloSorocabaTaubatéVotuporanga
Sul
Paraná
CascavelCuritibaFoz do IguaçuLondrinaMaringáPonta Grossa
Rio Grande do Sul
PelotasPorto AlegreRio GrandeSanta Maria
Santa Catarina
BlumenauCriciúmaFlorianópolis

Notícias | 15 de outubro de 2019 - 12:32


Sempre há uma nova oportunidade para mudar

Conheça a história de Geidson, que odiava a Universal, mas hoje é feliz fazendo parte dela

“Não gostava do Bispo Macedo e nem da Universal”. A frase pode ser clichê, mas é o que afirmava o consultor de negócios, Geidson, de 36 anos. Ele era apenas mais uma pessoa que acreditava em tudo que a mídia falava de negativo sobre a Universal.

“Eu sempre ouvia falar mal da Universal e do Bispo Macedo. Então, naquela época, era propagado na mídia de uma forma intensa e maldosa de que os pastores roubavam. Eu me recordo de vídeos no estádio do Maracanã, onde pastores estavam com sacos de pedidos – mas diziam se tratar do dinheiro do povo -, e o Bispo Macedo, constantemente, sendo chamado de charlatão”, disse.

Na ocasião, garante Geidson, ele passou a ter uma concepção negativa da Universal, maus olhos e até malícia. Época, também, em que ele se envolveu com a marginalidade, com assaltos a banco, carros fortes, conta. “Me viciei na cocaína, no cigarro, álcool. Minha vida ficou de ponta cabeça”, comentou.

Mas, sempre há uma nova oportunidade para mudar. Foi o que aconteceu com Geidson. Aquele lugar que ele tanto detestava, se tornou o seu lugar preferido e onde ele alcançaria a verdadeira libertação.

Assista ao vídeo abaixo e conheça a sua história completa:

Você também deseja mudar de vida, assim como Geidson? Então, participe de uma reunião especial, no Templo de Salomão, localizado na Avenida Celso Garcia, 605, no Brás, zona leste da capital paulista. Ou se preferir, procure uma Universal mais próxima de você. Consulte aqui os endereços.

 


  • Sabrina Marques / Foto: Reprodução 


reportar erro