Quem usa a fé no Altar se torna um realizador de sonhos
Descubra a razão pela qual seus projetos antigos ainda não se concretizaram
Sonhos e desejos fazem parte da vida de todo ser humano. Porém, por causa dos obstáculos que surgem pelo caminho, muitas pessoas desistem de realizá-los e deixam de sonhar.
O Bispo Odivan Pagnocelli, responsável pelo trabalho da Universal no Estado de Pernambuco, explica que existem diversos tipos de sonhadores. “Desde a infância temos muitos sonhos, mas, à medida que vamos crescendo e nos tornamos adultos, nossos sonhos também amadurecem. E, se há muitos que dedicam boa parte da sua vida a alcançá-los, outros se frustram conforme o tempo passa e os sonhos se tornam cada vez mais distantes. Nos deparamos com vários tipos de sonhadores: os que têm sonhos e não fazem nada para concretizá-los, os que fazem tudo para materializá-los e os que desistem no meio do caminho. Somente conseguem realizá-los os que perseveram até o fim e não se importam com os sacrifícios que terão de fazer para isso”, detalha.
O Bispo lembra que a Bíblia relata diversos homens que sonharam e destacou um deles: “Moisés foi um homem que sonhou, sacrificou e realizou. Quando descobriu que fazia parte daquele povo, ainda no Egito, ele, com certeza, sonhou em vê-lo livre. Exemplo disso foi quando não aceitou ver um escravo ser açoitado. Ali, ele ainda não sabia como fazer para libertar o povo, mas os anos que sacrificou vivendo no deserto, longe da vida confortável no palácio, o fizeram um homem forte e capaz de guiar uma nação rumo à liberdade”, exemplifica.
Para obter o que se deseja na vida é necessário fazer sacrifícios. Se uma pessoa trabalhar constantemente e se esforçar para conquistar um bem material, por exemplo, vai alcançá-lo. Porém, por ter feito isso apenas com a força do braço, corre o risco de perdê-lo. Em contrapartida, o que é conquistado pelo uso da Fé, no Altar de Deus, é garantido por Ele para toda a vida, salienta o Bispo Odivan. “Com a força do braço, o sonho está sujeito a todas as fragilidades terrenas. É como construir um prédio sem ter certeza que o seu alicerce vai suportar o peso da obra. Já os sonhos realizados no Altar são concretizados em parceria com o Altíssimo e quem poderá detê-Lo?”, questiona.
Até quem já não sonhava mais realizou
O empresário Samir Crema, de 37 anos, não via perspectivas de um futuro promissor. Ele cresceu (foto abaixo) em uma família humilde e, na infância, ele e a mãe moraram de favor na casa de algumas tias.

Naquela época, ele acompanhava a mãe às reuniões na Universal.
Quando frequentou a Igreja durante a adolescência, Samir se libertou dos vícios em drogas, mas ainda lhe faltava o principal em sua vida: o Espírito Santo. “Eu já tinha mudado e abandonado o mau caráter. Frequentando as reuniões, entendi a importância de ter o Espírito Santo, pois através dEle eu teria direção, ideias e sabedoria para fazer as escolhas certas. Eu O busquei, alcancei-O e fui revestido de paz, alegria e certeza”, revela.
Samir conta que, naquele período, era vendedor de consórcios. Certo dia, ele enxergou uma oportunidade de mudar aquela situação: o Altar do sacrifício. “Ninguém na minha família tinha formação superior nem havia um empresário em quem eu pudesse me espelhar. Por essas razões, eu não tinha sonhos e tinha perdido expectativa de um bom futuro. Mas, com o Espírito Santo, minha visão se abriu e, como já tinha entregado a vida a Ele, que é o bem maior, não tive dificuldade de obedecer à Sua Voz.”
Depois de subir no Altar, Samir passou a sonhar e a receber a direção de Deus. “Depois de ir para o Altar, eu tive a visão de ser grande, de me tornar empresário. Abri uma loja de móveis para festas e, pouco tempo depois, me tornei fabricante. Hoje minha empresa atende todo o Brasil e fornece móveis para salões de festas, clubes, hotéis, bares, restaurantes e escolas.
O empresário alcançou bênção de Deus em todas as áreas de sua vida: é casado há oito anos com a empresária Vanessa Carolina Marangoni Crema, de 30 anos, e desfruta de uma vida de boa qualidade em uma casa que é do jeito que ele e a esposa sonharam. Além do veículo da empresa, Samir conquistou seu carro dos sonhos, viaja com a família para onde quiser e frequenta os melhores restaurantes. O casal continua sonhando e sacrificando, porque compreende que não há limites para Deus.
Ela quase perdeu a família
A empresária Edna Maximiano, de 58 anos, tem uma vida de paz e harmonia com seu marido, o engenheiro civil Pedro Carlos Maximiano, de 63 anos, e suas três filhas. Mas nem sempre foi assim. Ela conta que o marido sempre foi ótimo esposo e pai. Mas, pelo fato dela frequentar centros espíritas quando as filhas eram crianças, sua vida e sua família ficaram arruinadas.

“O amor que eu tinha pelo meu marido se esfriou. Começamos a ter brigas constantes e me tornei uma pessoa nervosa a ponto de espancar minhas filhas. Eu tinha uma casa, mas não conseguia ficar dentro dela. Tinha um marido e não o suportava. Quando ele chegava do serviço, eu desejava que ele estivesse morto. Naquela época descobri que o lugar que eu frequentava, que diziam que era de luz, me trouxe trevas”, esclarece.
Para piorar a situação da família, Edna passou a incorporar espíritos malignos dentro de casa. O marido, ao sair para trabalhar, temia pela vida das filhas. O fundo do poço para a empresária foi quando o marido promoveu uma viagem com a intenção de deixá-la na casa dos pais dela. Afinal, para ele, aquela não era mais a mulher com quem ele havia se casado.
Os pais de Edna, querendo ajudá-la, a levaram a várias instituições religiosas, mas os problemas continuavam. Então, alguns conhecidos lhe apresentaram o trabalho de libertação na Universal. Edna decidiu ir a uma reunião e, com apenas uma oração, compreendeu que tinha de entregar o controle de sua vida a Deus. “O sofrimento era na minha alma. Só quem passa por situação semelhante pode compreender”, relata.
A última porta
Frequentando a Universal, Edna conseguiu se libertar dos espíritos e dos problemas que lhe tiravam a paz. Ela aprendeu a usar uma ferramenta capaz de mudar aquela realidade: a Fé. Em seguida, ouviu que o Espírito Santo era Quem podia preencher o seu vazio interior e se dispôs a fazer o que fosse preciso para recebê-Lo.
Ela viu no Altar a chance de obter uma nova vida: “minha oportunidade estava ali. Então, coloquei toda a minha força, pois sabia que sem o Espírito Santo não venceria. Fui gerar meu sacrifício. Eu não fui obrigada a nada, mas sabia que precisava plantar para colher com Deus. O principal foi deixar minhas vontades, meu orgulho e meu passado de lado e, quando desci do Altar, estava forte e radiante.”
Poucos dias depois, Edna recebeu o Espírito Santo. “A primeira mudança foi dentro de mim e, depois disso, tudo foi acrescentado. Antes, não eu tinha nem trabalho e Deus me deu a ideia de alugar um quarto de hóspedes para uma moça. Depois disso, com esforço e com sabedoria vindos de Deus, fomos abençoados. Hoje tenho três pensionatos lotados e um hotel”, comemora.
A empresária afirma que o Altar não lhe deve nada. “Ao receber o Espírito Santo, recebi autoridade para abençoar meu casamento, minhas filhas, meu trabalho e as pessoas ao meu redor. Temos paz, diálogo, felicidade e uma família abençoada. Tudo o que Deus me pede dou porque tenho certeza que coisas maiores virão”, finaliza.
Vida conjugal restaurada
Rosângela Fernandes de Oliveira Silva, (foto abaixo) de 42 anos, é de origem simples. “Éramos dez crianças e minha mãe, sozinha, cuidava de nós todos”, relata. Por isso, ela nunca sonhava com uma vida melhor. “Por um momento, até cheguei a pensar que não tinha o direito de sonhar com algo melhor. Quando você está em uma casa em que não tem o que comer, o que vestir, o que calçar, você não consegue sonhar em comprar um imóvel ou um carro.”

Rosângela se casou quando ainda era adolescente, aos 15 anos. Aos 16, teve seu primeiro filho. No entanto a união não teve êxito e ela se separou. Mais tarde, aos 20 anos, ela se casou com Lourival José da Silva, seu atual marido. “Tudo o que tínhamos era uma bicicleta velha e morávamos de favor. Achava que as coisas iam melhorar, mas nossa condição foi piorando cada vez mais.” Com a chegada do segundo filho, um novo problema surgiu e, então, veio a separação.
“Fiquei sabendo de uma traição. Foi bem difícil. Uma coisa é ouvir alguém falar que algo está acontecendo e outra é ouvir da boca do seu marido.”
Depois de ficarem separados por um tempo, eles decidiram dar uma nova chance ao relacionamento. Foi quando ela engravidou do terceiro filho. A situação, no entanto, só piorou. “As brigas começaram a ser mais sérias e ele até corria atrás de mim com uma faca. Ele também deixava claro que saía com várias mulheres. Minha vida estava destruída e mal tínhamos o que comer. Meu filho mais velho se envolveu com drogas e começou a levar tudo de casa”, relembra. Foi quando, a convite de sua mãe, Rosângela decidiu ir à Universal.
Página virada
A partir daí, lhe foi ensinado o caminho do Altar e a vida de Rosângela começou a mudar. Foi no Altar que ela deixou para trás todo sofrimento e miséria. Ela entendeu que, ao se lançar, sua vida não tinha que ficar mais ou menos boa, mas precisava ficar ótima.
“Fiz vários votos com o Altar. Meu marido veio para a Igreja, entendeu a Fé e recebeu o Espírito Santo. Hoje, ele é uma pessoa de caráter, digno, carinhoso e presente. Meu filho, que foi internado em clínica de reabilitação, foi mudando aos poucos.
Fomos recebendo respostas a cada sacrifício que fazíamos, mas não na sequência desejada por nós. As coisas de Deus não são no nosso tempo, mas no dEle. É preciso confiar”, reforça.
Rosângela afirma que sua vida foi totalmente transformada.
“Consegui um trabalho e por meio dele conheci muitas pessoas e adquiri muita experiência. Hoje, somos empresários. Temos a nossa marmoraria, que está há cinco anos no mercado. Moramos bem e viajamos. Deus me deu uma família abençoada, carros, empresa, casamento restaurado e o meu maior tesouro: o Espírito Santo. Antes, eu achava que não poderia nem sonhar, mas hoje não tenho apenas sonhos, eu os realizo. Deus abriu a nossa mente e nos deu visão”, conclui.
Outra realidade
Christiane Ferraz Garcia, (foto abaixo) de 55 anos, cresceu com todo o conforto que a família poderia lhe dar. Ela conta que até os 7 anos sua infância foi tranquila. Mas seu pai, que era funcionário de um banco, teve depressão e foi internado. Os médicos chegaram a diagnosticá-lo com psicose maníaco-depressiva, quando a pessoa alterna períodos de depressão e de euforia.

Foi um período que trouxe muita dor e desespero à família. Ele tinha pensamentos suicídas e tirou a própria vida quando Christiane tinha 30 anos. “Ele tinha fortes crises e cheguei a interná-lo. Meu esposo e meu irmão o encontraram de bruços na cama. Na cozinha, havia cerca de 50 caixas de remédio vazias. Ele foi levado ao hospital, mas não resistiu.”
Herança maldita
Christiane herdou a depressão do pai. “Quando casei, sentia uma tristeza muito grande. Fui diagnosticada com depressão, tomava calmantes e fazia terapia.” Sua filha, Camila, apresentou o mesmo problema aos cinco anos. Na adolescência, a menina se automutilava. Aos 11 anos, ela desenvolveu transtorno obsessivo-compulsivo (TOC). “Chegamos a esconder todos os objetos cortantes de casa, mas ela se cortava até com uma lapiseira. Várias vezes chorava pedindo para morrer. Foi acompanhada por psicólogo, neuropsiquiatra, psicopedagoga, fonoaudióloga, fez terapia comportamental e tomava de nove a 12 comprimidos por dia”, descreve a mãe. Um dia Christiane recebeu o convite de uma amiga para ir à Universal e foi em uma sexta-feira.
Mudança
O sofrimento impedia Christiane de sonhar. “Não havia espaço para sonhos na minha vida porque eu só tinha tempo para administrar problemas e cuidar dos outros.” Depois de ouvir que o poder de Deus transformava qualquer situação, ela se entregou a Ele totalmente. “Quinze dias depois de ser batizada nas águas, eu não estava mais tomando calmante nem antidepressivos.
Interrompi as sessões de terapia após 23 anos. No Altar, também entendi que poderia buscar a cura da minha filha.”
Christiane considera que alcançou o que queria. Atualmente, trabalha como cake designer no ramo de decoração de festas e eventos. “Aprendi a usar a Fé e foi com ela que alcancei a cura da minha filha no Altar. Tenho uma família abençoada e na minha casa tem paz e harmonia. Meu filho é médico-cirurgião e minha filha se formou em psicologia. Ela é cheia do Espírito Santo, obreira e casada com um homem de Deus”, conclui.
O tempo de Deus
Todas essas pessoas citadas na reportagem mostram que confiaram no Altar de Deus. “O Altar não deve nada a ninguém. Você já viu Deus dever algo a alguém? Óbvio que não. O Altar representa o próprio Deus. Existe lugar mais seguro que este? Com certeza não, nEle está a nossa segurança! A pessoa que sacrifica precisa entender que o tempo de Deus não é o nosso e que, no momento certo, Ele cumprirá a Sua Palavra”, explica o Bispo Odivan Pagnocelli.
O Bispo diz que não existe outro caminho para realizar sonhos. “Nada que possamos sacrificar pode se comparar ao maior sacrifício que já existiu: o de Deus que deu seu único filho por amor a nós. ‘Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”. (João 3.16).
Em que você pensa?
Muitos pais não conseguem apagar de suas mentes a imagem de um filho drogado e há também muitas esposas que, ao fecharem os olhos, só conseguem enxergar o mau comportamento do marido.
Existem também pessoas submetidas à miséria que não se acham merecedoras de algo melhor financeiramente.
Elas talvez não estejam mais sonhando, mas existe uma orientação para elas na Palavra de Deus. Em Isaías 14.24 está descrito: “o Senhor dos Exércitos jurou, dizendo: Como pensei, assim sucederá, e como determinei, assim se efetuará.” Esse versículo representa o poder da Fé, que é a certeza de fatos que ainda não existem. Quem entende que a Fé torna possível a realização dos sonhos não tem medo de chegar ao Altar do Senhor dos Impossíveis. Os que confiam ao Altar a realização dos sonhos mais íntimos estão seguros que o tempo e as dificuldades não podem lhes deter.
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