Rede aleluia
São Paulo
Centro-Oeste
Distrito Federal
Brasília
Goiás
AnápolisGoiânia
Mato Grosso
Cuiabá
Mato Grosso do Sul
Campo Grande
Nordeste
Alagoas
Maceió
Bahia
Feira de SantanaIlhéusItabunaSalvador
Ceará
Fortaleza
Maranhão
São Luís
Paraíba
João Pessoa
Pernambuco
Recife
Piauí
Teresina
Rio Grande do Norte
Natal
Sergipe
Aracaju
Norte
Acre
Rio Branco
Amapá
Macapá
Amazonas
Manaus
Pará
Belém
Rondônia
Porto Velho
Roraima
Boa Vista
Tocantins
Palmas
Sudeste
Espírito Santo
Vitória
Minas Gerais
Belo HorizonteJuiz de ForaUberlândia
Rio de Janeiro
Angra dos ReisBarra MansaCabo FrioCampos dos GoytacazesMacaéRio de JaneiroVolta Redonda
São Paulo
AraçatubaAraraquaraBauruCampinasCatanduvaFrancaJaúJundiaíLimeiraMaríliaPiracicabaPresidente PrudenteRibeirão PretoSantosSão CarlosSão João da Boa VistaSão José do Rio PretoSão José dos CamposSão PauloSorocabaTaubatéVotuporanga
Sul
Paraná
CascavelCuritibaFoz do IguaçuLondrinaMaringáPonta Grossa
Rio Grande do Sul
PelotasPorto AlegreRio GrandeSanta Maria
Santa Catarina
BlumenauCriciúmaFlorianópolis

Notícias | 12 de janeiro de 2020 - 00:05


Prepare-se para enfrentar seus gastos

Saiba como ter controle financeiro e não cair em dívidas em 2020

O ano está começando e com ele já teremos contas a pagar. Só para citar algumas: a mensalidade, o uniforme, livros e outros materiais escolares dos filhos, que não são baratos. Vale a pena lembrar também dos impostos, como IPTU e IPVA, que sempre recebemos nesta época. Além disso, uma boa parcela da população também tem prestações de contas feitas anteriormente e que ainda não foram saldadas.

As confraternizações do final de 2019 também podem ter influenciado muito nas despesas pendentes.

Com tantos compromissos parece que o orçamento familiar não é suficiente? Para o educador e terapeuta financeiro Pedro Braggio, geralmente os gastos do começo do ano podem atrapalhar a economia do lar, mas o motivo para isso é muito simples: “o brasileiro tem dificuldade de controlar as finanças porque não tem a cultura de planejar os seus gastos nem sua vida financeira. Todo ano é a mesma coisa: os gastos são os mesmos e, quando sabemos quais eles são e temos um planejamento, eles não deveriam complicar o orçamento doméstico. Além disso, as pessoas que estão empregadas recebem 13º salário e esse dinheiro deveria fazer parte da antecipação de pagamento de alguns gastos do início do ano”, diz.

Gastos
Braggio afirma que para começar o planejamento financeiro é preciso saber quais são as entradas e saídas mensais de dinheiro.

“Geralmente, o brasileiro se lembra muito bem de quais são seus gastos fixos, como aluguel, financiamento de imóvel ou veículo, seguro do carro ou da casa, plano de saúde, mas se esquece dos gastos variáveis, como compras no supermercado e outras, alimentação fora de casa, presentes, etc. Marque tudo para ver se a saída de dinheiro não é maior do que a entrada. Caso isso não seja feito ou aconteça um déficit mensal, o endividamento vai ocorrer. É só uma questão de tempo para que a pessoa acabe buscando ajuda em instituições financeiras”, observa.

Braggio também recomenda que as pessoas tenham cuidado com o uso do cartão de crédito. “Avalie se o que está sendo comprado é algo realmente necessário. As compras com o cartão de crédito também precisam estar nesse planejamento e ele deve ser sempre atualizado, para que a pessoa não tenha uma surpresa quando a fatura chegar.” Ele ainda faz o seguinte alerta: “tome cuidado para não entrar no cheque especial. Compre à vista, pois, desta forma, você ficará um pouco mais apreensivo na hora da compra e, então, pensará muito mais antes de dar uma nota de dinheiro do que ao passar o cartão”.

Colchão financeiro
O especialista também salienta a necessidade de economizar algum dinheiro. “É importante ter o que chamo de colchão financeiro, que nada mais é do que uma reserva para que, se acontecer algum imprevisto, você não fique refém de bancos, de amigos ou até da família para ajudá-lo. Assim você paga a sua conta e depois devolve para a conta da reserva até de uma forma parcelada, conforme for, porque vai ficar devendo para si mesmo e não precisará pagar juros”, orienta.

Braggio explica que para conseguir fazer essa reserva é preciso colocá-la também como parte do orçamento. “O valor dela deve chegar no mínimo a três rendas mensais. Se a família ganha R$ 2 mil precisa acumular um valor de R$ 6 mil e, quando for preciso, usa o dinheiro para uma emergência ou uma viagem, por exemplo. As pessoas precisam cuidar do corpo, da mente, do espírito e também das finanças.

Elas precisam saber que é importante que estejam no comando financeiro e que isso lhes possibilitará cuidar com mais tranquilidade de suas famílias e de suas vidas”, conclui.


  • Eduardo Prestes / Foto: Getty Images / Arte: Éder Santos 


reportar erro