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Notícias | 28 de março de 2017 - 03:15


Leia a Bíblia em 1 ano – 87º dia

Êxodo 38, João 18 e Provérbios 15

“O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento…” Oséias 4.6

Conhecer a Bíblia é muito importante para todos nós, especialmente nos momentos mais difíceis de nossas vidas, pois Deus fala conosco por meio de Sua Palavra. O Espírito Santo nos conduz, nos orienta, e quando passamos por tribulações, Ele nos faz lembrar do que está escrito na Bíblia, de uma Palavra de Deus que nos conforte. Mas só nos lembraremos se tivermos conhecimento Dela.

Por isso, elaboramos um plano para que você leia a Bíblia em 1 ano. Se você ainda não começou, clique aqui e comece agora, não deixe para amanhã. Você verá o quanto isso transformará a sua vida.

Se você já está nesse propósito, acompanhe a leitura de hoje:

Êxodo 38

1. Fez também o altar do holocausto de madeira de acácia; de cinco côvados era o seu comprimento, e de cinco côvados a sua largura, era quadrado; e de três côvados a sua altura.

2. E fez-lhe as suas pontas nos seus quatro cantos; da mesma peça eram as suas pontas; e cobriu-o de cobre.

3. Fez também todos os utensílios do altar; os cinzeiros, e as pás, e as bacias, e os garfos, e os braseiros; todos esses pertences fez de cobre.

4. Fez também, para o altar, um crivo de cobre, em forma de rede, na sua cercadura em baixo, até ao meio do altar.

5. E fundiu quatro argolas para as quatro extremidades do crivo de cobre, para os lugares dos varais.

6. E fez os varais de madeira de acácia, e os cobriu de cobre.

7. E pôs os varais pelas argolas aos lados do altar, para com eles levar o altar; fêlo oco e de tábuas.

8. Fez também a pia de cobre com a sua base de cobre, dos espelhos das mulheres que se reuniam, para servir à porta da tenda da congregação.

9. Fez também o pátio do lado meridional; as cortinas do pátio eram de linho fino torcido, de cem côvados.

10. As suas vinte colunas e as suas vinte b a s e s eram de cobre; os colchetes destas colunas e as suas molduras eram de prata;

11. E do lado norte cortinas de cem côvados; as suas vinte colunas e as suas vinte bases eram de cobre, os colchetes das colunas e as suas molduras eram de prata.

12. E do lado do ocidente cortinas de cinqüenta côvados, as suas colunas dez, e as suas bases dez; os colchetes das colunas e as suas molduras eram de prata.

13. E do lado leste, ao oriente, cortinas de cinqüenta côvados.

14. As cortinas de um lado da porta eram de quinze côvados; as suas colunas três e as suas bases três.

15. E do outro lado da porta do pátio, de ambos os lados, eram cortinas de quinze côvados; as suas colunas três e as suas bases três.

16. Todas as cortinas do pátio ao redor eram de linho fino torcido.

17. E as bases das colunas eram de cobre; os colchetes das colunas e as suas mo l d ur a s eram de prata; e o revestimento dos seus capitéis era de prata; e todas as colunas do pátio eram cingidas de prata.

18. E a cobertura da porta do pátio era de obra de bordador, de azul, e de púrpura, e de carmesim, e de linho fino torcido; e o comprimento era de vinte côvados, e a altura, na largura, de cinco côvados, conforme as cortinas do pátio.

19. E as suas quatro colunas e as suas quatro bases eram de cobre, os seus colchetes de prata, e o revestimento dos seus capitéis, e as suas molduras, também de prata.

20. E todas as estacas do tabernáculo e do pátio ao redor eram de cobre.

21. Esta é a enumeração das coisas usadas no tabernáculo do testemunho, que por ordem de Moisés foram contadas para o ministério dos levitas, por intermédio de Itamar, filho de Arão, o sacerdote.

22. Fez, pois, Bezalel, o filho de Uri, filho de Hur, da tribo de Judá, tudo quanto o Senhor tinha ordenado a Moisés.

23. E com ele Aoliabe, filho de Aisamaque, da tribo de Dã, um mestre de obra, e engenhoso artífice, e bordador em azul, e em púrpura e em carmesim e em linho fino.

24. Todo o ouro gasto na obra, em toda a obra do santuário, a saber, o ouro da oferta, foi vinte e nove talentos e setecentos e trinta siclos, conforme ao siclo do santuário;

25. E a prata dos arrolados da congregação foi cem talentos e mil e setecentos e setenta e cinco siclos, conforme o siclo do santuário;

26. Um beca por cabeça, isto é, meio siclo, conforme o siclo do santuário; de todo aquele que passava aos arrolados, da idade de vinte anos para cima, que foram seiscentos e três mil e quinhentos e cinqüenta.

27. E houve cem talentos de prata para fundir as bases do santuário e as bases do véu; para as cem bases cem talentos; um talento para cada base.

28. E dos mil e setecentos e setenta e cinco siclos fez os colchetes das colunas, e cobriu os seus capitéis, e os cingiu de molduras.

29. E o cobre da oferta foi setenta talentos e dois mil e quatrocentos siclos.

30. E dele fez as bases da porta da tenda da congregação e o altar de cobre, e o crivo de cobre e todos os utensílios do altar.

31. E as bases do pátio ao redor, e as bases da porta do pátio, e todas as estacas do tabernáculo e todas as estacas do pátio ao redor.

João 18

1. Tendo Jesus dito isto, saiu com os seus discípulos para além do ribeiro de Cedrom, onde havia um horto, no qual ele entrou e seus discípulos.

2. E Judas, que o traía, também conhecia aquele lugar, porque Jesus muitas vezes se ajuntava ali com os seus discípulos.

3. Tendo, pois, Judas recebido a coorte e oficiais dos principais sacerdotes e fariseus, veio para ali com lanternas, e archotes e armas.

4. Sabendo, pois, Jesus todas as coisas que sobre ele haviam de vir, adiantouse, e disse-lhes: A quem buscais?

5. Responderam-lhe: A Jesus Nazareno. Disse-lhes Jesus: Sou eu. E Judas, que o traía, estava com eles.

6. Quando, pois, lhes disse: Sou eu, recuaram, e caíram por terra.

7. Tornou-lhes, pois, a perguntar: A quem buscais? E eles disseram: A Jesus Nazareno.

8. Jesus respondeu: vos disse que sou eu; se, pois, me buscais a mim, deixai ir estes;

9. Para que se cumprisse a palavra que tinha dito: Dos que me deste nenhum deles perdi.

10. Então Simão Pedro, que tinha espada, desembainhou-a, e feriu o servo do sumo sacerdote, cortando-lhe a orelha direita. E o nome do servo era Malco.

11. Mas Jesus disse a Pedro: Põe a tua espada na bainha; não beberei eu o cálice que o Pai me deu?

12. Então a coorte, e o tribuno, e os servos dos judeus prenderam a Jesus e o maniataram.

13. E conduziram-no primeiramente a Anás, por ser sogro de Caifás, que era o sumo sacerdote daquele ano.

14. Ora, Caifás era quem tinha aconselhado aos judeus que convinha que um homem morresse pelo povo.

15. E Simão Pedro e outro discípulo seguiam a Jesus. E este discípulo era conhecido do sumo sacerdote, e entrou com Jesus na sala do sumo sacerdote.

16. E Pedro estava da parte de fora, à porta. Saiu então o outro discípulo que era conhecido do sumo sacerdote, e falou à porteira, levando Pedro para dentro.

17. Então a porteira disse a Pedro: Não és tu também dos discípulos deste homem? Disse ele: Não sou.

18. Ora, estavam ali os servos e os servidores, que tinham feito brasas, e se aquentavam, porque fazia frio; e com eles estava Pedro, aquentando-se também.

19. E o sumo sacerdote interrogou Jesus acerca dos seus discípulos e da sua doutrina.

20. Jesus lhe respondeu: Eu falei abertamente ao mundo; eu sempre ensinei na sinagoga e no templo, onde os judeus sempre se ajuntam, e nada disse em oculto.

21. Para que me perguntas a mim? Pergunta aos que ouviram o que é que lhes ensinei; eis que eles sabem o que eu lhes tenho dito.

22. E, tendo dito isto, um dos servidores que ali estavam, deu uma bofetada em Jesus, dizendo: Assim respondes ao sumo sacerdote?

23. Respondeu-lhe Jesus: Se falei mal, dá testemunho do mal; e, se bem, por que me feres?

24. E Anás mandou-o, maniatado, ao sumo sacerdote Caifás.

25. E Simão Pedro estava ali, e aquentavase. Disseram-lhe, pois: Não és também tu um dos seus discípulos? Ele negou, e disse: Não sou.

26. E um dos servos do sumo sacerdote, parente daquele a quem Pedro cortara a orelha, disse: Não te vi eu no horto com ele?

27. E Pedro negou outra vez, e logo o galo cantou.

28. Depois levaram Jesus da casa de Caifás para a audiência. E era pela manhã cedo. E não entraram na audiência, para não se contaminarem, mas poderem comer a páscoa.

29. Então Pilatos saiu fora e disse-lhes: Que acusação trazeis contra este homem?

30. Responderam, e disseram-lhe: Se este não fosse malfeitor, não to entregaríamos.

31. Disse-lhes, pois, Pilatos: Levai-o vós, e julgai-o segundo a vossa lei. Disseram-lhe então os judeus: A nós não nos é lícito matar pessoa alguma.

32. (Para que se cumprisse a palavra que Jesus tinha dito, significando de que morte havia de morrer).

33. Tornou, pois, a entrar Pilatos na audiência, e chamou a Jesus, e disse-lhe:

Tu és o Rei dos Judeus?

34. Respondeu-lhe Jesus: Tu dizes isso de ti mesmo, ou disseram-to outros de mim?

35. Pilatos respondeu: Porventura sou eu judeu? A tua nação e os principais dos sacerdotes entregaram-te a mim. Que fizeste?

36. Respondeu Jesus: O meu reino não é deste mundo; se o meu reino fosse deste mundo, pelejariam os meus servos, para que eu não fosse entregue aos judeus; mas agora o meu reino não é daqui.

37. Disse-lhe, pois, Pilatos: Logo tu és rei? Jesus respondeu: Tu dizes que eu sou rei. Eu para isso nasci, e para isso vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade ouve a minha voz.

38. Disse-lhe Pilatos: Que é a verdade? E, dizendo isto, tornou a ir ter com os judeus, e disse-lhes: Não acho nele crime algum.

39. Mas vós tendes por costume que eu vos solte alguém pela páscoa. Quereis, pois, que vos solte o Rei dos Judeus?

40. Então todos tornaram a clamar, dizendo: Este não, mas Barrabás. E Barrabás era um salteador.

Provérbios 15

1. A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira.

2. A língua dos sábios adorna a sabedoria, mas a boca dos tolos derrama a estultícia.

3. Os olhos do Senhor estão em todo lugar, contemplando os maus e os bons.

4. A língua benigna é árvore de vida, mas a perversidade nela deprime o espírito.

5. O tolo despreza a instrução de seu pai, mas o que observa a repreensão se haverá prudentemente.

6. Na casa do justo há um grande tesouro, mas nos ganhos do ímpio há perturbação.

7. Os lábios dos sábios derramam o conhecimento, mas o coração dos tolos não faz assim.

8. O sacrifício dos ímpios é abominável ao Senhor, mas a oração dos retos é o seu contentamento.

9. O caminho do ímpio é abominável ao Senhor, mas ao que segue a justiça ele ama.

10. Correção severa há para o que deixa a vereda, e o que odeia a repreensão morrerá.

11. O inferno e a perdição estão perante o Senhor; quanto mais os corações dos filhos dos homens?

12. O escarnecedor não ama aquele que o repreende, nem se chegará aos sábios.

13. O coração alegre aformoseia o rosto, mas pela dor do coração o espírito se abate.

14. O coração entendido buscará o conhecimento, mas a boca dos tolos se apascentará de estultícia.

15. Todos os dias do oprimido são maus, mas o coração alegre é um banquete contínuo.

16. Melhor é o pouco com o temor do Senhor, do que um grande tesouro onde há inquietação.

17. Melhor é a comida de hortaliça, onde há amor, do que o boi cevado, e com ele o ódio.

18. O homem iracundo suscita contendas, mas o longânimo apaziguará a luta.

19. O caminho do preguiçoso é cercado de espinhos, mas a vereda dos retos é bem aplanada.

20. O filho sábio alegra seu pai, mas o homem insensato despreza a sua mãe.

21. A estultícia é alegria para o que carece de entendimento, mas o homem entendido anda retamente.

22. Quando não há conselhos os planos se dispersam, mas havendo muitos conselheiros eles se firmam.

23. O homem se alegra em responder bem, e quão boa é a palavra dita a seu tempo!

24. Para o entendido, o caminho da vida leva para cima, para que se desvie do inferno em baixo.

25. O Senhor desarraiga a casa dos soberbos, mas estabelece o termo da viúva.

26. Abomináveis são para o Senhor os pensamentos do mau, mas as palavras dos puros são aprazíveis.

27. O que agir com avareza perturba a sua casa, mas o que odeia presentes viverá.

28. O coração do justo medita no que há de responder, mas a boca dos ímpios jorra coisas más.

29. O Senhor está longe dos ímpios, mas a oração dos justos escutará.

30. A luz dos olhos alegra o coração, a boa notícia fortalece os ossos.

31. Os ouvidos que atendem à repreensão da vida farão a sua morada no meio dos sábios.

32. O que rejeita a instrução menospreza a própria alma, mas o que escuta a repreensão adquire entendimento.

33. O temor do Senhor é a instrução da sabedoria, e precedendo a honra vai a humildade.

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  • Da Redação 


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