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Notícias | 17 de fevereiro de 2020 - 13:22


“Invisto na minha vida amorosa ou a esqueço?”

Aluna – Tenho 42 anos, mas ainda não apareceu ninguém para eu me casar. Sei que a minha Salvação é a prioridade, mas sinto falta de alguém para compartilhar a vida. Invisto na minha vida amorosa ou a esqueço?

RENATO – Hoje, as pessoas dizem que ficaram anos se dedicando ao trabalho, aos filhos, aos cachorros, às plantas, aos gatos, aos estudos e a tudo que não é relacionado à vida amorosa e se encontram sozinhas, talvez separadas e divorciadas. Mas, depois, acordam e dizem que se esqueceram por muito tempo dessa área. No passado, a família era muito importante. A união entre seus membros transmitia segurança e prosperidade. Então, se houvesse algum problema de dinheiro ou comida, por exemplo, um familiar apoiava o outro. Por mais que tivessem problemas, as famílias procuravam ficar juntas, porque a separação representava perigo. Ninguém queria morar sozinho no meio do deserto porque as cidades não eram grandes, não eram tão desenvolvidas e não existiam leis. Então, por milhares de anos, a família foi valorizada como uma forma de sobrevivência. Hoje, esse modelo mudou. O que as pessoas estão fazendo?

Estão focando toda a sua energia no trabalho e nos estudos, sendo que no passado ela era usada para construir a família. Agora, a força da pessoa é voltada ao crescimento intelectual para que ela possa trabalhar e ganhar bastante dinheiro porque é só dessa forma que ela se sente segura.

CRISTIANE – Hoje, as pessoas colocam a dependência afetiva em coisas externas, pensam que estão controladas e deixam para o futuro a decisão de fazer algo a respeito da vida amorosa. Então, ficam com várias pessoas, trocam de parceiros e entram em relacionamentos que não têm futuro. Depois percebem que a necessidade afetiva dói muito, principalmente quando se sentem solitárias e precisando de alguém para compartilhar algo. Pode até ser que elas vençam ao passar por uma situação difícil na vida, mas, quando olham para os lados, não veem ninguém para compartilhar aquilo que conquistaram nem têm ninguém para abraçar. Então são essas necessidades afetivas que as pessoas normalmente não pensam nem gostam de pensar.

RENATO – Por que isso acontece? Porque as pessoas não priorizaram essa parte de suas vidas. Como você, Luna, que disse que esqueceu de procurar alguém. Com certeza você focou em outras coisas. Não apareceu um homem digno, que pudesse fazer você feliz, porque você estava olhando para outro lugar, para outras coisas e não deu atenção a isso. Você não quis investir no relacionamento. Agora você tem que focar na sua vida amorosa. Quando eu digo focar não é ter ansiedade pela vida amorosa porque isso só vai fazer você errar. Não é desespero, é foco. E foco significa o quê? É priorizar essa parte cuidando de você em primeiro lugar, se tornando uma pessoa que vai atrair os olhos do sexo oposto e que vai estar aberta para novas oportunidades. Deixe pessoas de sua confiança saberem que agora você está em uma fase da sua vida em que quer encontrar alguém.

CRISTIANE – Muitas pessoas perdem oportunidades por causa da timidez. Por causa da timidez, não conseguem nem olhar para uma pessoa. Quantas mulheres, por exemplo, se escondem atrás de roupas, não se cuidam e não investem em si mesmas também por causa da timidez? Elas vivem isoladas em um canto e em suas vidinhas. Pode ser que isso tenha acontecido com você também, Luna. Pode ser que você tenha sido assim por 42 anos. Você precisa entender que chega um momento que, por mais que a timidez possa ser uma de suas características, ela acaba lhe fazendo mal. Então, é algo que precisa ser mudado também, se for o caso.


  • Kaline Tascin / Foto: Getty Images 


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