Rede aleluia
“Inconscientemente, estava cortando fisicamente meu verdadeiro eu”, lamenta ex-transgênero
São Paulo
Centro-Oeste
Distrito Federal
Brasília
Goiás
AnápolisGoiânia
Mato Grosso
Cuiabá
Mato Grosso do Sul
Campo Grande
Nordeste
Alagoas
Maceió
Bahia
Feira de SantanaIlhéusItabunaSalvador
Ceará
Fortaleza
Maranhão
São Luís
Paraíba
João Pessoa
Pernambuco
GaranhunsRecife
Piauí
Teresina
Rio Grande do Norte
Natal
Sergipe
Aracaju
Norte
Acre
Rio Branco
Amapá
Macapá
Amazonas
Manaus
Pará
Belém
Rondônia
Porto Velho
Roraima
Boa Vista
Tocantins
Palmas
Sudeste
Espírito Santo
Vitória
Minas Gerais
Belo HorizonteJuiz de ForaUberlândia
Rio de Janeiro
Angra dos ReisBarra MansaCampos dos GoytacazesMacaéRio de JaneiroVolta RedondaCabo Frio
São Paulo
AraçatubaAraraquaraBauruCampinasCaraguatatubaCatanduvaFrancaJaúJundiaíLimeiraMaríliaPiracicabaPraia GrandePresidente PrudenteRibeirão PretoSantosSão CarlosSão José do Rio PretoSão José dos CamposSão PauloSorocabaTaubatéVotuporanga
Sul
Paraná
CascavelCuritibaFoz do IguaçuLondrinaMaringáPonta Grossa
Rio Grande do Sul
PelotasPorto AlegreRio GrandeSanta Maria
Santa Catarina
Baln. CamboriúBlumenauCriciúmaFlorianópolis

Notícias | 23 de Setembro de 2022 - 00:51


“Inconscientemente, estava cortando fisicamente meu verdadeiro eu”, lamenta ex-transgênero

Jovem americana, de 18 anos, se arrepende de ter feito cirurgia de redesignação. Conheça sua história

“Inconscientemente, estava cortando fisicamente meu verdadeiro eu”, lamenta ex-transgênero

Em meio a novas leis que normalizam a ideologia de gênero e facilitam a transição de gênero ao redor do mundo, novos casos de pessoas arrependidas de terem feito tratamento hormonal e cirurgias para transformar o corpo também surgem. Como o caso da jovem americana Chloe Cole.

Entenda o caso:

Chloe Cole é uma garota, ex-transgênero, de apenas 18 anos, que após ter se arrependido de ter feito terapia hormonal e realizar a retirada dos próprios seios cirurgicamente, faz apelo ao governo dos Estados Unidos.

Ela pede que os estados tornem mais difíceis a terapia hormonal e cirurgia de redesignação para menores de idade. Isso por conta da sua própria experiência e argumentando que uma criança não tem condições de tomar uma decisão definitiva na vida.

O que aconteceu:

Imagem de Chloe Cole em audiência de apelo aos estados dos EUA

Entre os 13 e 16 anos, ela passou a se identificar como homem e assim recebeu autorização para tomar hormônios masculinos e retirar os seios em cirurgia. “Meus pais me levaram a um terapeuta que afirmou minha identidade masculina. E o terapeuta não se importou com a causalidade ou me encorajou a aprender a ficar confortável em meu corpo. Ele ignorou as preocupações dos meus pais sobre a eficácia dos hormônios, bloqueadores da puberdade e cirurgias”, relatou ela.

Em seguida, ela já passou por consultas com endocrinologista e começou a tomar bloqueadores da puberdade e testosterona injetável. Seu terapeuta, inclusive, disse aos seus pais, que se ela não prosseguisse com isso poderia cometer suicídio.

“Inconscientemente, estava cortando fisicamente meu verdadeiro eu do meu corpo, de forma irreversível e dolorosa”, disse ela, depois de arrependida.

E detalhou as consequências de sua decisão precipitada: “Eu nunca serei capaz de amamentar uma criança. Tenho coágulos de sangue na urina. Não consigo esvaziar completamente a bexiga”, contou.

Agora, tudo que Cole deseja é que o que aconteceu com ela não se repita com outras garotas.

Último discurso:

  • Recentemente ela discursou em uma conferência de imprensa em frente ao Capitólio dos Estados Unidos, em apoio à Republicana Marjorie Taylor Greene.
  • O objetivo era colaborar com um novo projeto de lei que visa proteger os menores de acesso aos tratamentos médicos que alteram de forma permanente o corpo e a vida, dos quais, podem se arrepender mais tarde.
  • “Como chegamos ao ponto em que quase todas as instituições pediátricas do país consideram como melhor prática remover o tecido mamário saudável das crianças enquanto administramos medicamentos normalmente usados para castrar quimicamente criminosos sexuais de alto risco?”, questionou Cole.

O que analisar:

A discussão sobre a capacidade de uma criança tomar decisões que irão afetar de forma definitiva toda a sua vida ganha, cada vez mais, relevância. 

E especialistas conscientes já alertam que crianças e adolescentes não podem escolher se querem ser homens ou mulheres até que cheguem à fase adulta. “Isso é muito sério e complicado, pois a criança ainda está em desenvolvimento, precisa adquirir a maturidade e ser avaliada por uma equipe multidisciplinar, para tomar essa decisão”, alertou a psicóloga e especialista em educação sexual, Mary Neide Figueiró, durante participação no programa Fala Que Eu Te Escuto.

Já para Edilene Helvecio, professora de educação infantil, a ideologia de gênero vai contra a ciência. “As pessoas que criaram essa ideologia querem propor uma verdade acima do que já existe e todo mundo tem que aceitar, mas vai até contra a ciência”, disse ela. 

Documentário “O Vestido Roxo”

Para entender mais sobre casos de pessoas que se arrependeram da transição de gênero, o documentário “O Vestido Roxo”  conta a história real de Walt Heyer. Ele descreveu sua experiência ao mudar de gênero e voltar ao gênero em que nasceu. Na produção são dados detalhes da sua vida e como hoje, casado e feliz, consegue ajudar outras pessoas que estão passando pelo mesmo problema. 

O Vestido Roxo está disponível na plataforma Univer Vídeo, que possui uma coletânea de filmes, séries, documentários e programas edificantes para a fé cristã. Clique aqui e assine.

Veja também:

Jovem relata arrependimento após passar por cirurgia de transição de gênero

Crianças com autonomia para escolher o próprio gênero: é justo ou um crime?

Alemanha permite mudança de gênero a cada ano


“Inconscientemente, estava cortando fisicamente meu verdadeiro eu”, lamenta ex-transgênero
  • Redação / Foto: iStock e Reprodução 


reportar erro