Rede aleluia
Essa doença silenciosa merece a sua atenção
São Paulo
Centro-Oeste
Distrito Federal
Brasília
Goiás
AnápolisGoiânia
Mato Grosso
Cuiabá
Mato Grosso do Sul
Campo Grande
Nordeste
Alagoas
Maceió
Bahia
Feira de SantanaIlhéusItabunaSalvador
Ceará
Fortaleza
Maranhão
São Luís
Paraíba
João Pessoa
Pernambuco
Recife
Piauí
Teresina
Rio Grande do Norte
Natal
Sergipe
Aracaju
Norte
Acre
Rio Branco
Amapá
Macapá
Amazonas
Manaus
Pará
Belém
Rondônia
Porto Velho
Roraima
Boa Vista
Tocantins
Palmas
Sudeste
Espírito Santo
Vitória
Minas Gerais
Belo HorizonteJuiz de ForaUberlândia
Rio de Janeiro
Angra dos ReisBarra MansaCabo FrioCampos dos GoytacazesMacaéRio de JaneiroVolta Redonda
São Paulo
AraçatubaAraraquaraBauruCampinasCatanduvaFrancaJaúJundiaíLimeiraMaríliaPiracicabaPraia GrandePresidente PrudenteRibeirão PretoSantosSão CarlosSão João da Boa VistaSão José do Rio PretoSão José dos CamposSão PauloSorocabaTaubatéVotuporanga
Sul
Paraná
CascavelCuritibaFoz do IguaçuLondrinaMaringáPonta Grossa
Rio Grande do Sul
PelotasPorto AlegreRio GrandeSanta Maria
Santa Catarina
BlumenauCriciúmaFlorianópolis

Notícias | 1 de dezembro de 2019 - 00:05


Essa doença silenciosa merece a sua atenção

A osteoporose acomete homens e mulheres. Saiba mais

Essa doença silenciosa merece a sua atenção

A osteoporose é uma doença silenciosa e isso dificulta seu diagnóstico. Ela é caracterizada pela perda de massa óssea, o que a torna a principal causa de fraturas na população acima de 50 anos, pois provoca mudanças no formato dos ossos, o que compromete a força e o equilíbrio.

Segundo a Federação Internacional da Osteoporose (IOF na sigla em inglês), a doença atinge cerca de 200 milhões de mulheres no mundo. No Brasil, de acordo com dados do Ministério da Saúde, o problema afeta 10 milhões de pessoas, especialmente mulheres na pós-menopausa, mas não são somente elas que sofrem com esse problema. A doença acomete de 10% a 15% dos homens com mais de 65 anos. Segundo a IOF, as complicações das fraturas nos homens podem até ser mais graves.

Em entrevista à BBC Brasil, o reumatologista Charlles Heldan de Moura Castro, presidente da Associação Brasileira de Avaliação Óssea e Osteometabolismo (Abrasso) e professor-adjunto da disciplina de Reumatologia da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (EPM-Unifesp), afirma que os homens têm uma vantagem: “a geometria dos seus ossos. Eles são maiores e mais fortes, mas, pelo fato de demorarem mais a procurar o médico, também obtêm um diagnóstico tardio, feito normalmente depois do aparecimento de alguma fratura”, explica.

Além do sexo e da idade, existem outros fatores de risco para o desenvolvimento da doença. De acordo com o Ministério da Saúde, o principal é a deficiência de cálcio, provocada por dieta pobre no mineral ou por alguma síndrome de má absorção como, por exemplo, a doença celíaca, inflamação intestinal provocada pela ingestão de glúten. O histórico familiar, o baixo peso, o sedentarismo, o tabagismo, o consumo excessivo de bebidas alcoólicas, o uso prolongado de medicamentos à base de corticoide e a baixa exposição à luz solar também são causas prováveis. Ainda entram na lista: ser portador de doenças como artrite reumatoide, aids, diabetes e alguns tipos de câncer, ter deficiência ou excesso de certos hormônios e ter se submetido a cirurgia bariátrica.


Essa doença silenciosa merece a sua atenção
  • Eduardo Prestes / Arte: Edi Edson 


reportar erro