Eles garantem: “Minha vida mudou através da Fogueira Santa”
Pessoas que viviam entre derrotas e tristezas tiveram suas vidas transformadas por meio de uma atitude de Fé. Descubra o que elas fizeram para alcançar o sucesso
Há dois anos, a vida da empresária Andreia Moreira Vitor, (foto abaixo) de 43 anos, se resumia a colecionar tristezas. A maior delas era conviver com um sangramento diário que a levou a ter anemia. Além dos problemas de saúde, as desilusões amorosas e as dificuldades financeiras a fizeram pensar em tirar sua vida e a do seu filho. “Eu era uma mulher muito triste. Tinha me divorciado e tive que criar meu filho sozinha.

A miséria ganhou espaço em nossa vida. Cheguei a ponto de pedir comida para os vizinhos porque não tinha dinheiro para fazer compras.
Quando adoeci, fiquei desesperada e só queria morrer.”
Andreia conseguiu uma consulta pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para investigar a causa do sangramento. O médico constatou que ela estava com um cisto hemorrágico do tamanho de uma laranja. “Ele falou que o cisto estava prestes a estourar e que eu precisaria operar.
Porém, no meu caso, a cirurgia seria de alto risco e eu poderia morrer durante a operação. Naquele momento me dei conta de que não queria morrer. Eu queria ser feliz, prosperar e me curar.”
Foi quando a mãe dela lhe pediu que buscasse ajuda espiritual antes de tomar uma decisão. “Não gostava muito da Universal por tudo que eu lia nos jornais, mas fui à reunião como última tentativa de mudar de vida”, conta.
Ela foi em julho e a igreja estava em campanha da Fogueira Santa. Andreia diz que não poderia ter escolhido melhor época . “Me recordo que na pregação o pastor parecia que sabia da minha vida. Até pensei: ‘não acredito que minha mãe falou com ele’. Ele dizia assim ‘você, de repente, está como a mulher hemorrágica, precisa de uma cura…’ Me identifiquei com tudo o que ele dizia.”
Mesmo sem entender direito, Andreia creu no que ouviu e se lançou no Altar. “Eu comecei a fazer o tratamento com a água do milagre e aceitei o desafio da campanha. Vivi a Fé da Fogueira Santa com todas as forças porque precisava de uma resposta do Altíssimo.”
Ela conta que quando decidiu subir no Altar e entregar seu sacrifício com o pedido sentiu uma mudança incrível. “As dores que sempre sentia desapareceram. Apesar de ser tão nova na Fé, Deus me curou. Ele honrou minha Fé e minha sinceridade”, declara.
Quando voltou para casa, Andreia ainda teve que lidar com a falta de dinheiro. “Permaneci alguns dias sem ter o que comer, mas confiei que Deus agiria. Pouco tempo depois, minha avó ofereceu uma casa dela para morarmos e eu não precisaria mais pagar aluguel. Vi naquele convite uma porta que Deus estava abrindo para mim e para meu filho.”
Dias depois, ela conseguiu um emprego e sua vida foi sendo transformada pouco a pouco. “Depois fui promovida e passei a ganhar melhor. Os problemas emocionais e os pensamentos de suicídio desapareceram. É claro que depois que fiz o voto tive que confiar. Além disso, me batizei nas águas e busquei o Espírito Santo.”
Andreia afirma que sempre fica na expectativa da chegada da Fogueira Santa. “Hoje sou proprietária de uma cafeteria na zona sul de Manaus, tenho uma família abençoada e meu filho está firme na Fé. Tudo isso não é nada perto do que Deus fez no meu interior. Vivemos de Fé em Fé, de sacrifício em sacrifício, e é por isso que posso dizer que somos felizes e abençoados”, destaca.
Sacrifício sincero
Andreia não é o único exemplo de quem venceu por meio da Fé sacrificial. Todos os anos milhares de pessoas sobem no Altar determinadas a ter uma nova vida. Para o Bispo Edir Macedo, a atitude de participar da Fogueira Santa só se torna efetiva se houver sinceridade. “O Espírito Santo está vendo a nossa sinceridade e simplicidade. Então, os que são sinceros, ainda que pecadores, têm sua oração ouvida por Deus tanto quanto Ele ouve a minha. O problema das pessoas que não possuem a Fé sobrenatural é a falta de sinceridade diante de Deus. É por isso que existe o Altar do sacrifício: para separar os sinceros dos fingidos. No Altar do sacrifício, só quem é sincero sacrifica; quem não é finge que sacrifica, mas Deus sabe.”
O comendador e gestor tributário Thiago Nunes Matiuci, (foto abaixo) de 36 anos, relembra os dias difícieis que ele e sua esposa, Edelita Matiuci, passaram. “Morávamos tão mal que certa noite minha esposa acordou com um rato andando em cima dela. Naquele momento pensei que precisava fazer algo para mudar aquela situação. Colecionávamos derrotas. Trabalhávamos como funcionários, mas isso não impediu que acumulássemos dívidas. Infelizmente, o dinheiro não rendia e chegamos a ser despejados por não conseguirmos pagar o aluguel.”

O casal morava de favor na casa dos pais de Edelita e dormia em um colchão. “Por ser zona rural, muitos bichos entravam no local e quando vi aquele rato me revoltei. Não dava mais para viver daquele jeito. Éramos trabalhadores e não tínhamos condição para nada”, relata Thiago.
Diante de tudo que estavam vivendo, Edelita, que já tinha ouvido falar da Universal, decidiu assistir uma reunião. “Ela me convidou para ir e aceitei. Foi lá que aprendi por meio da Palavra de Deus que aquilo que estava acontecendo em nossas vidas não era da vontade dEle e que Ele prometia, por meio da nossa Fé, uma vida com qualidade. Entendemos que deveríamos colocar toda nossa força no Altar de Deus.
Nos lançamos sem medo e sem dúvidas, pois já tínhamos feito muito para homens e não tínhamos recebido nenhum retorno.”
Quando o casal agiu de maneira sincera, viu o poder de Deus se manifestar. “Pegamos o que era mais valioso para nós, o nosso tudo, e sacrificamos. Ficamos na dependência do Altar. Muitos nos chamaram de loucos, fomos criticados, mas nós demos crédito à Palavra de Deus. Estávamos cansados da vida de humilhação, de miséria e de vergonha.”
E a resposta não tardou a chegar: “a transformação em nossa vida foi rápida, pois ficamos na total dependência de Deus. Algum tempo depois, minha esposa conseguiu um emprego e começou a bater todas as metas e ficou em posição de destaque. Os holerites dela vinham com salário dobrado em um único mês. Eu abri meu próprio negócio, comecei a captar clientes e a crescer.”
Hoje, Thiago conta que eles conquistaram muito mais do que dinheiro. “Rapidamente pagamos todas as dívidas e compramos nosso apartamento em uma excelente área. Morávamos com os ratos e dormíamos no chão duro, com o rosto no pó, mas Deus transformou nossa história de forma maravilhosa. Os amigos e familiares ficaram espantados com os acontecimentos. Hoje temos um grupo de empresas de diversos ramos e geramos empregos. Posso dizer que somos prósperos não pelas conquistas que obtivemos, mas porque entregamos nossa vida no Altar.”
Quando Thiago achou que nada mais pudesse acontecer, Deus seguiu agindo em sua vida. “Neste ano me tornei comendador tributário, titulado dentro do Plenário Federal em Brasília. Pela Fé no Altar de Deus, tenho visto todas as promessas dEle se cumprirem em minha vida, sendo que a principal é o Espírito Santo. É Ele, somente Ele, que nos faz prósperos. Nada do que temos hoje se compara com a alegria de ter o Espírito do Senhor conosco.”
Fé que liberta
Embora muitas pessoas subam no Altar em busca de uma mudança material, a comerciante Jussara Grochopf Muniz, de 54 anos, tinha outros objetivos. O grande problema de sua vida era conviver diariamente com visão de vultos e perturbações espirituais. “Eu tinha um vazio dentro de mim. Toda noite, quando ia deitar, ouvia vozes e via vultos. Com isso, não conseguia dormir e desenvolvi insônia e depressão.”
Foram muitas madrugadas em claro e Jussara se recorda que em uma delas encontrou na televisão um programa diferente de tudo que já tinha assistido. “Lembro que, mudando de canal, parei em uma oração que um pastor da Universal estava fazendo. Aquela oração me chamou atenção, mas ainda assim eu estava muito mal. No dia seguinte, estava decidida a dar fim à minha vida e à dos meus filhos.
Cheguei a entrar na contramão com o carro, desisti e estacionei. Do lado do local que parei havia coincidentemente uma Igreja Universal e decidi entrar.”
Naquele dia, o pastor estava falando da Fogueira Santa e da importância do sacrifício. “Era uma reunião de libertação. Para ser sincera, eu não entendia muito bem, mas vi ali uma oportunidade de mudança de vida. Sabia que tinha que colocar a Fé em prática. Aprendi a usá-la de forma inteligente. Consegui realizar o meu sacrifício e tudo tinha mudado quando desci do Altar.”
Jussara conta que depois dessa atitude ficou livre do que a atormentava. “Passei a dormir melhor, nunca mais vi vultos ou ouvi vozes e nasceu em mim uma imensa vontade de viver. Eu tinha a felicidade que só Deus poderia me dar. De lá pra cá tudo se transformou e sou outra pessoa. Vivo de Fé em Fé com a minha vida no Altar do sacrifício.”
O valor de entrega da vida
A médica Thamy Pelatieri Ceneloi Fagundes, (foto abaixo) de 34 anos, chegou a participar de algumas Fogueiras Santas, mas não via as respostas que buscava. Ela achava que conhecia a Deus, mas quando olhou para sua vida amorosa entendeu que não havia se entregado completamente.

“Toda família do meu pai passou por divórcios. Isso também aconteceu com meus pais e, por isso, cresci muito emotiva, carente e vazia.
Aos 11 anos, comecei a frequentar a Universal com a minha mãe. No entanto vivi um longo período no engano: eu achava que era convertida, quando, na verdade, usava os estudos – e não a Fé – como uma forma de escape para os meus problemas.”
Ao ver sua irmã também se divorciar, Thamy foi conversar com ela e ela disse que iria buscar ajuda em Deus. “Ela começou a frequentar a Universal para buscar ajuda. Vendo aquela situação, olhei para dentro de mim mesma e entendi que não era convertida. Assim, decidi ir a uma reunião de libertação. Já tinha feito várias Fogueiras Santas, mas aquela foi diferente.”
A diferença foi que Thamy colocou sua vida no Altar com seu sacrifício. “Eu fiz meu voto para agradar a Deus em primeiro lugar e, depois, pela minha vida amorosa. Coloquei no Altar minha vida e o meu futuro.”
Algum tempo depois, ela conheceu o publicitário Sergio Fagundes, que também tinha sacrificado na Fogueira Santa. “Ele foi uma resposta do meu sacrifício. O Sérgio também estava focado em agradar a Deus e em construir uma família pautada na Palavra dEle. Assim, começamos a conversar, namoramos e casamos em outubro. Hoje, temos a nossa família e seguimos firmes na Fé sacrificial.”
Por que sacrificar se Jesus já se sacrificou?
O Bispo Renato Cardoso explica que muitos não entendem a diferença entre sacrifício por pecado e o sacrifício por prova. “Quando o Senhor Jesus foi para a cruz Se sacrificar por nós, Seu sacrifício foi por nossos pecados. Ele foi o Cordeiro oferecido pelo Pai como nosso Substituto. Desde então, não é mais preciso sacrificar por pecados: basta crer, aceitar a Oferta do Pai e viver a vida em obediência à Sua Palavra para receber o perdão e a Salvação.”
O Bispo afirma que o sacrifício por pecado era apenas um tipo de sacrifício. “Vemos provas de Fé sendo exigidas e praticadas também no Novo Testamento, como na história do jovem rico (Lucas 18.22), de Zaqueu (Lucas 19.8), da Igreja Primitiva (Atos 4.34) e o conselho de Paulo (2 Coríntios 8.8), entre tantos outros. Quando Deus pediu que Abraão desse Isaque como sacrifício não foi porque Abraão estivesse em pecado, mas para que provasse sua Fé. O mesmo ocorreu quando pediu a Gideão o segundo boi de seu pai. Não foi um sacrifício por pecado, mas uma prova de sua dependência dEle.”
Sendo assim, esse tipo de sacrifício para provar a Fé nunca foi abolido. “É tão necessário e real hoje quanto foi desde os primórdios do Gênesis”, conclui o Bispo Renato Cardoso.
Além disso, o Bispo Edir Macedo acrescenta que a Fé sem sacrifício só serve para iludir. “Sacrifício é o que identifica e prova a existência da Fé. Sem o sacrifício, a Fé é cega.”
Sem sacrifício não há vitória em nenhuma área da vida nem mesmo conquista da Eternidade. E, quando pensamos em tudo que o Senhor Jesus fez por nós, todas as renúncias que temos que fazer são realizadas por gratidão e não por obrigação.
A vida no Altar não é uma forma de barganhar com Deus. A Fogueira Santa nada mais é do que uma maneira de mostrar o quanto somos gratos por quem o Senhor é e não apenas um modo de conseguirmos bênçãos.
Mas para praticar a Fé sobrenatural e ser a própria bênção é preciso, além de sacrificar, confiar e, acima de tudo, amar e obedecer à Palavra de Deus.
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