Eles cansaram da vida que levavam
Conheça histórias de pessoas que decidiram colocar um ponto final nos seus problemas e hoje desfrutam do melhor em todas as áreas de suas vidas
Você sabe o que é o Monte Sinai e o que ele representa? Nele foi firmada a aliança entre Deus e o povo de Israel. Foi lá que Deus apareceu para Moisés e lhe concedeu poder e autoridade para libertar o povo hebreu que vivia na escravidão no Egito. Este lugar conserva a mesma riqueza espiritual que tinha quando Deus ali se revelou a Moisés. Quer saber por quê?
O monte dos impossíveis
Há três tipos de pessoas no mundo: aquelas que gemem, sofrem caladas e esperam pela sorte; as que gemem e suplicam aos deuses e ao mundo por ajuda; e as que gemem e, inteligentemente, direcionam seu clamor ao Único Deus Vivo e Verdadeiro.
O Monte Sinai é onde Deus desceu para responder àqueles que fazem parte do terceiro grupo.
Trata-se de um lugar fisicamente deserto, mas espiritualmente cheio da presença do Altíssimo. Lá, Deus disse a Moisés: “…farei diante de todo o teu povo maravilhas que nunca foram feitas em toda a terra, nem em nação alguma; de maneira que todo este povo, em cujo meio tu estás, veja a obra do Senhor.” (Êxodo 34.10).
É com este mesmo intuito que surge a Fogueira Santa do Monte Sinai. A campanha, realizada pela Universal, é direcionada àqueles que creem nas promessas de Deus e buscam uma vida completa. Assim como o povo de Israel precisava de uma transformação – deixar de ser escravo e conquistar a liberdade –, muitos precisam alcançar seus objetivos de vida. Quantas pessoas são escravas das dívidas, dos vícios, das doenças, das traições e de problemas em todas as áreas?
O Bispo Edir Macedo dá mais detalhes desse propósito em seu blog: “a Fogueira Santa é um ato puramente de Fé. Quem crê, vai; quem não crê, fica. Quem crê e quem não crê? A atitude de cada um demonstra se crê ou não.”
A chance de mudar
A campanha é definida pelo sacrifício do tudo do ser humano pelo tudo de Deus. O Bispo Edir Macedo explica que na Fogueira Santa usamos a nossa Fé para chamar atenção de Deus. Por essa razão, não pode ser oferecida ao Senhor qualquer coisa. Tem que ser um sacrifício especial, mas nem todos têm Fé para fazer isso.
Os que participam desse ato de Fé são tocados pelo Espírito Santo e agem a crença e esse toque Divino, naturalmente, se dá por conta da intenção do coração conhecido por Deus. “Como se excluir quando se é tocado por Deus? Impossível. Os excluídos não foram tocados e por isso não agiram a Fé”, diz o Bispo Macedo.
O Bispo aborda que o sacrifício é necessário, pois essa atitude desperta a Fé da pessoa e dá a ela forças para conquistar o que almeja.
“Cada um faz o sacrifício de acordo com as suas condições. Não existe uma regra, porém ele deve representar toda sua força naquilo que você deseja”, afirma o Bispo.
Por isso, a Universal está vivendo a campanha da Fogueira Santa no Sinai, o Monte dos Impossíveis, mesmo local onde a força de Deus foi evidenciada na vida do povo de Israel e o mesmo ocorrerá na vida daqueles que creem. O segredo é obedecer à Voz de Deus.
Transformação
Foi o que fez o empresário Gilson Aparecido Thomaiz, (foto abaixo) de 51 anos. Ele passou a juventude acompanhando o pai que frequentava o espiritismo e confessa que não entendia muito bem o que eram aqueles encontros, pois se sentia um peixe fora d’água. Um dia, Gilson foi informado pelos espíritos de que teria uma fazenda e não demorou muito para que o pai comprasse a propriedade para ele, mas um problema financeiro com o pagamento de juros altos colocou a posse das terras em risco.

Uma amiga de Gilson, que frequentava a Universal, convidou a mãe dele para lutar por esse problema financeiro na corrente de
segunda-feira. “Minha mãe foi com toda documentação das dívidas e já na quarta-feira tudo tinha se resolvido. Isso chamou minha atenção e eu também fui algumas vezes, mas não permaneci.”
Depois de um tempo, Gilson, já com 20 anos, passou a sentir pontadas no peito. “As dores eram tão fortes que eu perdia as forças e até os sentidos”, recorda.
Ao compartilhar a história com a mesma amiga, ela o convidou para uma reunião e garantiu que ele sairia de lá curado. “Na Igreja o pastor fez um desafio com todos os presentes. Ele enfatizou que, se a Palavra da Bíblia fosse verdadeira, quem estivesse doente sairia curado. Logo senti uma paz, uma certeza sem explicação.”

Decisão
O empresário voltou ao médico e se espantou com os exames, que apresentaram resultados negativos. O jovem, então, passou a participar das reuniões na Universal, mas ainda trabalhava com o pai, que frequentava o espiritismo.
Gilson se destacava na empresa, mas tudo mudou no dia em que seu pai disse que não era Deus que o abençoava, mas ele, que lhe dava estrutura para que trabalhasse.
Aquela palavra despertou revolta em Gilson e ele abriu mão do trabalho com o pai, pois tinha sido desafiado a escolher entre a família e a Igreja. “Eu optei por Deus e acreditava que Ele seria comigo.”
Gilson passou a fazer alguns “bicos” até passar a vender sacos de pano. Foi nessa época que ele conheceu sua esposa, a diretora escolar Isabel Amaro de Oliveira Thomaiz, de 47 anos, que já frequentava a Universal.
Ele já tinha participado de uma Fogueira Santa mas só depois entendeu o propósito do desafio, pois tinha cansado da vida de derrotas.
“Fomos para o Altar, sacrificamos tudo que tínhamos, vendemos todos os móveis e eletrodomésticos e ficamos com um colchão, roupas e um ferro de passar.”
Pouco tempo depois, surgiu a oportunidade da esposa de Gilson ser sócia em uma escola de educação infantil, mas, após um ano, a sociedade acabou e ela e o marido passaram a tocar o negócio. De lá para cá, os dois têm sacrificado no Altar. Eles já abriram duas unidades de ensino em São Paulo e também compraram carro e casa. Além de tudo isso, eles conquistaram o mais importante: a Salvação.
“Antes de aprender o caminho do sacrifício, trabalhava de semana a semana e não tinha realizações. Vivia sem perspectivas. Depois que conheci a Fé do sacrifício e busquei no Altar, tenho tudo”, completa Gilson.
Uma vida no vício
A corretora de imóveis carioca Roberta Leocádio, (foto abaixo) de 46 anos, cresceu em um lar estruturado, mas ficava na casa de um tio enquanto os pais saíam para trabalhar. Ela sofreu abuso sexual por parte desse tio, seu pai flagrou a situação, brigou e rompeu contato com o familiar. Roberta lembra que o pior já estava feito. “Cresci calada, me sentia rejeitada e tinha complexo de inferioridade”, conta.

Roberta se transformou em uma adolescente rebelde, deixava de ir à escola para encontrar amigose fumar maconha na praia. E assim entrou no vício.
Aos 13 anos, Roberta já era viciada em maconha e aos 15 conheceu a cocaína. “Eu me sentia bem. Usar droga me dava poder e, por isso, usava todos os dias.” Ela recorda que roubava a família para sustentar o vício. Não demorou muito e ela entrou para o tráfico. Ela vendia entorpecentes e, em troca, recebia o pagamento em drogas. Até que a polícia a prendeu em 1999. “Foi o meu primeiro fundo de poço.
Quando cheguei na delegacia, percebi o que estava fazendo com a minha vida. Eu não tinha motivos para fazer aquilo. Eu tinha uma estrutura familiar”, relata.
Roberta conheceu o trabalho da Universal dentro da prisão e se sentia bem nas reuniões, mas não buscou a Igreja quando obteve a liberdade. “Quando saí da cadeia, eu não queria mais vender drogas, mas queria continuar usando.” Para sustentar seu vício, ela passou a se prostituir em uma boate.
Tentativas de suicídio
Roberta teve depressão e tentou o suicídio três vezes. Na primeira vez, ela tentou se jogar da janela de uma cobertura, mas foi resgatada por amigos. Depois desse incidente, ela foi internada em uma clínica para dependentes. Quando recebeu alta, continuou usando drogas.
Na segunda vez, misturou remédios antidepressivos com bebida alcoólica, passou mal e foi socorrida por uma amiga. Na última tentativa, Roberta se jogou na frente de um carro, mas o motorista conseguiu frear.
Foi quando Roberta procurou ajuda no projeto Narcóticos Anônimos e conheceu o empresário Edison Luiz, de 57 anos, que também era viciado. Ficaram juntos e se casaram, mas os problemas com as drogas persistiam. Em uma das madrugadas em que Roberta assistia à TV ao lado de um prato de cocaína, ela viu um pastor da Universal fazer um desafio: ele disse que quem estivesse com problemas relacionados às drogas poderia mudar de vida. Isso chamou atenção dela e no outro dia ela foi à Universal.
Ela e o marido chegaram bem na época de uma Fogueira Santa e logo aceitaram o desafio. “Disse a mim mesma: ‘já fiz de tudo pelas drogas, então vou aceitar esse desafio’. Desci do Altar e pensei no que eu poderia fazer, pois não sabia fazer nada além de usar drogas,
vendê-las e me prostituir.”
Roberta teve a ideia de vender sanduíche na praia. “À medida que fui recebendo o dinheiro das vendas, percebi que estava mudada. Eu não o usava para comprar drogas, eu o guardava. Em uma semana fiz meu voto e já não estava usando drogas. Eu tinha certeza da minha cura.”
Ela parou de usar drogas e ficou curada dos vícios. O mesmo aconteceu com seu marido. Livres desse mal, eles frequentam a Universal há 15 anos e desfrutam de uma vida bem-sucedida. Roberta provou, por meio do sacrifício, que é possível conquistar a libertação que tanto se busca.
Fracasso sentimental
O casal de empresários Simara Glória Lindolfo Ferreira, (foto abaixo) de 24 anos, e Joberson Ferreira da Silva, de 28 anos, vivia um relacionamento conturbado. “Brigávamos muito, não respeitávamos um ao outro, tudo era motivo de desconfiança e não tínhamos diálogo.”

Simara relembra que o casal saía para barzinhos e bebia muito, o que gerava ainda mais brigas. Joberson sempre teve uma boa fama com as mulheres e gastava muito dinheiro com bebidas. Muitas garotas o seguiam nas redes sociais. Já Simara, por ser independente, era uma pessoa orgulhosa e prepotente e também não respeitava Joberson.
Simara queria dar um basta na vida fracassada que vivia. “Foi quando eu recebi um convite da minha irmã e comecei a frequentar a Terapia do Amor na Universal.” Ela passou a frequentar as palestras e foi recebendo direções para o seu relacionamento. “Passei a fazer propósitos pela minha vida sentimental e logo comecei a ver resultados.”
Pouco depois ela participou pela primeira vez da Fogueira Santa. Simara sempre olhou o Altar como uma forma de mudança de vida. Ela tinha notado algumas mudanças em Joberson, mas ainda não tinha provado da transformação completa. “Me lancei, coloquei todo meu salário, vendi meus pertences e pedi para Deus transformar a minha vida sentimental: ou dar um basta naquela relação ou tornar o relacionamento completo e moldado.”
Em poucos dias, a empresária viu o agir de Deus na sua vida sentimental. Meses depois, Joberson passou a frequentar também as palestras ao perceber a mudança no comportamento dela. Hoje, eles estão casados. “Passamos juntos a colocar força na Terapia do Amor e começamos a lutar e sacrificar pelo nosso relacionamento. Depois de manifestarmos a nossa Fé no Altar, Deus passou a nos abençoar em todas as áreas, Ele nos honrou com uma empresa, na qual trabalhamos juntos, e estamos prosperando. Vivemos uma vida de sacrifício, sempre à disposição do Altar.”
O sacrifício na infância
Claudio Ferreira Vilela, (foto abaixo) de 32 anos, se recorda do lar de brigas em que cresceu e das privações que passou. Ele teve até que comer restos de alimentos da feira. “Quando houve a separação dos meus pais, a situação se agravou. Minha mãe pediu diversas vezes alimentos aos vizinhos. Com 9 anos, eu sofria ataques epilépticos. Eu tinha várias crises convulsivas. Tomava medicação forte, tinha visões de fogo e ouvia vozes.”

A mãe de Claudio conheceu o trabalho da Universal e logo teve a vida transformada. O garoto, na época com 11 anos, a acompanhava nas reuniões e decidiu fazer sua primeira Fogueira Santa. “Eu ajudava o meu pai e carregava blocos, areia e pedra. Além disso, vendia geladinho na rua, pois sabia que seria curado.” Mesmo com pouca idade, ele tinha certeza da cura. Os médicos diziam que ele teria que fazer acompanhamento médico pelo resto da vida. Curado, ele continuou sacrificando e, aos 16 anos, conquistou a primeira loja de som e acessórios automotivos.
Esfriou na fé
Com 18 anos, Claudio já tinha uma boa renda mensal. Com 24 anos, a dedicação dele perdeu força. “Passei a fazer as campanhas de qualquer jeito. Por conta disso, surgiram vários problemas financeiros, dívidas, cheques devolvidos e fiquei com o nome sujo”, recorda.
Após uma reunião, Claudio ouviu o próprio Deus falar com ele. “Eu não tinha me afastado da Igreja, mas estava longe do Altar, então voltei a sacrificar da forma correta, pois já não fazia o meu sacrifício perfeito.”
Ele conta que hoje tudo mudou: “tenho a presença de Deus. Antes, focava nos bens materiais e não progredia. Aprendi que Deus tem de vir em primeiro lugar. Obedeci esse mandamento e hoje não me falta nada”, conclui.
Assim como no passado Israel alcançou as grandes maravilhas, o mesmo tem ocorrido, nos dias atuais, na vida de todos os que creem por meio da Fogueira Santa.
O Altar do Sinai é a parada obrigatória para aqueles que desejam passar da velha vida para a nova. Deus o tem conservado até os nossos dias como testemunha para todas as gerações.
Aceite o desafio de conquistar no Sinai, o Monte dos Impossíveis, aquilo que tanto almeja e que nunca encontrou. A peregrinação começou no dia 18, com orações a partir das 23h30, direto do Templo de Salomão, e pode ser acompanhada em todos os canais de Universal. Procure uma Universal perto de você e tenha a oportunidade de fazer parceria com um Deus que tudo pode e tudo faz.
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