Ela sofreu com uma grave complicação em seus joelhos

Em 2017, Letícia Moreira de Souza sofreu um derrame no joelho e teve condromalacia, o que a impossibilitava

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A fotógrafa Letícia Moreira de Souza, de 24 anos, enfrentou em 2017 um grave problema de saúde. Na época, a jovem trabalhava em uma empresa de logística e passou a sentir fortes dores nos joelhos. Letícia tinha o cargo de conferente e auditora e, por isso, passava muito tempo em pé. O que parecia ser apenas reflexo do cansaço gerado pelo esforço repetitivo começou a se agravar.

Ela começou a perceber que se ficasse em pé somente por alguns minutos sentia como se os joelhos fossem falhar. “Eu não conseguia subir escadas, andava me apoiando nas paredes e com muita dificuldade. Minhas pernas ficaram tão inchadas que eu não conseguia nem usar calça comprida”, conta.

Ao consultar o médico e ser submetida a vários exames, Letícia recebeu o diagnóstico de derrame no joelho e condromalacia de grau avançado em ambos os joelhos. A condromalacia patelar (síndrome da dor patelofemoral) caracteriza-se pela degeneração da cartilagem articular da patela (ou rótula), osso localizado na frente do joelho. Esse desgaste pode ocorrer por traumas na região, sedentarismo, excesso de peso, desalinhamento do joelho, atividades físicas de alto impacto e idade, entre outros fatores. Já o derrame no joelho (derrames articulares) ocorre quando há sangramento dentro da articulação e o sangue fica acumulado nessa região (hemartrose) ou quando há aumento do próprio líquido sinovial, produzido dentro da articulação, em razão de uma inflamação (hidrartrose), popularmente conhecido como água no joelho. O acúmulo de pus, produzido em consequência de infecções, também pode causar o derrame articular.

Sem solução
O médico ortopedista explicou a Letícia que o tipo de esforço realizado no trabalho agravaria o problema. “Ele me disse que o líquido do meu joelho se espalhou e os ossos entraram em atrito, por isso meu joelho estalava e falhava quando eu estava andando.” A jovem fez sessões de fisioterapia e foi alertada pelo médico de que o problema poderia piorar de acordo com as estações do ano. Então, além da fisioterapia, ela precisaria tomar remédio manipulado a cada três meses. A medicação custava cerca de R$ 800, mas, segundo o médico, só aliviaria a dor.

Depois de oito meses de fisioterapia, Letícia percebeu que nada mudava. “As dores eram constantes, mesmo fazendo o tratamento corretamente. Então, comecei a fortalecer os joelhos por meio de musculação e natação. Eu andava, mas com muita dificuldade, sempre me apoiando em algo. Me lembro que queria trancar a faculdade porque as dores eram muito fortes e era muito difícil ficar indo e voltando de ônibus.”

O tratamento da fé
Letícia decidiu tomar uma atitude de Fé. Ela já frequentava a Universal e passou a fazer uso da água do tratamento e até campanhas de Fé visando sua cura. “Eu fiz um voto, pois não aguentava mais tanta dor e a falta de garantia por parte dos médicos de que ela sumiria.”

A fotógrafa relembra que ficar em pé era uma luta para ela, nenhuma posição era confortável e mesmo sentada a dor era insuportável.

“Não havia alívio para a dor. Tomei colágeno, mas não adiantou. Então, usei a minha Fé e no final do mesmo ano, em 2017, já não sentia mais nenhuma dor. Aos poucos, eu passei a andar normalmente e a subir e descer escadas. Retornei ao médico e pedi outra ressonância em 14 de março de 2018. Eu fiz os exames e já não constava mais a condromalacia nem o derrame.”

Letícia hoje tem uma vida totalmente normal, inclusive passou a trabalhar como fotógrafa, profissão que exige dela muita movimentação física.

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Colaborador

Maiara Máximo / Fotos: Demetrio Koch