Rede aleluia
São Paulo
Centro-Oeste
Distrito Federal
Brasília
Goiás
AnápolisGoiânia
Mato Grosso
Cuiabá
Mato Grosso do Sul
Campo Grande
Nordeste
Alagoas
Maceió
Bahia
Feira de SantanaIlhéusItabunaSalvador
Ceará
Fortaleza
Maranhão
São Luís
Paraíba
João Pessoa
Pernambuco
Recife
Piauí
Teresina
Rio Grande do Norte
Natal
Sergipe
Aracaju
Norte
Acre
Rio Branco
Amapá
Macapá
Amazonas
Manaus
Pará
Belém
Rondônia
Porto Velho
Roraima
Boa Vista
Tocantins
Palmas
Sudeste
Espírito Santo
Vitória
Minas Gerais
Belo HorizonteJuiz de ForaUberlândia
Rio de Janeiro
Angra dos ReisBarra MansaCabo FrioCampos dos GoytacazesMacaéRio de JaneiroVolta Redonda
São Paulo
AraçatubaAraraquaraBauruCampinasCatanduvaFrancaJaúJundiaíLimeiraMaríliaPiracicabaPraia GrandePresidente PrudenteRibeirão PretoSantosSão CarlosSão João da Boa VistaSão José do Rio PretoSão José dos CamposSão PauloSorocabaTaubatéVotuporanga
Sul
Paraná
CascavelCuritibaFoz do IguaçuLondrinaMaringáPonta Grossa
Rio Grande do Sul
PelotasPorto AlegreRio GrandeSanta Maria
Santa Catarina
BlumenauCriciúmaFlorianópolis

Notícias | 22 de janeiro de 2019 - 09:27


Como deve ser a qualidade de vida dos idosos

Grupos se organizam para apoiar as pessoas da terceira idade. Conheça o trabalho do Calebe na Albânia e na Nova Zelândia

Até o ano de 2050, o número de idosos – pessoas com 60 anos ou mais – chegará a 2 bilhões. Isso significa que eles representarão um quinto da população mundial. Mas, como será a qualidade de vida dessas pessoas? Desde agora, elas já sofrem com a displicência, não apenas de instituições públicas e privadas, mas também, de relacionamento interpessoal e familiar.

Além de, muitas vezes, idosos sofrerem com preconceito, solidão e abandono, eles ainda sofrem com algum tipo de violência. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), são pelo menos 1 em cada 6. Entre os tipos de violência estão o psicológico, o financeiro, a negligência e até abusos físicos ou sexuais.

Diante disso, e também da falta de adequação dos sistemas de atendimento às maiores necessidades dos idosos, grupos se organizam para apoiá-los. Como o Calebe, que realiza um trabalho voltado a motivar pessoas da terceira idade. Assim sendo, eles passam a interagir por meio de novas amizades e a participar de atividades de lazer, educação, bem-estar e de ações sociais.

Atividades que motivam e desafiam

Na Albânia, país do sudeste europeu, o trabalho vem sendo realizado quinzenalmente. Os idosos que participam das atividades do Calebe no país já se mostram extremamente gratos e felizes com o trabalho. Nas atividades em grupo, eles são valorizados, motivados e desafiados a criar.

Recentemente, os coordenadores do grupo João Paulo Carleti e Sueli Carleti ofereceram uma aula de customização de camisetas. O desafio foi despertar a criatividade dos idosos. Eles puderam decorar com o material disponibilizado e conforme o gosto pessoal de cada um.

Alguns deles, por exemplo, sofrem com a doença de Alzheimer, que afeta a memória e outras funções mentais importantes. Dessa maneira, atividades assim ajudam os idosos a se sentirem mais úteis, ativos e engajados.

“Esse trabalho é fundamental para manter os idosos ativos. Muitos sofrem com depressão, principalmente após se aposentarem. Outros, sentem-se sozinhos e rejeitados. E alguns têm Alzheimer. Então, o grupo cumpre um papel importante dando apoio para eles”, disse João Paulo.

“Jovens de idade”

Na Nova Zelândia, o Calebe está presente desde 2014. No país, a expectativa de vida é de 85 anos. E, os idosos, mesmo após a aposentadoria, por volta dos 65 anos, continuam a realizar inúmeras atividades como dirigir carros, ônibus, caminhões e até gerenciar negócios. São muito bem-dispostos e conhecidos como “young-old” (“jovens de idade”, em tradução livre ao português).

O trabalho é realizado semanalmente. Aos domingos, há uma reunião especial seguida de almoço. Voluntários do grupo ajudam organizando apresentações culturais, aulas de ginástica, ações de monitoramento da saúde, passeios e outras ações como visitas às casas de repouso. Dessa maneira, eles são encorajados a serem mais atuantes. Muitos talentos são despertados no grupo.

Recentemente, membros do grupo fizeram uma apresentação de dança em referência à cultura do país. Cerca de 40 pessoas apresentaram-se e mais de 100 convidados participaram do evento. Além disso, houve um almoço típico comemorativo.

“O Calebe para mim é muito mais do que apenas uma reunião de pessoas idosas. É um lugar seguro, divertido, carinhoso e cheio de energia. É onde compartilhamos sobre nossas experiências, habilidades e cultura. Nós fazemos atividades lúdicas como artes, artesanato e dança. Tudo isso me ajudou a ser mais compreensiva com os idosos”, declarou a coordenadora de atividades do grupo Calebe na Nova Zelândia, Catherine Fisher, de 42 anos.

Grupo Calebe

Você também pode se tornar um voluntário do grupo. Para saber mais informações sobre as ações que o Calebe realiza em todo o País e no mundo, clique aqui.

 


  • Michele Roza / Fotos: Cedidas 


reportar erro