Ansiedade e felicidade amorosa não combinam
Elaine Santos queria ser feliz, mas não dava valor para a Terapia do Amor
A jornalista Elaine Santos, de 25 anos, conta que desde a infância frequentava a Universal com seus pais e que sempre viu a união deles como um referencial de casamento. Ela aprendeu muito cedo que depois da vida espiritual a mais importante é a amorosa. A jovem revela que na adolescência viu muitas amigas sendo infelizes por causa das escolhas erradas. “Eu não queria aquilo para mim. Por isso nunca me envolvi com alguém que não fosse compatível com a minha Fé.”
Elaine diz que não faltava às reuniões de quarta, sexta e domingo, porém não dava importância à Terapia do Amor. “Eu tinha vergonha de ir porque pensava que a Terapia era só para pessoas que estavam procurando alguém para se relacionar.”
Com o passar do tempo, a jovem viu a ansiedade bater à sua porta. “Cheguei aos 23 anos e comecei a ir a casamentos de amigas. Por mais que eu não demonstrasse, estava ansiosa para viver um grande amor, mas não queria errar.”
Elaine passou a ir às palestras e afirma ter visto benefícios na vida amorosa. “A primeira coisa que aconteceu foi uma mudança dentro de mim: aprendi a não ficar ansiosa, a esperar e a saber identificar a pessoal ideal para mim. Logo, conheci meu namorado em um projeto do Força Jovem Universal. Depois de alguns anos de amizade, percebi que ele era a pessoa ideal para mim.”
Ela e o namorado Leandro Lourencio, de 22 anos, participam juntos das palestras sobre o amor inteligente. “Aprendemos a lidar com as nossas diferenças e a respeitar um ao outro. A Terapia do Amor é essencial para não errar no amor.”
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