A cabeça dela estava tomada por feridas
Saiba como Jamylle Azevedo se livrou da psoríase, uma doença inflamatória de pele, por meio da Fé
Em maio de 2018, a estudante Jamylle de Azevedo Nascimento, que tinha 12 anos, foi levada a um hospital no Rio de Janeiro, onde mora com a família, pois estava com coceira, vermelhidão e descamação em algumas partes do corpo. O couro cabeludo era a região mais afetada. Ao ser examinada, passou por uma bateria de exames e um hemograma completo apontou imunidade baixa e inflamação. O médico prescreveu que ela tomasse antibióticos durante sete dias e solicitou outros exames. Os resultados descartaram a possibilidade de tuberculose, hepatites, sífilis e HIV.
Ela cumpriu o período de medicação, mas os sintomas não sumiram. Pelo contrário, surgiram dores nas articulações e descamações nos dedos e nas orelhas. Com os novos sintomas, Jamylle foi levada a outro hospital. A cabeça da adolescente estava tomada por feridas. Por causa dos nós que se formaram nos fios, ela precisou cortar o cabelo. Ela também não conseguia penteá-lo em razão da dor e do incômodo causados pelas descamações.

Depois de se consultar com um dermatologista, ela foi diagnosticada com psoríase, uma doença de pele que é desencadeada por fatores emocionais. O antibiótico não era eficiente para tratar o problema e o médico informou que ela deveria fazer uso contínuo de medicamentos orais, além de pomadas e shampoos manipulados.
A cerimonialista Sylvia Maria de A. Lopes Machado, de 35 anos, tia de Jamylle, foi à escola em que a menina estudava para conversar com os professores se estava acontecendo algo que abalasse o emocional da sobrinha. Ela sofria bullying na escola, mas nenhuma outra razão foi apontada.
Sylvia se recorda de ter visto a preocupação da família e o sofrimento da garota. “Ela ficava com vergonha de ir à escola. Além da descamação aparente, o cabelo cheirava mal por causa de secreções. A menina também tinha dificuldade para dormir por conta das dores e da coceira. Durante a madrugada, ela era acordada para tomar remédios e para que a fronha do travesseiro fosse trocada. Foi uma fase bem complicada”, recorda.
Pela fé tudo é possível
Sylvia já frequentava a Universal. Depois de ir à escola da sobrinha e acompanhá-la ao hospital, Sylvia reconheceu que era momento de buscar ajuda de Deus para algo que ninguém conseguia solucionar. A partir de então, todos os domingos, ela passou a apresentar uma garrafa com água para Deus, determinando que sua sobrinha fosse curada. “Eu levava água para que ela bebesse, passava em suas feridas e usava a minha Fé, mas alertei que ela precisava usar a Fé dela também para ser curada. Bastava acreditar.”
Jamylle aceitou o convite de sua tia e passou a frequentar as reuniões da Universal, aos domingos e às sextas-feiras. Ela era acompanhada pelas conselheiras do Força Teen Universal (FTU), grupo dedicado aos pré-adolescentes com idade entre 11 e 14 anos.
O objetivo do grupo é estimular esses jovens a usar a Fé em Deus, por meio de ensinamentos bíblicos, e ajudá-los a construir valores para que possam se tornar adultos de bem e felizes.
A adolescente explica como aprendeu a usar a Fé: “eu ouvia palavras positivas que me fizeram acreditar que eu seria curada. Então, eu bebia a água do milagre três vezes ao dia e passava em todas as feridas pedindo para que Deus me curasse.”
A tia de Jamylle afirma que a família seguiu firme nas orações e propósitos de Fé em favor do milagre.
A cura
Por cinco meses, a adolescente conviveu com o incômodo das feridas e descamações. Nesse período, ela fez uso dos medicamentos receitados pelo médico, mas não deixou de usar a Fé que desenvolveu.
No início de outubro de 2018, ao retornar ao dermatologista para mais uma consulta, que já eram rotineiras, o especialista detectou que todas as feridas haviam secado.
A partir de então, a menina não precisou mais fazer uso de medicações. Um ano já se passou e ela não apresentou mais nenhuma ferida. Jamylle segue feliz e curada.
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