Veja se você tem sido um folgado


Por Eduardo Prestes / Foto: Fotolia

O homem reclama que vem perdendo espaço cada vez mais. Seu papel de liderança parece ser muitas vezes questionado hoje em dia. E o pior disso tudo é que a culpa pode ser dele mesmo.

Alguns até podem dizer que os tempos mudaram e que hoje, como a mulher tem mais espaço no mercado de trabalho, o seu papel de provedor da casa e de protetor da família está sendo ameaçado; outros justificarão que, quando o homem e a mulher trabalham para sustentar a casa, ambos podem e devem dividir as despesas e as contas geradas pela família.

Mas o que estamos tratando aqui, na verdade, é de outra coisa. Vamos explicar com um exemplo típico. Há um “tipo de homem” que é cada vez mais comum vermos. Quem já não ouviu falar ou conhece alguém que vive na aba da mulher? Não é aquele que tem consciência dos novos tempos e de forma inteligente se adapta para recuperar o espaço perdido. Não. Estamos nos referindo àquele cara que, literalmente, depende da esposa para tudo, como se, em muitos momentos, ela parecesse até ser a mãe dele. Esse homem não é um personagem de ficção. Muitos já o viram por aí.

Na aba da mulher
Com a desculpa de estar desempregado, ele nunca mais procurou trabalho ou alguma forma de se desenvolver ou de se ocupar profissionalmente. Ele arranjou uma solução mais simples, mas que, de alguma forma, vem depondo contra si mesmo: virou completamente dependente da mulher. Ele não dá um passo sem consultar a esposa e não é porque ela seja parceira dele e como companheiros devem conversar ao máximo para tomar as decisões em conjunto. Não. Esse homem age dessa forma porque desistiu totalmente das suas responsabilidades de provedor da casa. E o pior disso tudo é que parece nem se importar com isso.

Bon vivant
Ele não passa de um novo bon vivant. Essa expressão, de origem francesa, era usada no século passado para designar os homens que, tradicionalmente, não trabalhavam, mas tinham todos os benefícios, mordomias e privilégios de uma vida de luxo, provavelmente porque vinham de uma família rica ou porque tinham recebido uma grande herança, por exemplo. No caso que abordamos, o novo bon vivant pode até não ser membro de família rica, mas vive “encostado” na mulher, que trabalha e toma todas as decisões do lar.

De férias
Esse novo homem é um verdadeiro folgado. Parece estar sempre de férias e não se preocupa com nada. Vive sem dinheiro (porque não busca um emprego ou uma ocupação que traga uma renda à família) e todas as vezes que sai com a mulher é ela quem tem que arcar com as despesas.

Ele sempre diz que sua condição é provisória e que isso só vai durar até que comece a trabalhar. O tempo passa e ele repete sempre as mesmas falas. Quando finalmente consegue um trabalho, passa a reclamar de tudo: do salário que é baixo ou do serviço que é pesado demais ou dos colegas que são insuportáveis. Vai nessa ladainha até que resolve sair do emprego – afinal, ele merece algo melhor. Enquanto isso, a esposa continua pagando as contas.

Sem reclamação
Já deu para perceber que essa atitude não é a que se espera de um homem de verdade. Se você em algum momento conseguiu identificar alguma dessas características em si mesmo, é bom refletir o mais rápido quanto a elas. Está mais que na hora de mudar completamente, pois, além de não assumir as suas responsabilidades, você está contribuindo para a derrocada do homem. Depois não adianta reclamar que está perdendo espaço.

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