Em meio à pandemia de COVID-19, Índia e Bangladesh enfrentam ciclone assustador

Ao menos 84 pessoas perderam a vida e 10 milhões foram atingidas

Imagem de capa - Em meio à pandemia de COVID-19, Índia e Bangladesh enfrentam ciclone assustador

Em meio à pandemia de COVID-19, Índia e Bangladesh tiveram que enfrentar um ciclone, nesta quinta-feira, 21 de maio. O ciclone Amphan causou destruição e deixou os locais por onde passou completamente devastados.

Isso porque o Amphan é o mais severo ciclone a atingir a região em 20 anos. Até o momento, foram contabilizadas 84 mortes, sendo 72 em Bengala Oriental, na índia, e 12 na região sudoeste de Bangladesh.

“Foi uma tempestade poderosa. Mas gradualmente perdeu força nos três dias antes de atingir o estado indiano de Bengala Ocidental”, declarou Nayeem Wahra, especialista em desastres naturais em Bangladesh, em entrevista à AFP.

O ciclone, que se formou na Baía de Bengala, deixou casas inundadas, colheitas destruídas e casas devastadas. Amphan chegou a ter ventos de 165km/h e deixou, ao menos, 10 milhões de pessoas sem energia elétrica em Bangladesh. Ele ainda chegou categoria 4 na escala de Saffir-Simpsom.

O primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, utilizou uma rede social para lamentar o acontecimento.

“Vi imagens de Bengala após a devastação causada pelo ciclone Amphan. Neste momento desafiador, toda a nação se solidariza com Bengala. Oramos pelo bem-estar de sua população. Todo esforço está sendo feito para garantir a normalidade”, publicou o primeiro-ministro no Twitter.

Evacuação

Desde a última terça-feira (19), os dois países já vinham se movimentando e retirando as pessoas de suas residências para esperar a chegada do ciclone. Mais de três milhões de pessoas foram evacuadas. 

Eles foram levados aos abrigos criados pelos governos dos dois países, que foram construídos após serem atingidos severamente por outro ciclone, em 1999.

Todavia, a pandemia de COVID-19 dificultou a evacuação. Para impedir a disseminação do novo coronavírus, as autoridades locais recomendaram medidas de distanciamento entre as pessoas e a utilização de máscaras que, até o momento, não se sabe se foram respeitadas.

Salvação

O Bispo Alexandre Teixeira, responsável pelo trabalho evangelístico da Universal na Índia, destaca que bispos, pastores e membros passam bem.

Todavia, o Bispo ainda pontuou que, mesmo diante de tantos sinais, muitos não acreditam que o Senhor Jesus está mais próximo do que nunca.

“A Covid-19, ciclone Amphan e vários muitos outros problemas que presenciamos diariamente aqui na Índia, ainda assim, vemos que as pessoas só pensam em resolver seus problemas pessoais e materiais, sem jamais atentar para o espiritual”, disse o Bispo.

Por isso, ainda de acordo com o Bispo Alexandre, bispos e pastores têm dedicado seus dias na pregação do Evangelho ao povo indiano. “Todos os dias, temos levado com fé e perseverança a Palavra da salvação aos que temos alcançado. Quem crer, será salvo”, completou ele.

Sinais do fim dos tempos

A Bíblia fala que no fim dos tempos o planeta em que vivemos será completamente destruído.

Primeiro, acontecerão mudanças políticas, econômicas e religiosas, que proporcionarão o surgimento da figura do anticristo e do falso profeta (Apocalipse 13:4). Eles serão conduzidos por Satanás e farão com que os habitantes desse período neguem a Deus (2 Tessalonicenses 2:4).

Depois, acontecerão catástrofes naturais na Terra. Como, por exemplo, a queda da estrela Absinto, que contaminará parte das águas do planeta (Apocalipse 8:11).

Ao final, ocorrerá a destruição do sol, da lua e de corpos celestes (Lucas 21:25).

Leia também: O que são as 7 trombetas do Apocalipse?

Saiba mais sobre o fim dos tempos

Ademais, se você deseja saber mais sobre o assunto, adquira o livro “A Terra Vai Pegar Fogo”. Escrito pelo Bispo Renato Cardoso, ele conta como o fim do mundo acontecerá, quais os sinais que apontam para este momento e como você deve se preparar.

O livro pode ser adquirido nas melhores livrarias do País ou pelo Arca Center, clicando aqui.

imagem do author
Colaborador

Rafaela Dias / Fotos: Departamento de Polícia de Calcutá e Reprodução