“Eu me revoltei e passei a fazer da água o meu único remédio”
Conheça a história de Kaiane Regina Camargo, que teve a saúde restaurada depois de acreditar na força da Fé
A conferente Kaiane Regina Camargo, de 20 anos, tomou um susto depois que furou as duas orelhas para a colocação de piercings. A jovem, que na época tinha 16 anos, notou que uma espécie de massa começou a crescer no local onde havia feito os furos. Tratava-se de um queloide, crescimento anormal de tecido cicatricial que se forma no local de um traumatismo, corte ou cirurgia de pele e que se estende além dos limites da cicatriz, explicou a dermatologista Camila Rosa, da clínica Duo+.

Em alguns casos, o queloide pode apresentar sintomas como dor, coceira leve ou uma sensação de queimação ao redor da cicatriz.
Camila explicou que o queloide pode ser considerado um tumor benigno. Ele é uma proliferação anormal de células e, no caso do queloide, são células benignas.
Incômodo e insegurança
Kaiane contou que conforme o queloide crescia, mais a incomodava. “A minha orelha ardia muito. Saía uma secreção e comecei a ter vergonha, pois minha orelha estava com uma bola enorme e isso afetou minha autoestima. Eu até passei a me esconder”, relatou.
Ela procurou um médico que falou que era necessário fazer uma cirurgia para a retirada da massa. O procedimento, em um hospital particular, teria custo médio de R$ 2 mil. Ela ainda teria de fazer um tratamento com radiação para evitar que o tecido voltasse a crescer.
A formação de cicatrizes salientes, além de interferir negativamente no aspecto estético, pode gerar prurido e dor local.
Depois de confirmada a necessidade de cirurgia, Kaiane procurou ajuda no Sistema Único de Saúde (SUS) e foi informada que a fila de espera para esse tipo de procedimento seria de três anos, em média. Kaiane, que na época não frequentava nenhuma igreja, mas passava por problemas em outras áreas da vida, recebeu um convite para ir à Igreja Universal.
O poder da fé
Kaiane passou a frequentar as reuniões na Universal e a receber a gota do milagre. Ela começou a tomar a água e a passá-la na orelha.
“Minha oração era para que Deus me ajudasse a arrumar um cirurgião que fizesse o procedimento logo.”
E as orações da jovem foram ouvidas. Depois de quatro meses de espera, ela conseguiu realizar a cirurgia para a retirada do queloide com um ótimo cirurgião.
A dermatologista Camila ressaltou que os queloides são lesões de difícil controle e que, mesmo depois da retirada, há a possibilidade de o tecido continuar a crescer. “Podemos utilizar corticoides, laser, cirurgia, crioterapia e até radiação. A radiação isoladamente tem pouco resultado, mas pode ser usada logo após a cirurgia para a retirada do queloide para evitar que ele volte a crescer”, afirma.
Foi exatamente o que aconteceu com Kaiane. Mesmo depois da operação e do uso contínuo de medicamento à base de corticoides, o tecido voltou a se desenvolver. “Todo mês eu ficava aplicando o corticoide para matar a raiz. Foi quando eu me revoltei e passei a fazer da água o meu único remédio”, afirmou.
Não demorou muito para que a orelha da jovem parasse de coçar e a cicatrização finalmente aconteceu.
Solução
Kaiane lembra que passou um longo tempo para que colocasse a Fé em prática e conseguisse resolver o problema, que foi decorrente de uma simples perfuração.
O queloide não cresceu mais e, mesmo assim, a jovem faz até hoje uso da gota do milagre no local. Além disso, ela tem uma vida transformada em todos os sentidos. “Deus não somente resolveu meu problema de saúde como mudou a minha vida. Hoje sou uma pessoa completa em tudo”, concluiu a jovem.
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