“Eu dizia que não tínhamos dinheiro, mas que tínhamos a Fé”
“Eu dizia que não tínhamos dinheiro, mas que tínhamos a Fé”
Projeções e dados de desenvolvimento em diversos setores fazem parte do cenário econômico do País. O último relatório da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (Abia), por exemplo, revelou que a indústria de alimentos apresentou crescimento de 1,3% em vendas de junho de 2018 a junho de 2019. As categorias em destaque são conservas de vegetais, frutas e sucos, bebidas, carnes e proteína animal e óleos e gorduras. O segmento de alimentação fora do lar, conhecido como food service, também exibiu resultados positivos.
Esses números podem influenciar e animar a decisão dos que desejam abrir um negócio próprio ou ampliar seu empreendimento. Porém, independentemente dessas estatísticas e do otimismo do mercado, aqueles que têm Fé em Deus entendem que ela precisa ser exercitada para que possam competir.
O sonho
Jefferson Alves Oliveira, de 47 anos, e Geisa Moreira Valois, de 43 anos, não esperaram que o cenário estivesse favorável na área alimentícia para que tirassem um projeto do papel. Hoje, eles são empresários bem-sucedidos no ramo e estão à frente de um restaurante.
Contudo os números que eles conheciam bem antes disso eram os de suas contas negativas.
Ambos sentiram na pele o que é ser um empreendedor falido. No passado, Geisa fechou uma loja de roupas, que lhe acarretou uma dívida de R$ 120 mil. Jefferson também baixou as portas de uma marmoraria e ficou com um débito de R$ 70 mil.
Foi nessa situação que, em 2014, o casal decidiu abrir um restaurante. Jefferson e Geisa recorreram ao Altar para receber a coragem de que precisavam para realizar o sonho deles.
“Nós estávamos com o nome sujo e tínhamos cheques devolvidos, mas a Fé nos deu a ideia de abrir um restaurante. Vimos um ponto comercial pela Fé – o primeiro aluguel era de R$ 4,5 mil. Fomos falar com o dono do ponto e ele não quis nem saber de fiador: nos deu a chave do imóvel. Mal sabia ele que não tínhamos dinheiro nem para comer direito”, recorda Geisa.
Uso da Fé
Na época, houve uma Fogueira Santa. Eles não pensaram duas vezes em manifestar a Fé na campanha. “O pouco de dinheiro que tínhamos para pagar pedreiro e equipamentos colocamos no Altar. Aconteceu uma batalha em nossa mente.Tivemos conflitos do que faríamos dali em diante, mas sempre fomos rebatendo as dúvidas com a Palavra de Deus. Sabíamos que se algo não acontecesse a vergonha não seria apenas nossa, mas dEle”, narra Geisa.

O Altar não falha e o restaurante foi inaugurado no dia 29 de outubro de 2014. Logo no primeiro dia, a clientela foi surpreendente.
“Entrava tanta gente que não tinha mais lugar para sentar”, relembra Geisa.
Vencendo os problemas
Quando o restaurante completou seis meses, uma denúncia da concorrência colocou em xeque a reputação do local. Na ocasião, eles tiveram que apresentar todas as notas e comprovantes para justificar a regularidade do estabelecimento. “Ninguém, incluindo os fiscais, entendiam como abrimos a empresa se não tínhamos reserva financeira. Para eles, a abertura teria sido feita com dinheiro não declarado à Receita Federal”, explica Geisa. “Eu dizia que não tínhamos dinheiro, mas que tínhamos a Fé. A fiscalização não deu em nada e, 30 dias depois, aqueles que nos acusavam viraram nossos clientes”, comemora ela.
Essas dificuldades prepararam o casal para receber coisas grandes de Deus. Hoje, o restaurante é considerado um dos melhores da região, no Estado da Bahia. Em fevereiro de 2020, mais uma unidade será inaugurada em outro município. “Não começamos com um restaurante de alto padrão. A cadeira era simples, nem estofado tinha. Hoje, temos cadeiras sofisticadas. Além disso, temos terreno e carros. Nossos filhos estudam em escola particular e estamos construindo uma casa maior”, descreve Geisa.
Para ela, o Altar é a oportunidade de ver Deus sendo materializado em todas as áreas da nossa vida. “Sabemos que, se abandonarmos essa Fé, se sairmos do Altar, a comida que é boa começará a ficar ruim.”
Jefferson diz que, dentre as conquistas, as principais são a Salvação e a direção que recebe do Espírito Santo. “Ele é nosso sustento. As outras coisas Ele nos tem acrescentado”, conclui.
Confiança
Assim como fez na vida de Geisa e Jefferson, Deus deseja fazer uma maravilha na vida daqueles que se voltam para Ele. Isso também aconteceu com Moisés, líder do povo de Israel: ao subir o Monte Sinai e ver a maravilha de uma sarça ardendo em fogo sem se consumir, ele teve uma experiência com a Fé sobrenatural.
Ali, Moisés tirou as sandálias para subir ao monte, demonstrando que se despia da herança de escravidão, e desceu com as maravilhas recebidas de Deus. Tanto que, por meio dele, Deus libertou todo o povo da terra do Egito e, em seguida, realizou inúmeros milagres.
Hoje, o Altar continua chamando as pessoas que se encontram escravas espiritualmente de uma situação difícil. Elas sobem nEle cansadas dos problemas, mas descem irreconhecíveis.
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