thumb do blog Renato Cardoso
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7 SINTOMAS DO COMODISMO ESPIRITUAL (Parte Final): O Antídoto

Concessões à própria vontade e abandono do sacrifício revelam quando a fé começa a esfriar

Fé não combina com comodismo. E, quando se trata da vida com Deus, o perigo nunca aparece de repente — ele surge aos poucos, de forma silenciosa.

Hoje, quero falar com você sobre os dois últimos sintomas do comodismo espiritual: o sexto e o sétimo.

6º sintoma: concessões às próprias vontades

A vida cristã é uma batalha diária entre carne e espírito. Essa luta não termina. Entretanto, quando a pessoa começa a se acomodar, ela passa a ceder pequenas áreas da sua vida.

Deus não tira a nossa vontade. Se tirasse, tiraria também o valor da nossa fé. Nós escolhemos obedecer — e é isso que dá sentido ao nosso relacionamento com Ele.

Porém, a vontade sempre se manifesta. Há momentos em que a carne não quer orar, não quer ler a Bíblia, não quer ir à igreja. Ela quer descanso, distração, prazer imediato. Mas, se eu fizer apenas o que quero, sei que vou me afastar.

O problema começa nas pequenas concessões:

  • “Hoje eu não vou.”
  • “Deus entende.”
  • “Foi só uma brincadeira.”

Assim começam muitas quedas. Primeiro perde-se o temor; depois, deixa-se de levar as coisas de Deus a sério.

7º sintoma: abandono dos sacrifícios

Além disso, o comodismo se instala quando a pessoa abandona os sacrifícios que a fé exige.

Jesus foi claro: quem quer segui-Lo deve negar a si mesmo diariamente. Isso significa sacrificar a própria vontade todos os dias.

Muitos confundem graça com ausência de sacrifício. Mas graça não é vida confortável. Graça é receber o que não merecemos — e, justamente por isso, precisamos viver com ainda mais responsabilidade.

O apóstolo Paulo declarou em 2 Timóteo 4: “Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé.” Ele viveu como um sacrifício. E, em Romanos 12, aprendemos que somos sacrifício vivo.

Essas palavras não são de alguém acomodado. São de alguém que lutou até o fim.

Um alerta

Se você identifica esses sintomas na sua vida, desperte enquanto há tempo.

Lembre-se de Sansão. Ele achava que tudo continuava igual. Pensava que venceria como antes. Mas não percebeu que já havia se afastado — e caiu.

A queda começa nas concessões pequenas e silenciosas.

Portanto, vigie. Retome os sacrifícios. Negue a si mesmo.

Porque a única forma de evitar o comodismo espiritual é manter a fé viva — todos os dias.

Neste vídeo, você vai entender quais são os últimos sintomas do comodismo espiritual e por que eles são tão perigosos para a sua fé.

O sexto sintoma é começar a fazer concessões às próprias vontades. A batalha entre carne e espírito é constante, mas após uma vitória muitos relaxam. A alma pede uma pausa, sugere que “não tem problema”, e é justamente nesse momento que o risco começa.

Quando essas pequenas concessões se tornam frequentes, surge o sétimo sintoma: abandonar os sacrifícios que a fé exige. Negar a própria vontade, tomar a cruz, dar a outra face, tudo isso começa a parecer pesado demais. E assim, a fé sem renúncia acaba esfriando.

Este é o último capítulo da série, assista até o fim e descubra o antídoto para sair do comodismo espiritual.

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Colaborador

Bispo Renato Cardoso