Um erro médico quase tirou a vida dela

Conheça a história de Aline Duque Muniz, que teve compressas de gaze esquecidas em seu organismo durante a cesariana

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A instrutora de informática Aline Duque Muniz, (foto abaixo) de 29 anos, deu à luz Lilian, sua terceira filha, no dia 15 de julho de 2015. Na ocasião, Aline passou por mais uma cesariana. Ela se recorda que a anestesia local não “pegou” e que sentiu quando o médico fez o corte. “Como eu gritava muito, me deram uma anestesia geral e eu dormi. Nem vi minha filha nascer”, conta.

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Depois do parto, mas ainda no hospital, Aline começou a sentir fortes dores abdominais, falta de ar e tontura. Depois de algumas horas, o mal-estar passou e ela recebeu alta. Já há alguns dias em casa, ela notou que o corte da cirurgia não cicatrizava. “Percebi uma secreção estranha e quando fui retirar os pontos foi constatado que eles ainda estavam abertos.”

Aline relembra que a médica pediu para que ela fosse diariamente ao posto de saúde mais próximo para fazer o curativo. Como o posto não tinha estrutura, Aline resolveu fazer os procedimentos diários em um hospital particular. Depois de dois meses, os pontos cicatrizaram, mas a jovem sentia que algo em seu corpo não estava bem.

“Eu sempre passava mal, comecei a ficar com furúnculos e perdi peso por causa de uma diarreia crônica. Além disso, por causa das dores que eu sentia, não tinha nem condições de cuidar da minha filha que tinha acabado de nascer.”

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O problema após o parto
Os sintomas não passavam e Aline se submeteu a novas consultas médicas e foi solicitada a realização de um raio X. O exame constatou um corpo estranho na região pélvica, que eram compressas de gaze esquecidas no momento da cesárea.

Seis meses se passaram até que ela descobrisse a presença do tecido em seu organismo e fizesse o procedimento cirúrgico para a retirada.

Ela optou pela remoção em um hospital particular. “Eu não quis ir a nenhum hospital público, mesmo sabendo que os médicos são bons, porque algumas estruturas e o tempo de espera deixam a desejar”, explica.

Depois de avaliar os exames pré-operatórios, o médico disse a ela que as compressas tinham criado aderência no intestino grosso e que seria necessário fazer também uma colostomia, que é a exteriorização de uma parte do intestino grosso para garantir um novo trajeto para a eliminação das fezes. O procedimento aconteceu no dia 4 de fevereiro de 2016.

Durante a cirurgia, a ureter, veia que liga o rim à bexiga, se rompeu. O urologista teve que cortar parte da bexiga e colocar um cateter. Os médicos disseram que ela retiraria o cateter em 60 dias para evitar o risco de calcificação.

Eles também orientaram Aline a usar a bolsa de colostomia por cerca de quatro meses, até que o intestino cicatrizasse. Ela também retirou uma das trompas, que estava inflamada. A cirurgia, que tinha previsão de três horas, durou 12 horas. Os médicos estipularam um prazo de três dias para que as medicações fizessem o efeito.

Os familiares de Aline se revezavam no hospital para cuidar dela. Eles levavam a água consagrada na Igreja. Ela, que já está na Universal desde 2002, sabia que Deus a tiraria daquela situação. “Eu nunca reclamei de Deus nem coloquei a culpa nEle.”

A resposta
A Fé em Deus e a perseverança de Aline em crer que voltaria logo para casa para cuidar dos filhos contribuíram para a sua recuperação. Ela recebeu alta, mas tinha de voltar ao hospital com frequência para cuidar dos pontos.

No dia 11 de abril de 2016, ela retirou o cateter e passou a ser acompanhada por um proctologista. Aline ainda precisou fazer uma cirurgia em julho de 2016 para reconstrução do intestino. Hoje, ela se considera uma sobrevivente de um erro e acredita que, se não fosse sua Fé, jamais teria sobrevivido. “Desfruto hoje de uma família abençoada, tive minha saúde restaurada e não ficaram sequelas. Eu sabia que Deus permitiria isso”, finaliza.

E você, há quanto tempo espera por um milagre e pela restauração total da sua saúde? Se você está enfrentando uma situação semelhante à da Aline ou outro problema crônico de saúde, participe nesta terça -feira da “Corrente dos 70”, no Templo de Salomão ou em uma Universal mais próxima de você. Procure o endereço em universal.org.

Confira o vídeo abaixo e saiba mais detalhes:

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Colaborador

Maiara Máximo / Fotos: Cedidas