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Notícias | 24 de maio de 2020 - 00:05


Traição virtual, perigo real

Quem pensa que “pular a cerca” virtualmente é só diversão precisa repensar o assunto, pois as consequências extrapolam apenas o uso da internet

Traição virtual, perigo real

Uma pesquisa realizada pelo site Jusbrasil – uma plataforma com dados jurídicos gerais para o público – informa que no meio virtual o adultério é praticado com a mesma intensidade que na vida real. E os danos dos dois tipos de traição nos relacionamentos são os mesmos – inclusive, muitas vezes, os encontros que começaram virtualmente acabam se tornando reais.

Volta e meia especialistas dizem que, com a facilidade do uso da internet, nunca foi tão simples trair em toda a história da Humanidade.

Quem nunca ouviu falar de pessoas casadas ou que namoram que se encontram com estranhos ou conhecidos em chats (sites de conversas), com ou sem imagens? O mesmo pode ser dito de conversas entre colegas de trabalho com teor romântico ou sexual, que começam no escritório e continuam depois do expediente pelo WhatsApp, além de likes (curtidas) e elogios em redes sociais, por exemplo.

Hoje em dia, pelo fato da maioria das pessoas ter facilmente um smartphone com câmeras à mão, a tentação de trair só aumentou. Há até sites voltados exclusivamente para encontros extraconjugais – ou seja, existe gente lucrando com a infidelidade alheia e com a destruição de famílias.

Honestamente, é uma prática masculina bem conhecida e há homens que incentivam outros a “pular a cerca”. Há ainda mulheres que demonstram que gostam dessa prática e até procuram homens comprometidos, ou seja, admiram os cafajestes de plantão e não se importam com os danos que causam aos outros.

O que leva um homem a trair virtualmente? Segundo uma pesquisa publicada pela Universidade do Estado do Amazonas, além das citadas facilidades, há outra armadilha: o ego. O estudo diz que homens com tendências narcisistas procuram se envolver extraconjugalmente não porque gostam de outra mulher, mas para inflarem a autoestima.

Mas a mesma pesquisa amazonense aponta que a traição virtual é considerada, inclusive juridicamente, real. O motivo é muito simples: não importa se o contato entre as duas pessoas não é feito pessoalmente, pois de qualquer modo há alguém de carne e osso do outro lado da tela que não é o cônjuge.

Outro detalhe importante do mesmo estudo aponta que um flerte já é considerado traição só pela intenção da pessoa. Bem antes do estudo dos especialistas do Amazonas, o Senhor Jesus deixou o mesmo ensinamento: “Eu, porém, vos digo, que qualquer que atentar numa mulher para a cobiçar, já em seu coração cometeu adultério com ela.” (Mateus 5.28). Então, não é necessário haver contato fisico para cometer adultério.

O trabalho divulgado pela universidade amazonense aborda traição física e mental, mas a espiritual também está em xeque. Isso é comprovado pela Bíblia (leia em Malaquias 2.15). A passagem diz que, em um casamento, os cônjuges formam uma só carne e, em Deus, um só espírito. Qualquer contato romântico ou sexual com um terceiro elemento faz bagunçar não só o casamento, mas também a vida espiritual.

Portanto, a energia dispendida para cometer adultério pode lhe trazer melhores resultados se for empregada no próprio casamento. Um casal sintonizado no Altíssimo não cai nas armadilhas facilmente obtidas na internet simplesmente por diversão ou como uma válvula de escape, mesmo que elas pareçam inofensivas. Lembre-se que o preço a pagar é alto: a destruição de famílias e o afastamento de Deus.


Traição virtual, perigo real
  • Marcelo Rangel / Foto: Getty Images 


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