Rins paralisados e hemodiálise para o resto da vida

Essa era a perspectiva de vida para Samuel Barbosa após o diagnóstico de leptospirose

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Doenças graves são sempre motivo de grande preocupação. Se elas causam apreensão ao atingirem adultos, imagine quando acometem crianças. Muitas vezes, dependendo da idade delas, há grande dificuldade de detectar o que elas têm, pois muitas não conseguem contar exatamente o que estão sentindo. Além disso, ninguém gosta de vê-las sofrer por nenhum problema de saúde e muito menos por um que pode ser fatal.

O menino Samuel Douglas Barbosa, (foto abaixo) de 9 anos, mora com a família no bairro Pernambués, um dos mais populosos de Salvador, na Bahia, e passou por essa situação. Ele tem três irmãos e duas irmãs gêmeas. Samuel é o caçula e está no quarto ano do ensino fundamental. Em meados deste ano, o garoto começou a apresentar sintomas estranhos.

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A irmã dele, a negociadora de dívidas Daniele Barbosa, de 21 anos, conta como tudo aconteceu: “repentinamente ele teve dores de cabeça e na barriga. Ficou quase uma semana em casa e não se alimentava direito. Não estava conseguindo ir ao banheiro e tinha dores no corpo. Nós dávamos remédio, ele melhorava um pouco, saía da cama, mas logo voltava, pois não tinha vontade de fazer nada. Levamos o Samuel a uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e disseram que era hepatite”.

Contudo o problema do menino estava apenas começando. “Ele foi encaminhado para internação em um hospital que trata de infecções. Depois de algum tempo, os médicos viram que os remédios não surtiam efeito, fizeram outros exames e constataram que ele estava com leptospirose”, recorda Daniele.

Segundo ela, os sintomas começaram depois que Samuel teve contato com água da chuva próximo ao local onde mora. “A leptospirose trouxe outra consequência: como ele não estava bebendo água, os rins ficaram paralisados e, por isso, seu sangue não estava sendo filtrado. O Samuel foi diagnosticado com insuficiência renal crônica e os médicos disseram que ele teria que fazer hemodiálise por muito tempo. Ele teve que passar por procedimentos cirúrgicos para a colocação de cateter”, conta Daniele.

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A notícia foi um baque violento para a família que já estava apreensiva desde a internação dele. “O Samuel foi para a Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) e chegou a ser entubado lá, pois tinha o risco de pegar pneumonia por conta de sua baixa imunidade. Eu e minha irmã somos obreiras da Universal e não aceitamos isso. Chegamos a levar o nosso pastor para fazer uma oração por ele. Graças a Deus, o Samuel não teve esse problema.

Tenho certeza que foi a mão de Deus na vida dele”, avalia a jovem.

Daniele diz que ela e a irmã começaram a participar mais ativamente das reuniões na Universal visando a melhora do menino. “Nos encontros de domingo, o pastor consagrava a água e pedíamos para que Deus curasse o Samuel. Como não podíamos entrar com água na UTI, a levávamos escondida e molhávamos os lábios dele. Depois, o Samuel saiu da UTI e foi para um leito”, conta.

No entanto ainda faltava outra etapa a ser vencida: todos queriam que o menino não precisasse mais fazer as sessões de hemodiálise. “Isso não é vida para uma criança. Eu via o sofrimento dele, pois ele chorava muito. Depois que ele foi internado, orávamos com ele e pedi a Deus que o livrasse da doença para que ele pudesse participar do meu aniversário. Um dia, o Samuel falou para a minha mãe que seria a última vez que faria hemodiálise. A impressão que eu tenho é que ele acreditou que Deus o tiraria de lá”, diz Daniele.

Nesse mesmo dia, de acordo com a jovem, a máquina não conseguiu filtrar o sangue de Samuel. “A médica suspendeu o procedimento. Foi a última vez que a hemodiálise foi marcada.

Também foi constatado que ele não tinha mais infecção. A médica me perguntou se eu tinha alguma crença. Eu respondi que seguia o Senhor Jesus, então ela me disse que eu agradecesse a Ele. Três dias depois, o Samuel teve alta. Ele saiu do hospital antes da comemoração do meu aniversário. Hoje ele está curado, pode comer de tudo e é uma criança saudável e feliz”, afirma Daniele.

Da mesma forma, milhares de pessoas, que não suportam e não aceitam estar doentes, ou ter um familiar nesta condição, buscam a cura de suas enfermidades pela fé. Todas as terças-feiras, elas têm participado da reunião da “Corrente dos 70”.

Confira abaixo testemunhos de pessoas que também alcançaram a cura na reunião da Corrente dos 70:

O uso do lenço consagrado na Corrente dos 70

Você está enfrentado um período difícil em sua vida? Acredite, para Deus nada é impossível. Participe da maior corrente de cura e libertação. Milhares de pessoas estão em busca da cura pela fé. E é por meio desse poder que elas têm alcançado milagres extraordinários. Elas têm usado, também, o lenço consagrado.

A saber, as reuniões acontecem todas as terças-feiras, às 10h, 15h e 20h, no Templo de Salomão, localizado na Avenida Celso Garcia, 605, no bairro do Brás, zona leste de São Paulo. Para mais informações sobre as reuniões e grupos em sua localidade, procure a Universal mais perto da sua casa e converse com um pastor.

 

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Colaborador

Eduardo Prestes / Fotos: Cedidas