Rede aleluia
São Paulo
Centro-Oeste
Distrito Federal
Brasília
Goiás
AnápolisGoiânia
Mato Grosso
Cuiabá
Mato Grosso do Sul
Campo Grande
Nordeste
Alagoas
Maceió
Bahia
Feira de SantanaIlhéusItabunaSalvador
Ceará
Fortaleza
Maranhão
São Luís
Paraíba
João Pessoa
Pernambuco
Recife
Piauí
Teresina
Rio Grande do Norte
Natal
Sergipe
Aracaju
Norte
Acre
Rio Branco
Amapá
Macapá
Amazonas
Manaus
Pará
Belém
Rondônia
Porto Velho
Roraima
Boa Vista
Tocantins
Palmas
Sudeste
Espírito Santo
Vitória
Minas Gerais
Belo HorizonteJuiz de ForaUberlândia
Rio de Janeiro
Angra dos ReisBarra MansaCabo FrioCampos dos GoytacazesMacaéRio de JaneiroVolta Redonda
São Paulo
AraçatubaAraraquaraBauruCampinasCatanduvaFrancaJaúJundiaíLimeiraMaríliaPiracicabaPraia GrandePresidente PrudenteRibeirão PretoSantosSão CarlosSão João da Boa VistaSão José do Rio PretoSão José dos CamposSão PauloSorocabaTaubatéVotuporanga
Sul
Paraná
CascavelCuritibaFoz do IguaçuLondrinaMaringáPonta Grossa
Rio Grande do Sul
PelotasPorto AlegreRio GrandeSanta Maria
Santa Catarina
BlumenauCriciúmaFlorianópolis

Notícias | 19 de maio de 2020 - 16:21


Quarentena: iniciativa leva ensino bíblico a crianças pela Internet

Grupo também doou 136 toneladas de alimentos a pais que perderam a renda em razão da crise causada pela COVID-19.

Durante o período de isolamento social, as crianças também precisam de cuidados especiais. Em abril, a Escola Bíblica Infantil (EBI) da Igreja Universal do Reino de Deus, intensificou as ações destinadas aos pequeninos, como a produção de conteúdo online para entretenimento e a doação de itens essenciais para eles e suas famílias, sendo distribuídas 136 toneladas de alimentos em todo o Brasil.

Crianças que frequentam ou não a EBI têm recebido o amparo social por parte das voluntárias do grupo, por exemplo, com doação de cestas básicas, kits de higiene, fraldas, máscaras e álcool em gel. Só em abril, 65.195 famílias foram alcançadas.

Enquanto os pais assistem aos cultos nos templos da Universal, a EBI atende bebês de 4 meses a 3 anos e é responsável pelo ensino bíblico a crianças entre 4 e 10 anos. Porém, devido ao isolamento, as aulas deixaram de ser presenciais e a EBI adaptou os ensinamentos para o mundo digital.

Atualmente, as aulas online são publicadas todos os domingos. Durante a semana, são postadas atividades para as crianças fazerem em casa com os pais.

EBI em casa

De acordo com uma pesquisa feita por uma empresa de cibersegurança, as principais preocupações dos pais com a vida online dos filhos estão ligadas ao sedentarismo, ao vício em jogos e o baixo rendimento escolar. Além disso, eles também se afligem com temas como assédio sexual, acesso à pornografia, ciberbullying e divulgação de informações pessoais.

“Nossos vídeos incentivam os pais a realizarem as atividades junto aos filhos. A parceria entre eles é muito importante. Isso também traz a oportunidade de aprender a educar as crianças de forma inteligente”, explica a responsável geral pela EBI, Andrea Oliveira Villas Boas.

 “Através das nossas ações queremos oferecer a possibilidade de as crianças terem um pouco da EBI em suas casas. São muitos relatos que recebemos, a maioria agradece por não esquecermos das crianças. São muitas famílias necessitadas, carentes de atenção.”

 No mês passado, para oferecer uma recreação saudável a criançada, foram distribuídas 200 mil atividades manuais – como jogos e desenhos para colorir –, 50 mil unidades da Folhinha Universal (jornal infantil) e 15 mil caixas de lápis de cor.

Suprindo a necessidade

Andrea explica que, como as crianças não estão saindo de casa e a EBI não está funcionando, o grupo precisou se adaptar à situação. “Tivemos a ideia de colocar na porta das sedes da Igreja os kits com um lanchinho, a Folhinha Universal e algumas atividades da semana, que elas receberiam em sala, para que os pais possam levar para os filhos.”

Em outros casos é a EBI que vai até a família. Como aconteceu com uma família moradora de São Paulo que já estava há três dias sem comer. “A mãe estava com vergonha de pedir ajuda, mesmo vendo os filhos com fome. Embora ela não tenha buscado nosso auxílio, chegamos até eles e ficamos gratas em poder ajudar, de sermos útil de alguma forma”, conta a responsável.


  • UNIcom / Fotos: cedidas 


reportar erro