Presidente de Israel lamenta perseguição a cristãos
Assunto também foi pauta num evento em universidade norte-americana. Saiba mais

O presidente de Israel, Reuven Rivlin (foto ao lado), lamentou, em evento com líderes cristãos em Jerusalém – ocorrido em abril –, a crescente perseguição contra o cristianismo, sobretudo no Oriente Médio.
Segundo a versão online do jornal The Jerusalem Post, Rivlin declarou: “Eu digo a vocês aqui, nossos irmãos cristãos de Jerusalém, nossos pensamentos estão com vocês neste momento difícil. Todos nós vimos as fotos da Síria. Visitei alguns dos feridos que estavam sendo tratados em hospitais israelenses. O povo judeu sabe melhor do que qualquer um o que significa orar com medo, e sofrer com o terrorismo. O que aconteceu lá com a comunidade cristã — e com todo o país — é uma mancha em toda a humanidade.”
O presidente ainda acrescentou que Israel irá proteger o direito dos cristãos de ter liberdade de culto em seu território.
Há alguns anos, cristãos passaram a deixar a Síria por causa da opressão do Estado Islâmico e da guerra civil. Recentemente, o Universal.org noticiou sobre a fuga de cristãos do Egito, os quais foram aterrorizados pelo grupo extremista.
Cristãos também são perseguidos na Coreia do Norte
Em evento realizado na Universidade de Georgetown, em Washington, capital dos Estados Unidos, defensores dos direitos humanos falaram sobre a perseguição sofrida por cristãos na Coreia do Norte.
Segundo informações da fundação sem fins lucrativos Defense Forum Fundation, a ativista Lim Hye-Jin contou durante o encontro que, de acordo com a lei da Coreia do Norte, pessoas menores de 18 anos não podem ser encaminhadas para campos de prisioneiros políticos. Entretanto, sabe-se que, quando as autoridades descobrem que o menor é cristão, ele é encaminhado para tal prisão e passa por torturas.
De acordo com Suzanne Scholte, fundadora e presidente da Defense Forum Fundation, que também participou do evento, na Coreia do Norte se a pessoa acredita em Deus em vez de cultuar o ditador do país “isso é uma ameaça direta ao regime”, consequentemente, a pessoa se torna um alvo.
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