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Notícias | 3 de março de 2019 - 00:05


Oportunistas da internet

Ladrões virtuais se aproveitam de tragédias, como a de Brumadinho, para roubar senhas e números de cartões dos doadores

Enquanto as autoridades e boa parte da população civil se mobilizam para ajudar a população da região de Brumadinho, em Minas Gerais, por causa do rompimento da barragem de resíduos da mineradora Vale, em um grande exemplo de cidadania e dedicação ao semelhante, outros se aproveitam da situação para roubar o dinheiro de pessoas que se sensibilizaram com o que ocorreu.

A tragédia em Minas, que conta com cerca de 170 mortos e 139 desaparecidos, serviu de motivo para o lançamento de correntes no aplicativo de mensagens WhatsApp e em redes sociais, como o Facebook, para arrecadar dinheiro com o objetivo de ajudar os trabalhos de resgate e para que os sobreviventes retomem sua vida normalmente.

Essas mensagens apresentam contas bancárias nas quais os interessados podem depositar suas doações, mas o dinheiro não chega nem perto das vítimas da barragem rompida.

A Polícia Militar de Minas Gerais emitiu um comunicado sobre esses pedidos falsos de ajuda. A PM deixa claro que não se deve confiar em nenhuma mensagem que informa contas para doações e que, antes de tudo, quem deseja realmente ajudar deve entrar no site da Defesa Civil de Minas Gerais (defesacivil.mg.gov.br). Por meio da página é possível conferir os pedidos e comunicados oficiais. Vale desconfiar de qualquer outra forma de solicitação de ajuda financeira que não esteja disponível no site.

É preciso abrir os olhos para esses pedidos na internet, com links que levam a sites falsos de bancos com aparência muito semelhante à dos verdadeiros, inclusive simulando o apoio de empresas bem conhecidas. A PM mineira acrescenta ainda que não é preciso mandar mais donativos, pois as doações feitas já são suficientes.

Mas a grande questão é que, também segundo a Polícia de Minas, as contas bancárias que os golpistas estão disponibilizando para doações são falsas.

Ao clicar nesses links, os doadores fornecem seus dados pessoais, o que dá acesso à conta bancária ou ao número do cartão de crédito deles. Quem entra pensando em doar uma pequena quantia pode ficar sem todo o seu saldo. Dados como os números de CPF, RG e celular, além de nome completo e endereço, também podem ser usados para fraudes. Portanto, todo cuidado é pouco.

No ramo da informática, essa prática é conhecida como phishing (“pescaria”, em inglês), em que a vítima “morde a isca” e cede seus dados aos criminosos. Sempre é válido desconfiar de qualquer mensagem – que chegue via dispositivos como computador, tablet, telefone celular ou relógios com acesso à internet – que contenha links para o usuário clicar, principalmente se estiverem encurtados. Essas falsas mensagens podem ser mandadas pelas redes sociais ou aplicativos como WhatsApp e Skype, além de e-mails ou até serviços como o SMS (os populares “torpedos”, que já estão saindo de moda).

Dependendo do phishing, até o simples ato de clicar em um desses links já garante que os dados contidos em seu aparelho sejam copiados.

O alerta vale para os interessados em doar quantias financeiras para as vítimas de Brumadinho: caso seja mesmo necessário arrecadar mais verba, a própria Defesa Civil voltará a solicitar por meio dos seus canais oficiais. Fique alerta.


  • Marcelo Rangel / Fotos: Fotolia e Reprodução  


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