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Notícias | 21 de Julho de 2021 - 15:54


Oito em cada dez jovens veem violência na escola

Estudo foi realizado com adolescentes de 12 a 19 anos da capital e Grande São Paulo

Oito em cada dez jovens veem violência na escola

Oito em cada 10 jovens veem violência na escola, segundo levantamento do Comitê Paulista de Prevenção de Homicídios na Adolescência. O estudo com 747 adolescentes, de 12 a 19 anos, da capital e Grande São Paulo, abriu debate sobre a percepção da violência no cotidiano dos jovens.

Dessa maneira, o ambiente escolar foi considerado o terceiro espaço em que jovens presenciaram situações de violência mais de uma vez, atrás apenas da internet/redes sociais, com 85% de casos de violência flagrados ao menos uma vez, e da cidade (75%).

Além disso, embora os jovens identifiquem quando há agressões, queiram ajudar e proponham ações para a diminuição da violência nos espaços escolares, os casos vivenciados por eles pode acarretar traumas, quedas no desempenhos escolar e até mortes prematuras.

Diálogo, empatia e respeito

A psicóloga Jussara Bonfim destaca o diálogo como um ponto fundamental para o enfrentamento desta questão no ambiente escolar.

“Quem está machucado tem o comportamento de ferir. São inúmeros os fatores que podem levar uma criança ou adolescente a um ato de violência física e verbal. Então, a escola poderia ter como proposta a criação de um projeto contra a violência. O diálogo sobre o problema traz luz para a situação. Esse grupo de debate deveria ser composto por um tripé entre escola, aluno e família”, afirmou.

Por sua vez, a psicopedagoga Vilma Farias reitera que o diálogo é muito importante  Bem como, o desenvolvimento de projetos que transmitam valores e respeito.

“É necessário promover projetos de responsabilidade social, priorizando a prática da empatia, com o propósito de uma sociedade com menos diferenças. A criação de uma escola mais atrativa, permeada pelos valores, pelo afeto, pela empatia e, principalmente, pelo respeito. Motivar os adolescentes para que consigam falar sobre suas emoções, relatando dificuldades e experiências positivas, por meio do diálogo”, declarou.

Orientação para os jovens

É muito importante estar ciente sobre os problemas que podem afligir os jovens, tanto no ambiente escolar como na vida pessoal, incentivando-os a fazerem boas escolhas. Bem como, os protegendo dos perigos que o mundo oferece.

“É muito preocupante que se normalize o intolerável. A violência que essas crianças veem na escola, na verdade, é uma réplica do que elas já sofrem dentro de casa (…) o retrato da distância que as pessoas têm de Deus. A violência é um fato que, infelizmente, as crianças estão acostumadas — mas, não deveriam. Elas já chegam à escola com uma frustração, uma raiva, uma decepção. E isso vai de alguma maneira se externar. Hoje, muito se fala em empatia, mas pouco se faz o que Jesus mandou que é amar o próximo como a si mesmo. Por isso, precisamos de ações concretas que venham dar a oportunidade a esses jovens de conhecer o verdadeiro amor”, comentou o Pastor Walber, responsável pelo grupo Força Teen Universal (FTU).

O FTU recebe adolescentes entre 11 e 14 anos de idade — uma das fases de maiores mudanças na vida de uma pessoa. Além de apresentar a Palavra de Deus a eles, também os ajuda a descobrir novos talentos e desenvolver habilidades. Clique aqui e conheça o grupo.

Por sua vez, o grupo Força Jovem Universal (FJU) não apenas leva o Evangelho para a vida das pessoas, como faz isso utilizando uma linguagem compartilhada por todos os jovens acima dos 14 anos. Acesse aqui e também fique por dentro das novidades do grupo.


Oito em cada dez jovens veem violência na escola
  • Redação / Fotos: Istock 

  • Colaborador: 

  • Michele Roza


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