Luto, culpa e ansiedade: quando a dor emocional foge do controle
Após a perda de uma tia querida, crises emocionais, medo e vazio tomaram conta da vida de Jaqueline Melo, que tentou de tudo para aliviar a dor
O luto intenso, quando não é elaborado, pode se transformar em culpa, ansiedade e sofrimento emocional profundo. Foi o que aconteceu com Jaqueline Melo, que após perder a tia com quem tinha uma ligação muito próxima, passou a enfrentar crises que afetaram sua mente, seu corpo e sua vida por completo.
Luto e sofrimento emocional após a perda
“Todo mundo tem um familiar com quem é mais próximo. E eu era muito próxima da minha tia”, conta Jaqueline Melo. Segundo ela, a tia enfrentava um quadro severo de depressão, e ela era a única pessoa que conseguia ajudá-la nos momentos mais críticos. “Eu era a única que conseguia tirar ela do quarto. Ela ficava vários dias sem tomar banho, sem comer.”
Até que a notícia da sua morte chegou em uma segunda-feira e abalou toda a família. “Quando a gente recebeu a notícia de que a minha tia tinha cometido suicídio, aquilo acabou com a nossa família.”
Culpa, medo e crises de ansiedade
Após a perda, Jaqueline passou a conviver com um sentimento constante de culpa. “Eu fiquei muito angustiada porque achei que a culpa era minha. Eu tinha visto ela na sexta-feira, antes dela desaparecer.”
Com o passar do tempo, os sintomas emocionais se intensificaram. “Eu comecei a ver a minha tia aparecendo para mim, pedindo ajuda. E eu me sentia culpada, achando que eu podia ter feito alguma coisa.”
Sem conseguir apoio emocional, Jaqueline começou a duvidar da própria sanidade. “Quando eu falava isso para a minha mãe, ela dizia: ‘Isso é coisa da sua cabeça’. E eu achava que realmente estava ficando louca, pois tinha crises de choro, desmaios constantes, dores de cabeça muito fortes e insônia.”
Além disso, surgiram crises de ansiedade frequentes. “Eu sentia falta de ar, o coração acelerado, e meus pais me levavam ao hospital para tomar calmante, mas nada resolvia.”
Buscando aliviar o sofrimento, Jaqueline tentou diferentes caminhos. “Eu tinha um vazio, uma tristeza que tentava preencher de várias maneiras. Saía, ia para balada, usava bebida alcoólica, lança-perfume, maconha. Mas quanto mais eu tentava preencher, mais vazia eu me sentia.”
Medo, terror noturno e perda do controle
Com o agravamento do quadro emocional, o medo passou a dominar as noites. “Eu comecei a ter episódios de terror noturno, em que sentia como se algo viesse me sufocar.”
Em um desses momentos, Jaqueline relata que ficou completamente paralisada. “Eu não conseguia me mexer, não conseguia respirar, não conseguia mexer os braços nem as pernas.”
O episódio marcou profundamente sua vida. “Depois disso, eu fiquei com medo até de dormir, pois achava que aquilo podia acontecer de novo.”
O convite que marcou o início de uma mudança
Assim, diante de todo o sofrimento, um convite inesperado surgiu por meio da família. “Eu tinha uma tia que já frequentava a igreja e viu todo o sofrimento da minha mãe comigo.”
Sensibilizada com a situação, ela fez um convite que Jaqueline decidiu aceitar. “Ela me convidou para ir a uma reunião. Eu aceitei.”
Na primeira vez que foi, algo simples, mas marcante aconteceu. “Quando eu cheguei em casa, eu consegui dormir.”
Quer saber como está a vida de Jaqueline Melo hoje? Assista abaixo ao vídeo completo:
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