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Notícias | 20 de fevereiro de 2017 - 03:15


Leia a Bíblia em 1 ano – 51º dia

Êxodo 2, Lucas 7 e Jó 20

“O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento…” Oséias 4.6

Conhecer a Bíblia é muito importante para todos nós, especialmente nos momentos mais difíceis de nossas vidas, pois Deus fala conosco por meio de Sua Palavra. O Espírito Santo nos conduz, nos orienta e, quando passamos por tribulações, Ele nos faz lembrar do que está escrito na Bíblia, de uma Palavra de Deus que nos conforte. Mas só nos lembraremos se tivermos conhecimento Dela.

Por isso, elaboramos um plano para que você leia a Bíblia em 1 ano. Se você ainda não começou, clique aqui e comece agora, não deixe para amanhã. Você verá o quanto isso transformará a sua vida.

Se você já está nesse propósito, acompanhe a leitura de hoje:

Êxodo 2

1. E foi um homem da casa de Levi e casou com uma filha de Levi.

2. E a mulher concebeu e deu à luz um filho; e, vendo que ele era formoso, escondeu-o três meses.

3. Não podendo, porém, mais escondê-lo, tomou uma arca de juncos, e a revestiu com barro e betume; e, pondo nela o menino, a pôs nos juncos à margem do rio.

4. E sua irmã postou-se de longe, para saber o que lhe havia de acontecer.

5. E a filha de Faraó desceu a lavar-se no rio, e as suas donzelas passeavam, pela margem do rio; e ela viu a arca no meio dos juncos, e enviou a sua criada, que a tomou.

6. E abrindo-a, viu ao menino e eis que o menino chorava; e moveu-se de compaixão dele, e disse: Dos meninos dos hebreus é este.

7. Então disse sua irmã à filha de Faraó: Irei chamar uma ama das hebréias, que crie este menino para ti?

8. E a filha de Faraó disse-lhe: Vai. Foi, pois, a moça, e chamou a mãe do menino.

9. Então lhe disse a filha de Faraó: Leva este menino, e cria-mo; eu te darei teu salário. E a mulher tomou o menino, e criou-o.

10. E, quando o menino já era grande, ela o trouxe à filha de Faraó, a qual o adotou; e chamou-lhe Moisés, e disse: Porque das águas o tenho tirado.

11. E aconteceu naqueles dias que, sendo Moisés já homem, saiu a seus irmãos, e atentou para as suas cargas; e viu que um egípcio feria a um hebreu, homem de seus irmãos.

12. E olhou a um e a outro lado e, vendo que não havia ninguém ali, matou ao egípcio, e escondeu-o na areia.

13. E tornou a sair no dia seguinte, e eis que dois homens hebreus contendiam; e disse ao injusto: Por que feres a teu próximo?

14. O qual disse: Quem te tem posto a ti por maioral e juiz sobre nós? Pensas matar-me, como mataste o egípcio? Então temeu Moisés, e disse: Certamente este negócio foi descoberto.

15. Ouvindo, pois, Faraó este caso, procurou matar a Moisés; mas Moisés fugiu de diante da face de Faraó, e habitou na terra de Midiã, e assentou-se junto a um poço.

16. E o sacerdote de Midiã tinha sete filhas, as quais vieram tirar água, e encheram os bebedouros, para dar de beber ao rebanho de seu pai.

17. Então vieram os pastores, e expulsaram-nas dali; Moisés, porém, levantou-se e defendeu-as, e deu de beber ao rebanho.

18. E voltando elas a Reuel seu pai, ele disse: Por que hoje tornastes tão depressa?

19. E elas disseram: Um homem egípcio nos livrou da mão dos pastores; e também nos tirou água em abundância, e deu de beber ao rebanho.

20. E disse a suas filhas: E onde está ele? Por que deixastes o homem? Chamai-o para que coma pão.

21. E Moisés consentiu em morar com aquele homem; e ele deu a Moisés sua filha Zípora,

22. A qual deu à luz um filho, a quem ele chamou Gérson, porque disse: Peregrino fui em terra estranha.

23. E aconteceu, depois de muitos dias, que morrendo o rei do Egito, os filhos de Israel suspiraram por causa da servidão, e clamaram; e o seu clamor subiu a Deus por causa de sua servidão.

24. E ouviu Deus o seu gemido, e lembrouse Deus da sua aliança com Abraão, com Isaque, e com Jacó;

25. E viu Deus os filhos de Israel, e atentou Deus para a sua condição.

Lucas 7

1. E, depois de concluir todos estes discursos perante o povo, entrou em Cafarnaum.

2. E o servo de um certo centurião, a quem muito estimava, estava doente, e moribundo.

3. E, quando ouviu falar de Jesus, envioulhe uns anciãos dos judeus, rogando-lhe que viesse curar o seu servo.

4. E, chegando eles junto de Jesus, rogaram-lhe muito, dizendo: É digno de que lhe concedas isto,

5. Porque ama a nossa nação, e ele mesmo nos edificou a sinagoga.

6. E foi Jesus com eles; mas, quando já estava perto da casa, enviou-lhe o centurião uns amigos, dizendo-lhe: Senhor, não te incomodes, porque não sou digno de que entres debaixo do meu telhado.

7. E por isso nem ainda me julguei digno de ir ter contigo; dize, porém, uma palavra, e o meu criado sarará.

8. Porque também eu sou homem sujeito à autoridade, e tenho soldados sob o meu poder, e digo a este: Vai, e ele vai; e a outro: Vem, e ele vem; e ao meu servo: Faze isto, e ele o faz.

9. E, ouvindo isto Jesus, maravilhou-se dele, e voltando-se, disse à multidão que o seguia: Digo-vos que nem ainda em Israel tenho achado tanta fé.

10. E, voltando para casa os que foram enviados, acharam são o servo enfermo.

11. E aconteceu que, no dia seguinte, ele foi à cidade chamada Naim, e com ele iam muitos dos seus discípulos, e uma grande multidão;

12. E, quando chegou perto da porta da cidade, eis que levavam um defunto, filho único de sua mãe, que era viúva; e com ela ia uma grande multidão da cidade.

13. E, vendo-a, o Senhor moveu-se de íntima compaixão por ela, e disse-lhe: Não chores.

14. E, chegando-se, tocou o esquife (e os q u e o levavam pararam), e disse: Jovem, a ti te digo: Levanta-te. E o que fora defunto assentou-se, e começou a falar.

15. E entregou-o à sua mãe.

16. E de todos se apoderou o temor, e glorificavam a Deus, dizendo: Um grande profeta se levantou entre nós, e Deus visitou o seu povo.

17. E correu dele esta fama por toda a Judéia e por toda a terra circunvizinha.

18. E os discípulos de João anunciaramlhe todas estas coisas.

19. E João, chamando dois dos seus discípulos, enviou-os a Jesus, dizendo: És tu aquele que havia de vir, ou esperamos outro?

20. E, quando aqueles homens chegaram junto dele, disseram: João o Batista enviou-nos a perguntar-te: És tu aquele que havia de vir, ou esperamos outro?

21. E, na mesma hora, curou muitos de enfermidades, e males, e espíritos maus, e deu vista a muitos cegos.

22. Respondendo, então, Jesus, disse-lhes: Ide, e anunciai a João o que tendes visto e ouvido: que os cegos vêem, os coxos andam, os leprosos são purificados, os surdos ouvem, os mortos ressuscitam e aos pobres anuncia-se o evangelho.

23. E bem-aventurado é aquele que em mim se não escandalizar.

24. E, tendo-se retirado os mensageiros de João, começou a dizer à multidão acerca de João: Que saístes a ver no deserto? uma cana abalada pelo vento?

25. Mas que saístes a ver? um homem trajado de vestes delicadas? Eis que os que andam com preciosas vestiduras, e em delícias, estão nos paços reais.

26. Mas que saístes a ver? um profeta? Sim, vos digo, e muito mais do que profeta.

27. Este é aquele de quem está escrito: Eis que envio o meu anjo diante da tua face, o qual preparará diante de ti o teu caminho.

28. E eu vos digo que, entre os nascidos de mulheres, não há maior profeta do que João o Batista; mas o menor no reino de Deus é maior do que ele.

29. E todo o povo que o ouviu e os publicanos, tendo sido batizados com o batismo de João, justificaram a Deus.

30. Mas os fariseus e os doutores da lei rejeitaram o conselho de Deus contra si mesmos, não tendo sido batizados por ele.

31. E disse o Senhor: A quem, pois, compararei os homens desta geração, e a quem são semelhantes?

32. São semelhantes aos meninos que, assentados nas praças, clamam uns aos outros, e dizem: Tocamo-vos flauta, e não dançastes; cantamo-vos lamentações, e não chorastes.

33. Porque veio João o Batista, que não comia pão nem bebia vinho, e dizeis: Tem demônio;

34. Veio o Filho do homem, que come e bebe, e dizeis: Eis aí um homem comilão e bebedor de vinho, amigo dos publicanos e pecadores.

35. Mas a sabedoria é justificada por todos os seus filhos.

36. E rogou-lhe um dos fariseus que comesse com ele; e, entrando em casa do fariseu, assentou-se à mesa.

37. E eis que uma mulher da cidade, uma pecadora, sabendo que ele estava à mesa em casa do fariseu, levou um vaso de alabastro com ungüento;

38. E, estando por detrás, aos seus pés, chorando, começou a regar-lhe os pés com lágrimas, e enxugava-lhos com os cabelos da sua cabeça; e beijava-lhe os pés, e ungia-lhos com o ungüento.

39. Quando isto viu o fariseu que o tinha convidado, falava consigo, dizendo: Se este fora profeta, bem saberia quem e qual é a mulher que lhe tocou, pois é uma pecadora.

40. E respondendo, Jesus disse-lhe: Simão, uma coisa tenho a dizer-te. E ele disse: Dize-a, Mestre.

41. Um certo credor tinha dois devedores: um devia-lhe quinhentos dinheiros, e outro cinqüenta.

42. E, não tendo eles com que pagar, perdoou-lhes a ambos. Dize, pois, qual deles o amará mais?

43. E Simão, respondendo, disse: Tenho para mim que é aquele a quem mais perdoou. E ele lhe disse: Julgaste bem.

44. E, voltando-se para a mulher, disse a Simão: Vês tu esta mulher? Entrei em tua casa, e não me deste água para os pés; mas esta regou-me os pés com lágrimas, e os enxugou com os cabelos de sua cabeça.

45. Não me deste ósculo, mas esta, desde que entrou, não tem cessado de me beijar os pés.

46. Não me ungiste a cabeça com óleo, mas esta ungiu-me os pés com ungüento.

47. Por isso te digo que os seus muitos pecados lhe são perdoados, porque muito amou; mas aquele a quem pouco é perdoado pouco ama.

48. E disse-lhe a ela: Os teus pecados te são perdoados.

49. E os que estavam à mesa começaram a dizer entre si: Quem é este, que até perdoa pecados?

50. E disse à mulher: A tua fé te salvou; vai-te em paz.

Jó 20

1. Então respondeu Zofar, o naamatita, e disse:

2. Vi sto que os meus pensamentos me fazem responder, eu me apresso.

3. Eu ouvi a repreensão, que me envergonha, mas o espírito do meu entendimento responderá por mim.

4. Porventura não sabes tu que desde a antiguidade, desde que o homem foi posto sobre a terra,

5. O júbilo dos ímpios é breve, e a alegria dos hipócritas momentânea?

6. Ainda que a sua altivez suba até ao céu, e a sua cabeça chegue até às nuvens.

7. Contudo, como o seu próprio esterco, perecerá para sempre; e os que o viam dirão: Onde está?

8. Como um sonho voará, e não será achado, e será afugentado como uma visão da noite.

9. O olho, que o viu, jamais o verá, nem o seu lugar o verá mais.

10. Os seus filhos procurarão agradar aos pobres, e as suas mãos restituirão os seus bens.

11. Os seus ossos estão cheios do vigor da sua mocidade, mas este se deitará com ele no pó.

12. Ainda que o mal lhe seja doce na boca, e ele o esconda debaixo da sua língua,

13. E o guarde, e não o deixe, antes o retenha no seu paladar,

14. Contudo a sua comida se mudará nas suas entranhas; fel de áspides será interiormente.

15. Engoliu riquezas, porém vomitá-las-á; do seu ventre Deus as lançará.

16. Veneno de áspides sorverá; língua de víbora o matará.

17. Não verá as correntes, os rios e os ribeiros de mel e manteiga.

18. Restituirá o seu trabalho, e não o engolirá; conforme ao poder de sua mudança, e não saltará de gozo.

19. Porquanto oprimiu e desamparou os pobres, e roubou a casa que não edificou.

20. Porquanto não sentiu sossego no seu ventre; nada salvará das coisas por ele desejadas.

21. Nada lhe sobejará do que coma; por isso as suas riquezas não durarão.

22. Sendo plena a sua abastança, estará angustiado; toda a força da miséria virá sobre ele.

23. Mesmo estando ele a encher a sua barriga, Deus mandará sobre ele o ardor da sua ira, e a fará chover sobre ele quando for comer.

24. Ainda que fuja das armas de ferro, o arco de bronze o atravessará.

25.Desembainhará a espada que sairá do seu corpo, e resplandecendo virá do seu fel; e haverá sobre ele assombros.

26. Toda a escuridão se ocultará nos seus esconderijos; um fogo não assoprado o consumirá, irá mal com o que ficar na sua tenda.

27. Os céus manifestarão a sua iniqüidade; e a terra se levantará contra ele.

28. As riquezas de sua casa serão transportadas; no dia da sua ira todas se derramarão.

29. Esta, da parte de Deus, é a porção do homem ímpio; esta é a herança que Deus lhe decretou.

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  • Da Redação 


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