Rede aleluia
Golpe do boleto falso: criminosos usam de e-mails a ligações
São Paulo
Centro-Oeste
Distrito Federal
Brasília
Goiás
AnápolisGoiânia
Mato Grosso
Cuiabá
Mato Grosso do Sul
Campo Grande
Nordeste
Alagoas
Maceió
Bahia
Feira de SantanaIlhéusItabunaSalvador
Ceará
Fortaleza
Maranhão
São Luís
Paraíba
João Pessoa
Pernambuco
Recife
Piauí
Teresina
Rio Grande do Norte
Natal
Sergipe
Aracaju
Norte
Acre
Rio Branco
Amapá
Macapá
Amazonas
Manaus
Pará
Belém
Rondônia
Porto Velho
Roraima
Boa Vista
Tocantins
Palmas
Sudeste
Espírito Santo
Vitória
Minas Gerais
Belo HorizonteJuiz de ForaUberlândia
Rio de Janeiro
Angra dos ReisBarra MansaCampos dos GoytacazesMacaéRio de JaneiroVolta RedondaCabo Frio
São Paulo
AraçatubaAraraquaraBauruCampinasCaraguatatubaCatanduvaFrancaJaúJundiaíLimeiraMaríliaPiracicabaPraia GrandePresidente PrudenteRibeirão PretoSantosSão CarlosSão José do Rio PretoSão José dos CamposSão PauloSorocabaTaubatéVotuporanga
Sul
Paraná
CascavelCuritibaFoz do IguaçuLondrinaMaringáPonta Grossa
Rio Grande do Sul
PelotasPorto AlegreRio GrandeSanta Maria
Santa Catarina
BlumenauCriciúmaFlorianópolis

Notícias | 26 de Setembro de 2021 - 00:05


Golpe do boleto falso: criminosos usam de e-mails a ligações

Se algo se multiplicou durante a pandemia, foi o número de golpes financeiros. Os criminosos se atualizaram, se reinventaram e descobriram inúmeras formas de tirar dinheiro das vítimas utilizando a internet. Pix, aplicativos de mensagens, cartão por aproximação e outras plataformas se transformaram em um risco para o brasileiro e uma fonte de renda para quadrilhas que atuam em todo o País. E, entre tantas modalidades, está o golpe do boleto falso, que se apresenta de diferentes maneiras.

Nas últimas semanas, a Procuradoria Geral do Estado de São Paulo (PGE/SP) emitiu um alerta afirmando que criminosos estavam ligando para os contribuintes falando sobre um suposto desconto no Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), mas, na verdade, a quadrilha levava a vítima a pagar um boleto falso. A PGE/SP destacou que não entra em contato com contribuintes e que os boletos são emitidos diretamente através de seu site oficial – portal.pge.sp.gov.br, no caso de São Paulo.

De acordo com o Indicador de Tentativas de Fraude da Serasa Experian, no primeiro semestre deste ano foram registrados 1,9 milhão de golpes financeiros, número que representa um aumento de 15% em comparação ao mesmo período do ano passado. Diante desse cenário, o Programa de Proteção e Defesa do Consumidor de São Paulo (Procon/SP) notificou bancos e instituições financeiras, cobrando informações sobre “os mecanismos de segurança disponibilizados para que o consumidor possa consultar a autenticidade dos boletos”.

Caí no golpe. e agora?
“A primeira coisa que a pessoa deve fazer ao pagar um boleto falso é registrar um boletim de ocorrência, porque ela foi vítima de um crime”, explica o especialista em direito bancário Rafael Rocha Filho. O advogado alerta para a importância de guardar todos os documentos que envolvem o caso, como comprovantes de pagamento, o boleto enviado e o e-mail ou a mensagem que encaminhou o boleto fraudulento. “É possível ainda fazer uma ata notarial em cartório, onde ela vai registrar esses documentos eletrônicos que vai dar ainda mais veracidade”, comenta.

Uma alternativa seria a vítima procurar a instituição bancária para a qual foi efetuado o pagamento, buscando uma solução amigável, como estorno do valor ou restituição. “Se não houver sucesso, com os documentos em mãos será possível entrar com a ação judicial. Por isso é importante que o consumidor guarde o máximo de documentos possível”, explica Filho.

Vale ressaltar que a Justiça analisa caso a caso e, dependendo da situação, pode ser favorável à vítima ou não. Vai depender das circunstâncias em que o crime foi cometido.

O especialista lembra ainda que o processo não é rápido e nem barato: “A pessoa terá custos com a Justiça, custos com o próprio advogado e leva tempo. Hoje, um processo no Brasil, dificilmente, termina em menos de um ano”. Assim, prevenir é o melhor remédio.

Confira, na ilustração, as dicas para estar sempre alerta a esse perigo.


reportar erro