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Notícias | 7 de Agosto de 2022 - 00:05


Gente doente?

Gente doente?

O preconceito contra os cristãos e a perseguição a eles pela imprensa brasileira são cada vez mais evidentes. É uma atitude predominantemente de esquerda, mas ganha cada dia mais adeptos, como foi o caso recente do colunista Diogo Mainardi.

No dia 24 de julho, um domingo, no Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, ocorreu o lançamento da campanha à reeleição do atual presidente, Jair Bolsonaro, que se declara católico. Na ocasião, em um gesto muito elogiado, que foi enaltecer a esposa que é evangélica, o atual mandatário do País e pré-candidato à reeleição entregou à esposa o microfone para que ela transmitisse sua mensagem. Michele Bolsonaro, então, depois de agradecer o carinho, o apoio, as orações e falar das experiências e lutas vividas até ali desde o atentado à vida do marido durante a campanha e, por fim, a vitória em 2018, disse, se dirigindo ao público presente no estádio: “desde às quatro horas da manhã vocês estão aqui para apoiar um projeto de libertação para a nossa nação. A vida do meu marido é um milagre. Feliz é a nação cujo Deus é o Senhor”, se referindo a Salmos 33.12. Ela acrescentou ainda que “quando o justo governa, o povo se alegra, mas quando o injusto governa, o povo geme”, citando a passagem bíblica de Provérbios 29.2.

Por fim, ela também lembrou do quanto o governo fez pelas mulheres. Por conta disso, Mainardi, sem ao menos refletir, logo tuitou: “gente doente”, referindo-se ao fato de a primeira-dama defender a crença em Deus e revelar que ora em prol da família, do marido e da nação.

Para um mundo doente, o doente é aquele que o contradiz com preceitos realmente fundamentados na sensatez. Mainardi, tal como muitos ativistas, exala preconceito contra quem segue preceitos, mandamentos e direcionamentos que levam ao amor pelo próximo, a orar pelo adversário e à verdadeira qualidade de vida individual, social e espiritual.

Ao dizer “gente doente”, Mainardi ofendeu 40 milhões de brasileiros evangélicos, assim como muitos outros fazem, incluindo “artistas” e outras “celebridades” que apedrejam a qualquer momento quem se posiciona a favor de Deus e adulam os que defendem o contrário, na maioria os de espectro da esquerda e suas ideias – sabe-se lá com que interesse pessoal, além de servirem de instrumento controverso. “A candeia do corpo são os olhos; de sorte que, se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo terá luz; Se, porém, os teus olhos forem maus, o teu corpo será cheio de trevas (…)” (Mateus 6.22-23). Vale lembrar: quem está contra Deus e Seu Evangelho está claramente a favor do mal. É o que pensamos.

A imprensa sem compromisso com Deus, como no caso daquela em que Mainardi trabalha e da esquerdista em geral, não aceita que alguém com grande visibilidade fale de Deus, da rotina de orações, de virtudes, de valores basilares e de quem vive a sua crença e a sua fé no dia a dia e não só no discurso.

Boa parte da imprensa brasileira odeia qualquer pessoa que enalteça a Deus e Seus preceitos, criticando implacavelmente sempre que tem chance, mesmo que com poucas palavras ou chacotas, como “gente doente”.

Portanto, Mainardi, não consideramos “gente doente” os que afirmam que os valores familiares são retrógrados, que os criminosos podem agir livremente e devem ser enaltecidos, os que apoiam a ideologia de gênero, a sexualização precoce de crianças, a liberação das drogas, o aborto, a regulação dos meios de comunicação e redes sociais (um claro atentado aos direitos individuais), a linguagem neutra e até aqueles que apoiam – grupo em que você parece se incluir – o candidato com vasta ficha criminal disputando o mais alto posto da República brasileira. Enfim, não consideramos os defensores dessas ideias e posições como “gente doente”, apenas os vemos como pessoas que pensam diferente de nós e não concordamos com elas. Isso é democracia.

Por fim, Mainardi, no próximo dia 2 de outubro, nós, a comunidade evangélica deste país, estará bem convicta quanto a quem não confiar o nosso voto, seja para presidente da República, seja para governadores, senadores, deputados federais e estaduais.


Gente doente?
  • Redação / Foto: getty images 


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