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Notícias | 19 de Março de 2023 - 00:05


Fim da linha: Acabou para você?

Se você tem pensamentos ou sentimentos que o levam a achar que tudo está perdido e que sua vida está por um fio, saiba que há uma maneira de recomeçar e ser completamente feliz. Descubra como isso é possível

Fim da linha: Acabou para você?

Fim da linha é uma expressão que se refere ao término de algo que chegou ao limite máximo suportável e muitas pessoas se veem dessa maneira ao receberem o diagnóstico de uma doença considerada incurável, ao verem o casamento caminhar para o divórcio, a empresa ir à falência, as finanças entrarem no vermelho e o familiar mergulhar na criminalidade, por exemplo. Os pensamentos delas são que estão no fim da linha, ou seja, no fim da vida.

No entanto o que elas desconhecem é que, apesar de parecer que tudo está por um fio, ainda existe uma saída e que o aparente fim da linha pode ser uma chance de recomeço, desde que elas fiquem atentas a uma decisão singular: obedecer à Voz do Senhor Jesus.

Foi o que aconteceu durante o primeiro milagre, relatado na Bíblia, em João 2.1-10, quando Jesus e sua mãe, Maria, estavam em um casamento. Ela O havia avisado que o vinho dado aos convidados tinha acabado e pediu aos serventes que fizessem “tudo que Ele vos disser (…)”, ou seja, que obedecessem ao que o Senhor Jesus pedisse. Naquela ocasião, existiam ali seis talhas de pedra e Jesus pediu para que os serventes as enchessem de água e as levassem ao mestre-sala.

Os serventes fizeram o que foi pedido e, quando provou aquele líquido, o mestre-sala degustou não uma água, mas o melhor vinho. Ele, então, chamou o anfitrião, o elogiou e disse que o melhor vinho tinha sido guardado para aquele momento, isto é, para o final da festa.

Na certa, quando o vinho acabou na festa, os anfitriões previram a vergonha que passariam diante dos convidados e esta mesma sensação também é vivida atualmente por muita gente, como observou o Bispo Renato Cardoso durante o programa Inteligência e Fé: “quantas pessoas têm a sensação de que o vinho acabou ou que está acabando em suas vidas?

Uma sensação igual à de quando vemos o combustível do carro chegar na reserva e não temos como abastecê-lo, por não ter um posto perto ou não termos dinheiro, e temos o pensamento de que o carro vai parar”.

Ele destacou que essa sensação ocorre quando a pessoa não consegue suportar mais uma situação: “a pessoa vê o fim da sua vida como algo caótico, catastrófico, seja no aspecto financeiro, seja no familiar, na área da saúde ou na espiritual. Ela ouve constantemente em sua mente frases como ‘acabou para você’, ‘não tem mais jeito’, ‘já era’, ‘você não tem mais futuro’”.

Entretanto, vemos, com o exemplo do milagre do Senhor Jesus, exatamente o contrário: quando algo parece que está no fim, Ele pode fazer uma transformação. “Você não precisa terminar a festa envergonhado, ou seja, você não precisa terminar com sua vida, seu casamento ou sua saúde no fracasso. Você não precisa olhar para o seu futuro e enxergar o fim”, salientou o Bispo Renato. Porém, para que isso aconteça, é preciso buscar essa água que Jesus pede – que é a sua vida – e a entregar a Ele, para que Ele a transforme no “melhor vinho”. Foi o que fizeram as pessoas cujas histórias você lerá a seguir.

O casamento deles caminhava para o fim
A recepcionista Josy Gomes de Miranda (foto abaixo) e o microempreendedor Daniel Miranda Severiano, ambos de 39 anos, se casaram em 2005. Eles se conheceram na Universal e tinham objetivos em comum. Por um tempo, segundo Josy conta, eles viveram felizes, até que o cenário mudou: “o Daniel era um esposo amoroso, atencioso e amigo, porém, depois de três anos de casados, ele passou a se dedicar totalmente ao trabalho, pois visava o crescimento econômico. Nos poucos dias de folga, ele priorizava sair com os amigos, me deixava sozinha em casa e isso causava muitos conflitos entre nós. Além disso, ele relaxou na fé, não ia mais à Igreja e se envolveu com más companhias”.

Josy diz que não existia mais diálogo nem respeito entre eles e que, com as cobranças dela para que ele mudasse de comportamento, as brigas se tornaram frequentes. Então, ele passou a dormir no trabalho ou na casa de amigos.

Daniel se recorda de quem tinha se tornado: “eu perdi a visão espiritual e comecei a achar que as coisas que o pastor falava não tinham fundamento. As pessoas tentavam me ajudar, mas eu enxergava aquilo como perseguição. Então, abandonei o casamento, me envolvi com amantes e aceitei todo tipo de convite, porque eu queria tirar a imagem de homem de Deus que eu tinha. Acabei virando um homem sem palavra e sem caráter. Eu me envolvia com mulheres casadas e com transações ilícitas”.

Josy recorda que o marido, naquele período, parecia outra pessoa e que conhecidos diziam a ela que o esquecesse e refizesse a sua vida sem ele. Nessa fase, ocorreram muitas separações e reconciliações entre eles. Josy dava uma nova chance ao marido em uma semana e na seguinte ele saía de casa de novo. Até que, em uma dessas reconciliações, ela engravidou e a situação piorou. “Um dia, ele assumiu que tinha se envolvido com outra pessoa, pegou todas as roupas e foi morar com amigos. Ele falou que não me amava e que queria o divórcio. Até então eu achava que era só uma fase ruim e que ela passaria, mas depois dessa atitude dele vi que era o fim da linha. Meu casamento tinha fracassado, apesar de eu frequentar a Igreja. Eu carregava a vergonha de ter sido abandonada grávida e não suportava a ideia de ser mãe solteira”, revela.

Enquanto isso, Daniel chegava ao fundo do poço, como relata: “acabei perdendo casa e trabalho, fiquei endividado e desejava morrer, até que tentaram me matar. Foi quando a ficha caiu. E se eu morresse naquela condição?” Em meio àquela situação, Josy frequentava a Universal e, ao ouvir a Voz de Deus vinda do Altar, ela mudou seu pensamento, como detalha: “quando pensei que estava tudo acabado, entendi que um milagre transformaria não só o meu casamento, mas também o nosso interior. Então, me entreguei como nunca antes e parei de olhar para a situação e foquei no Altar”.

Ela lembra que deixou de fazer as coisas à sua maneira: “passei a obedecer à Direção do Espírito Santo e aprendi que não adiantava eu orar pedindo a Deus que trouxesse meu esposo de volta, mas para que o transformasse de dentro para fora”.

Daniel estava fora de casa havia três meses quando o primeiro filho do casal, Gabriel, hoje com 12 anos, nasceu. Josy não se abateu com a situação: “dentro de mim havia paz e a certeza de que ele voltaria para a Presença de Deus. Eu dei entrada no divórcio, mas, no dia da audiência, ele falou que não queria mais se separar. A partir daquele dia, ele decidiu mudar”.

Daniel revela que se agarrou à chance de ter sua família de volta, mas, principalmente, à de voltar para Deus. Ele abandonou o caminho que o levava à destruição, se batizou nas águas e Josy viu o milagre se materializar. “Eu via a transformação acontecendo passo a passo. Ele começou a obedecer a Deus e foi se tornando uma nova pessoa, um homem de Deus e um excelente pai e marido.”

Depois desse fato, a família aumentou, com a chegada da pequena Elisa, que tem 6 anos, e hoje o casal se declara muito mais feliz do que antes. “O Senhor Jesus transformou toda nossa história e aquilo que antes era minha vergonha se transformou em honra e glória para o nome dEle”, finaliza Josy.

O corpo estava paralisado, mas a minha Fé não”
A estudante de serviço social Arlene Fabiana de Arruda, (foto abaixo) de 40 anos, conta que frequentava a Universal, mas que só despertou para a Fé inteligente quando achou que fosse o seu fim. Ela lembra que, em 2015, procurou atendimento médico por sentir um mal-estar e ter feridas que coçavam nas pernas. Depois de realizar uma biópsia, veio o susto: “fui diagnosticada com linfoma de Hodgkin no estágio 3, já avançado (tipo de câncer hematológico), emagreci mais de dez quilos e meu corpo já estava cheio de ínguas. Então, comecei o tratamento quimioterápico e seis meses depois já estava bem”, conta.

No entanto, no final de 2018, exames de rotina revelaram uma recidiva e Arlene teve que iniciar outro tratamento, dessa vez mais rigoroso, e ficou visivelmente abatida e sem cabelos. Por causa da baixa imunidade e dos medicamentos fortes, no segundo ciclo do tratamento, em 2019, ela foi diagnosticada com a síndrome de Guillain-Barré, uma doença rara e grave que causa fraqueza, alterações na pressão arterial, perda de sensibilidade, dor nas pernas, no quadril e nas costas, fala e mastigação prejudicadas e paralisia muscular.

Em razão disso, o tratamento contra o câncer teve que ser interrompido. Para Arlene, isso representava o fim de sua vida. “Eu fiquei um mês internada, paralisada no leito e não andava, não conseguia comer nem beber, me engasgava e minha fala ficou embolada. Eu tomava banho no leito e usava fraldas. Fiquei praticamente vegetando e achei que não fosse suportar.”

Até que, no hospital, Arlene refletiu em relação à sua vida com Deus. Ela admitiu que era religiosa e, então, decidiu ter uma comunhão real com Ele. Ela conta que, com muita dificuldade, passou a assistir às reuniões da Universal pelo celular e, se apoiando na Fé, foi se fortalecendo. Sua filha dava a ela a água consagrada a Deus aos domingos e, mesmo com dificuldades, ela a bebia.

Foi em um dia em que recebeu a visita de um pastor que Arlene achou que fosse morrer, como lembra: “meu estado era tão grave que pensei ‘meu Deus, de hoje eu não passo’. Na época, o meu esposo falou para minha filha para que ela se preparasse porque daquela noite eu não passaria”.

Depois de um mês de internação e sem apresentar melhoras, ela recebeu alta. Os médicos disseram que não havia nenhuma garantia de que ela voltaria a andar, a falar e a se alimentar sem a sonda, mas, mesmo debilitada e carregada por outras pessoas, ela ia à Universal em busca do seu milagre. “Deus me sustentou e fui agindo a minha Fé. O corpo estava paralisado, mas a minha Fé não. Continuei fazendo o tratamento em casa com fisioterapeuta e fonoaudiólogo e, quando tive alta, não me deram nenhuma esperança, mas eu já a tinha depositado em Deus”, diz.

Arlene aliou a Fé ao tratamento médico, fez um transplante autólogo de medula óssea e venceu o câncer. Embora a medicina ainda não confirme a cura da síndrome de Guillain-Barré, ela vive normalmente e não apresenta nenhum sintoma da doença. “Dou graças a Deus por Ele ter revertido aquela situação. Se não fosse a Fé e a confiança depositadas em Deus, nem sei onde eu estaria. Eu brinco que minha Fé era do tamanho de um grão de mostarda, mas Deus agiu por meio dela”, conclui.

De segurança de facção a servo de Deus
Quem vê o vendedor Kauã Dantas Cordeiro, (foto abaixo) de 19 anos, tranquilo e sorridente não imagina quem ele era em um passado não tão distante. Ele foi criado por Conceição dos Santos Cordeiro, de 68 anos, empreendedora aposentada e sua avó (a quem ele chama de mãe) e ela lembra que ele, na adolescência, se desviou do bom caminho: “o Kauã era uma criança abençoada e muito tranquila, mas, aos 13 anos, ele passou a andar com más companhias, ficou rebelde, entrou para o tráfico e passou a me dar muitas preocupações.”

Conceição frequentava a Universal e conhecia o poder da Fé, mas diz que passava momentos difíceis com Kauã quando ele saía para participar de guerras entre facções. Afinal, o destino natural de uma pessoa que vive na criminalidade é a cadeia ou o caixão. “Ele passava de dois a três dias sem dar notícias e eu ficava preocupada, porque muitos colegas dele morreram em situações como essas. Quando a TV mostrava esse tipo de notícia, eu passava a noite acordada e em oração”, relembra.

Kauã recorda que só andava armado e que gostava de ostentar que tinha dinheiro, mulheres e a confiança dos traficantes, mas que seu interior era cheio de tristeza. “Eu fazia a segurança dos chefes do tráfico nas comunidades e era viciado em maconha, muito nervoso, rebelde e agressivo. Também tinha desenvolvido depressão e, várias vezes, cheguei perto da morte. Ele conta que, certa vez, em uma guerra entre facções, os “amigos” o abandonaram e os “inimigos” passaram do lado dele, pois queriam matá-lo. “Graças às orações da minha mãe, eles não me viram”, diz.

Assim, Conceição seguiu confiando em Deus e pedindo ao Senhor Jesus para que realizasse a transformação da vida dele. “Eu nunca desisti da minha Fé e fui ao Altar muitas vezes pela vida dele, sempre acreditando que contaria meu testemunho”, destaca. Até que, com medo de ser morto e não suportando mais a tristeza e a depressão, em 2021, Kauã resolveu aceitar o convite que Conceição lhe fazia, havia muito tempo, para que fosse com ela à Universal. “Eu queria uma saída, me agarrei à oportunidade e passei a frequentar as reuniões. O começo foi bem difícil, mas eu estava decidido a não viver mais do meu jeito para fazer a Vontade de Deus”, ressalta.

Perseverando, ele abandonou os vícios e as más companhias, se batizou nas águas e passou a se dedicar a agradar a Deus e a buscar o Espírito Santo, até que O recebeu. “Recebi uma alegria imensa, uma paz que excede todo o entendimento e a certeza da minha Salvação. Aquele vazio não existe mais e me tornei feliz e Filho de Deus”, encerra ele, que se tornou o orgulho de Conceição, que hoje o vê servindo a Deus e ajudando o próximo.

Seja o próximo milagre
Quem imaginaria que da água surgiria o melhor vinho? Mas foi o que o Senhor Jesus fez, como mostramos no início dessa matéria. Então, se você acha que é o fim da linha e que não tem mais prazer em viver, peça a Ele para que lhe mostre o que deve ser feito e obedeça.

Se você calar a sua voz para ouvi-Lo, meditar em Sua Palavra e for à Casa dEle com sede de atendê-Lo, Ele responderá e, quando Ele falar, faça como foi pedido. Se você agir dessa maneira, terá um recomeço de vida com tudo de melhor no porvir. Todos notarão que sua vida foi transformada da água para o vinho.

*Colaborou: Kaline Tascin


Fim da linha: Acabou para você?
  • Kelly Lopes / Fotos: Getty Images, Larissa Farias, Julia Rodrigues, Mídia FJU/RJ e arquivo pessoal 


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