Fechamento de consulados: Estados Unidos e China mantêm atritos
Confira abaixo mais informações na reportagem do Jornal da Record
O governo dos Estados Unidos fechou o consulado da China, em Houston, no Texas, no dia 22 de julho. A medida foi adotada porque, segundo as autoridades políticas, o país asiático estaria praticando espionagem de vacinas desenvolvidas no país norte-americano.
Posteriormente, no dia 27 de julho, uma iniciativa foi adotada pelo governo chinês como uma maneira de retaliar o ocorrido em Houston. Assim, os funcionários do consulado estadunidense em Chengdu, na China, foram obrigados a deixar o prédio também.
Uma nova guerra fria?
Para especialistas, como o economista Gary Hufbauer e o analista político Dan Clifton, a disputa que ocorre entre os Estados Unidos e a China, atualmente, deixou de ser apenas comercial e se tornou uma “Guerra Fria”. O termo é uma referência para a disputa por domínio do espaço geopolítico, que ocorreu entre a extinta União Soviética (URSS) e os Estados Unidos, entre o fim da 2ª Guerra Mundial e o início dos anos 1990.
Quando o presidente Donald Trump assumiu o cargo, em 2017, os Estados Unidos importavam mais da China do que exportavam. Então, foi iniciada uma campanha para o equilíbrio da balança comercial. No ano seguinte, os países trocaram tarifas entre si, como uma maneira de gerar resistências comerciais.
Agora, conforme aponta o governo estadunidense, a China procura espaço entre as pesquisas tecnológicas na área de internet móvel e de vacinas, por exemplo.
Confira mais informações na reportagem do Jornal da Record, exibida no dia 24 de julho:
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