Extorsão afetiva: o uso do amor como instrumento de controle

Programa The Love School - Escola do Amor abordou o tema recentemente. Saiba mais

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No programa The Love School – Escola do Amor do dia 10 de janeiro, os professores Renato e Cristiane Cardoso falaram sobre sinais de que alguém pode estar em um relacionamento no qual ama pelos dois.

Extorsão afetiva

A extorsão afetiva ocorre quando o desequilíbrio de sentimentos em um relacionamento se transforma em vantagem, em controle para uma das partes. E, então, o afeto passa a ser usado como instrumento de poder.

Ao perceber que o outro ama mais, alguém passa a impor condições, manipular decisões e explorar a culpa ou o medo da perda. Esse tipo de dinâmica enfraquece a autonomia emocional e compromete o respeito mútuo.

O amor deixa de ser cuidado e passa a ser usado como instrumento de controle. Reconhecer esses sinais é fundamental para preservar a dignidade e, sobretudo, a saúde emocional nas relações.

O que os professores disseram

“O que é a extorsão afetiva? A outra pessoa que se aproveita do afeto, do amor da outra, ela percebe que a outra ama demais, a outra se importa mais, a outra faz tudo pelo relacionamento. Então ela pensa assim, ‘eu vou ficar aqui e tirar o máximo que eu puder dessa pessoa’. Isso pode incluir materialmente, financeiramente e também afetivamente. A extorsão afetiva quer dizer você engana a pessoa e rouba dela o sentimento dela para se beneficiar. E muitas pessoas que estão em um relacionamento assim são extorquidas todos os dias por causa do amor que têm pelo outro”, explicou Renato.

“Você não está necessariamente no relacionamento com a pessoa, mas você vive em função daquela pessoa, que não se compromete com você nunca. Ela sempre fala para você assim ‘não quero nada sério, mas vamos ter assim um momento legal junto’. E como ela sabe que você sempre aceita e você fica ali na esperança de quem, sabe um dia essa pessoa vai me amar, então ela se aproveita (…) só que isso não é amor”, acrescentou Cristiane.

“O amor verdadeiro, saudável, ele é mantido pelo equilíbrio, os dois andam juntos, lado a lado. Não tem um que é mais, não tem um que é menos, não tem um que faz mais, um que faz menos, os dois colocam toda força no relacionamento. E eu não estou falando aqui de divisão de tarefas domésticas, estou falando de empenho”, pontuou Renato.

Assista ao vídeo abaixo e saiba mais sobre o assunto

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Colaborador

Redação / Foto: Istock