Rede aleluia
São Paulo
Centro-Oeste
Distrito Federal
Brasília
Goiás
AnápolisGoiânia
Mato Grosso
Cuiabá
Mato Grosso do Sul
Campo Grande
Nordeste
Alagoas
Maceió
Bahia
Feira de SantanaIlhéusItabunaSalvador
Ceará
Fortaleza
Maranhão
São Luís
Paraíba
João Pessoa
Pernambuco
Recife
Piauí
Teresina
Rio Grande do Norte
Natal
Sergipe
Aracaju
Norte
Acre
Rio Branco
Amapá
Macapá
Amazonas
Manaus
Pará
Belém
Rondônia
Porto Velho
Roraima
Boa Vista
Tocantins
Palmas
Sudeste
Espírito Santo
Vitória
Minas Gerais
Belo HorizonteJuiz de ForaUberlândia
Rio de Janeiro
Angra dos ReisBarra MansaCabo FrioCampos dos GoytacazesMacaéRio de JaneiroVolta Redonda
São Paulo
AraçatubaAraraquaraBauruCampinasCatanduvaFrancaJaúJundiaíLimeiraMaríliaPiracicabaPresidente PrudenteRibeirão PretoSantosSão CarlosSão João da Boa VistaSão José do Rio PretoSão José dos CamposSão PauloSorocabaTaubatéVotuporanga
Sul
Paraná
CascavelCuritibaFoz do IguaçuLondrinaMaringáPonta Grossa
Rio Grande do Sul
PelotasPorto AlegreRio GrandeSanta Maria
Santa Catarina
BlumenauCriciúmaFlorianópolis

Notícias | 3 de novembro de 2019 - 00:05


Evite acidentes dentro de casa

Casos recentes de crianças afogadas em baldes reacende alerta para pais e responsáveis. Saiba como tornar os ambientes mais seguros para os pequenos

No dia 12 de outubro, uma menina de um ano e quatro meses morreu depois de cair dentro de um balde com água e se afogar. O acidente aconteceu em Guarapari, no Espírito Santo, e é mais comum do que se imagina. Em setembro, uma criança de um ano e nove meses morreu afogada em um balde que estava dentro de um banheiro na cidade de Jundiaí, em São Paulo. Em agosto, outra criança de um ano e seis meses também faleceu por afogamento em um balde em Palmeira, no Paraná.

Todo cuidado é pouco quando se trata de crianças, especialmente nos primeiros anos de vida. Eduarda Marsili, gestora de projetos da organização Criança Segura, destaca que as crianças de zero a quatro são mais suscetíveis, pois a estrutura do corpo delas é mais delicada e mais frágil e nem todos os seu ossos estão formados.

“A criança vê o mundo de uma forma mais lúdica e não tem noção do perigo. Além disso, a cabeça pesa mais do que a do adulto, ela representa 25% do peso corporal, o que faz com que a criança ande de um jeito diferente e sempre caia com a cabeça. Por isso é tão perigoso o afogamento: a criança não tem toda a estrutura do pescoço formada e não tem força nem discernimento para levantar. Bastam 2,5 centímetros de água para ocorrer um afogamento”, alerta.

Mortes
Os acidentes são a principal causa de morte de crianças de um a 14 anos no Brasil. Em 2017, os afogamentos representaram a segunda causa de morte mais comum nessa faixa etária, sendo responsáveis por 26,1% dos casos. Já os acidentes de trânsito ocuparam a primeira posição, com 32,5% das mortes. A sufocação ficou em terceiro lugar, com índice de 21,2% das mortes.

A cada ano, cerca de 3,6 mil crianças brasileiras morrem e outras 111 mil são hospitalizadas por causa de acidentes, segundo levantamento da Criança Segura feito a partir de dados do Ministério da Saúde.

Até as crianças maiores precisam de cuidados especiais. “Mesmo aos 14 anos, a criança ainda tem uma visão de mundo diferente e a maturidade não acompanha seu tamanho. Crianças são distraídas e não têm noção do perigoso. Por isso, pais e responsáveis devem protegê-las em todas as fases e dar o exemplo, respeitando regras de segurança”, esclarece Eduarda.


  • Rê Campbell / Arte: Éder Santos 


reportar erro