“Eu não agia com confiança”
A enfermeira Claudia Medeiros só conseguiu superar o vazio em sua vida amorosa quando tomou uma atitude de fé
Atitudes sem fé não produzem resultados e ainda aumentam a frustração. Foi exatamente essa lição que a enfermeira Claudia Medeiros, de 46 anos, aprendeu na prática. Ela começou a participar das palestras da Terapia do Amor ainda muito jovem, mas ficou por mais de 10 anos sem ter resultado prático em sua vida. “Eu era muito ansiosa e acabava investindo nas pessoas erradas”, resume.
Diante das frustrações, Claudia desenvolveu uma certa apatia. A prova disso estava na forma como ela usava o aplicativo de relacionamento Quero Te Conhecer. Claudia criou um perfil, mas, por dois anos, limitou-se a observar. “Achava que só estar lá já era suficiente”, diz. Curtidas vinham, mas ela não as correspondia. “Essa mesma postura se repetia nos encontros presenciais. Eu ia à Hora dos Solteiros e ficava no meu canto. Se tivesse alguma dinâmica, eu não participava”, revela.
Ação sem fé é igual a vida vazia
A mudança começou com uma decisão: “Eu percebi que o tempo estava passando e estar ali ou não estar era a mesma coisa porque eu não agia com confiança”. Claudia, então, fez o voto com Deus para que suas atitudes fossem tomadas com confiança, apegando-se à frase ‘Não aceite o vazio onde Deus prometeu encher’, que ouvira durante uma Fogueira Santa. Seis dias depois, ela recebeu uma curtida no aplicativo. Era do advogado Carlos Sérgio de Medeiros, de 57 anos.
Desta vez, Claudia não ignorou a curtida. Ela avaliou o perfil dele considerando que podia ser a resposta do seu voto. “Eu não tive medo de iniciar a conversa, porque o perfil já me passou segurança de quem ele era”, conta.
Curado e disposto
Carlos chegou à Terapia do Amor após o fim de um casamento. “Ali diagnostiquei que o meu problema foi não dar atenção à minha família e colocar o trabalho acima dela. Precisei enxergar e consertar meus erros para não repeti-los”, conta. Carlos só entrou no aplicativo quando se sentiu preparado.
Ela estava na Bahia, e ele, em São Paulo, mas, apesar da distância, a conexão foi imediata. Chamadas de vídeo e momentos de oração aproximaram o casal. “Conversávamos sobre tudo, inclusive sobre nossas falhas e aprendizados”, diz ela. Nesse período, eles leram os livros Namoro Blindado e Casamento Blindado.
Após quatro meses, Carlos foi até a Bahia, já com um par de alianças, para conhecer pessoalmente Claudia e a família. O namoro começou junto com o noivado. Seis meses depois, eles se casaram e hoje vivem em São Paulo. “Nosso casamento tem muito diálogo, muita transparência. Apesar das bagagens, estamos aprendendo dia após dia e está uma bênção”, diz Claudia.
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