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Notícias | 11 de outubro de 2020 - 00:05


E se a sua vida recomeçasse agora?

Voltar à estaca zero não é fácil, mas você não precisa ficar estagnado. Saiba o que fazer

E se a sua vida recomeçasse agora?

Muitas pessoas têm enfrentado um grande dilema a respeito de como seguir em frente depois de o mundo praticamente ter parado por conta da pandemia do novo coronavírus. A quarentena e o isolamento social afetaram todas as áreas da vida (financeira, familiar, a saúde, entre outras). Para muitos, as mudanças trouxeram a necessidade de recomeçar.

Quem já viveu este tipo de situação, não importa o momento ou a razão que levou a ela, teve que aprender ao longo do caminho como se reerguer. Mas a pergunta é: como fazer isso quando se está perdido e desorientado? É possível?

Novas escolhas
Recomeçar sempre é mais difícil do que começar. E como fazer isso quando a queda, o fracasso, vem depois de decisões erradas? Normalmente, a pessoa que passa por isso paga um alto preço por suas escolhas, como explica o Bispo Edir Macedo em seu blog.

Situações que não se solucionam geram perturbações, angústia e uma terrível sensação de fracasso. Muitas pessoas carregam esse peso por anos e anos e só têm um desejo: recomeçar. Elas pensam: ‘ah, se eu pudesse nascer de novo, fazer novas escolhas’”.

No entanto, de acordo com a Palavra de Deus, isso pode acontecer. O livro de Gênesis mostra que o próprio Deus decidiu dar uma nova chance à Humanidade e recomeçou o mundo após o dilúvio. Além disso, diversas outras passagens bíblicas revelam como o Altíssimo permitiu que as pessoas recomeçassem suas vidas.

Mas para que aquele que se encontra nessa situação tenha sucesso nessa caminhada é preciso que tome uma atitude e é necessário que se alie ao Único que não falha: o Senhor Jesus.
Essa reportagem traz histórias de pessoas que tiveram que recomeçar e que só conseguiram fazer isso com a ajuda do Alto.

Rejeitada após doença
A professora Regiane Figueredo Santos, (foto abaixo) de 32 anos, conhece o trabalho da Universal desde a infância. Ela conta que apesar disso não estava firme na Fé. “Eu ia na Igreja por ir, mas não colocava nada do que ouvia ali em prática”. Ela relata que começou a namorar aos 18 anos com um rapaz que também frequentava a Igreja, mas que, assim como ela, não tinha se entregado de fato a Deus.

O namoro, que já não era muito bom, passou por momentos difíceis quando o pai dela faleceu. Regiane passou a ter depressão e teve vitiligo, uma doença cutânea que causa a perda gradativa da pigmentação da pele e gera manchas esbranquiçadas por todo o corpo. Todo aquele sofrimento fez com que ela se tornasse uma mulher ciumenta e possessiva. Ela e o namorado passaram a se agredir verbal e fisicamente.

Regiane recorda que o rapaz quis terminar, mas ela implorou para que ficassem juntos. “Apesar de estar em um relacionamento conturbado, me ajoelhei diante dele para que voltasse e ele aceitou. A partir daí começamos os preparativos para o casamento, chá de cozinha, bufê, etc. Quando faltava um mês para a cerimônia, ele disse que não me queria mais.”

Depois de sete anos de relacionamento, a justificativa dele para o término foi de que temia que os futuros filhos deles nascessem com a mesma doença de Regiane.

A vida acabou
Regiane revela que ouvir isso a levou ao fundo do poço. Para ela, a vida tinha acabado. “Depois do fim do relacionamento, minha insegurança cresceu muito. Eu achava que não conseguiria ninguém”. Depois disso, ela tentou o suicídio três vezes. Na última delas, já prestes a se jogar de uma ponte, ela destaca que pediu socorro para Deus. “Eu tinha consciência que se eu tirasse minha própria vida iria para o inferno, então pedi a Deus que Ele me desse uma nova chance.”

Naquele momento, Regiane recebeu uma mensagem no celular de uma obreira voluntária da Universal. Ela decidiu ir imediatamente para a Igreja. Ao chegar, ela conversou com um pastor e decidiu que queria recomeçar seu relacionamento com Deus. “Eu tinha 26 anos, fazia pouco tempo que tinha perdido um longo relacionamento e ainda sofria por isso. Contudo entendi que, quando conhecesse o Senhor Jesus de fato e de verdade, poderia ter uma vida mil vezes melhor do que a que eu tinha.”

Desde então, Regiane permanece na Presença de Deus, ouve e obedece as direções passadas na Universal. Ela diz que Deus realmente restaurou sua vida amorosa. Ela conheceu o despachante de cargas Luan Figueredo Santos da Silva, de 27 anos, com que namorou dois anos e há dois meses estão casados. “Hoje eu sou extremamente feliz porque me aliei com o Único que é capaz de dar muito mais do que aquilo que perdemos.”

Infância destruída
Como recomeçar depois de quase uma vida toda de sofrimento? O controlador de acesso Anderson Pabio dos Santos Lisboa, de 29 anos, sabe muito bem o que é isso. Ele afirma que desde pequeno tinha uma vida infeliz. “Eu era espancado pelo meu pai desde os 5 anos.”

Anderson relembra que um dia seu pai estava bêbado e começou a bater em sua mãe. Ele, que tinha sete anos, foi à cozinha, pegou uma faca e esfaqueou o pai, que revidou a agressão com uma facada nele. Depois desse episódio, Anderson passou a ter depressão. Sua mãe se separou de seu pai, mas isso não foi suficiente para que ele esquecesse a raiva que sentia dele.

Anderson começou a se automutilar. Essa ação durou da adolescência até os 22 anos. Por conta da tristeza que carregava, seu único desejo era morrer. Ele fez sete tentativas de suicídio. “Já fiz de tudo para tentar tirar minha vida e também me machucava fisicamente por causa do sofrimento interno. Eu sentia muito ódio. Cheguei a ponto de tentar assassinar meus pais enquanto eles estavam dormindo e por isso fugi de casa. Fiquei quatro anos afastado da família”.

A ficha caiu
Anderson relata que certa ocasião sentiu pela primeira vez medo de que algo ruim lhe acontecesse. “Uma noite na balada eu arrumei uma briga com pessoas ligadas ao crime e elas me juraram de morte.”

Aquela situação o deixou sem saída. Desesperado, Anderson entrou no banheiro da balada, dobrou os joelhos e pediu para que Deus o livrasse daquilo. Depois disso ele conseguiu sair sem ser notado, mas esse fato não fez com que ele decidisse estabelecer um relacionamento com Deus. Foi necessário que ele chegasse mais fundo. “Em uma madrugada tive uma parada cardíaca e senti muitos demônios vindo buscar a minha alma. Eu não podia vê-los, mas sentia a presença deles. Vinte minutos depois entrei em óbito, fiquei 40 minutos morto e fui levado ao Hospital Bom Clima, em Guarulhos.”

A mãe de Anderson buscava pela transformação de vida do filho nas reuniões da Universal e pediu a Deus por ele. “Naquela madrugada eu entrei morto no hospital e saí pela porta da frente andando. Eu vi que Deus era o Único que podia me ajudar, pois vi a fé da minha mãe realizar o impossível.”

Anderson passou a frequentar a Universal e não demorou muito para se libertar e ser batizado com o Espírito Santo. Faz seis anos que ele serve a Deus. “Eu achava que para mim não tinha mais jeito, mas Deus me deu a oportunidade de escrever uma nova história.”

Como se levantar?
A autônoma Viviane Gonçalves, (foto abaixo) de 39 anos, também decidiu buscar uma nova chance. Ela, que conhece o trabalho da Igreja há 20 anos e está como obreira há 18, relata que somente se interessou pela vida financeira há pouco mais de dois anos quando enfrentou problemas nesta área. “Eu estava com uma empresa à beira da falência. Eu trabalhava com venda de roupas, as coisas não deram certo e cheguei ao fundo do poço quando fiquei com R$ 64 mil de dívidas”.

Diante dessa dificuldade, Viviane só tinha uma alternativa: recomeçar do zero. Ela recorda que reconheceu que o seu problema não era abrir outro negócio, mas com quem ela faria parceria para alcançar o sucesso. “Eu nunca levei a sério a reunião do Congresso para o Sucesso Financeiro e, apesar de ir à Igreja, eu fazia tudo do meu jeito. Aos olhos humanos era impossível recomeçar algo profissionalmente falando. A melhor saída seria trabalhar para os outros. Foi quando me revoltei. Eu não aceitava aquela humilhação.”

A escolha
Viviane passou a frequentar as reuniões e pediu a Deus que lhe desse uma chance de recomeçar. “Eu já tinha errado uma vez como empresária e não poderia errar de novo. O Espírito Santo foi me dando direção sobre o que eu poderia fazer para sair daquela situação. Aí tive a ideia de começar a trabalhar com bolos, doces e salgados.”

Viviane explica que não tinha ideia de como começar o negócio e precisou ter coragem e fé. Ela foi vendendo seus produtos aos poucos para conhecidos e parentes. Depois começou a vendê-los on-line e, em seguida, ampliou sua linha e passou a oferecer kit festa.

O projeto começou em 2019 e foi crescendo paulatinamente. “Eu via Deus me ajudando a recomeçar com o dom que Ele mesmo me deu.”

No entanto ela argumenta que com a pandemia se sentiu ameaçada, mas confiou em Deus. “Em vez do isolamento prejudicar o meu trabalho, passei a vender como nunca. Nos finais de semana, tenho pedidos para 12 a 15 festas. Meus clientes me procuram e já me pagam antecipadamente. Vejo Deus me honrando.”

Viviane quitou sua dívida e, além disso, está ampliando seu espaço de trabalho, pois ele ficou pequeno diante de tantos pedidos. “Não foi fácil. Certos dias eu pensava em desistir, mas a cada manhã Deus me dava forças. Ele é Deus de renovo”, finaliza.

Deus recomeça
Caro leitor, talvez você pense que o ano acabou e que nada mais pode ser feito para mudar sua situação. Seu maior desejo é recomeçar, mas você não sabe como fazer isso? A cada amanhecer, Deus dá uma nova chance de recomeço ao homem e a isso chamamos de Sua bondade e fidelidade contínuas. As Escrituras Sagradas descrevem em Lamentações 3.22-23: “As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim; Novas são cada manhã; grande é a tua fidelidade.”

Se o próprio Deus recomeça todos os dias, por que você também não pode se levantar e sair desse cenário de fracasso? Ele lhe dá forças para seguir em frente! Recomece hoje procurando a Universal mais próxima de você. Confira os endereços na página 32 ou acesse universal.org/localizar.


E se a sua vida recomeçasse agora?
  • Maiara Máximo / Fotos: Arquivo pessoal, Cedidas e Demetrio Koch 


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