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Notícias | 12 de fevereiro de 2020 - 13:26


Cristão-evangélico: você tem assumido a fé em Jesus Cristo no seu dia a dia?

Muitas pessoas se sentem intimidadas em falar abertamente sobre Cristo

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em todo o País, a quantidade de evangélicos aumentou em 61%. Esta informação nos faz pensar sobre a importância de se assumir a fé no dia a dia. Porque muitas pessoas ficam receosas de contar para amigos e conhecidos que são cristãs.

Entretanto, ao longo do Novo Testamento, vemos que os discípulos do Senhor Jesus, mesmo em meio às perseguições, não ocultavam das pessoas o motivo de suas alegrias (1 Pedro 3:15).

“Eu conhecia colegas que eram da Igreja Universal”

Um dos principais ambientes em que a crença cristã, por vezes, é questionada tem sido a área da saúde. Só para ilustrar, há profissionais que questionam o poder da cura pela fé. Outro exemplo é quando um médico evangélico pode se sentir intimidado pelo possível mau julgamento por parte dos colegas de trabalho.

Quando ainda estudava em uma universidade federal, Julia Barbi Melim Marques (foto ao lado) era um dos exemplos sobre este tipo de resistência contra a fé.

“Dentro da faculdade de medicina, eu conhecia colegas que eram da Igreja Universal. E eu gostava muito delas, a gente trocava muitas ideias. Mas quando elas falavam em ‘igreja’, eu pensava: ‘Não, espera aí’. Porque eu tinha muito preconceito”, relembra.

Entretanto, a médica se recorda que dentro de si havia a vontade de alcançar uma paz interior. Nesse ínterim, a convivência com as colegas de sala fez com que aumentasse nela o desejo de viver em comunhão com Deus: “Essas minhas colegas falavam de Deus como quem falava de um amigo próximo. Alguém que estava sempre presente no dia a dia”.

Foi então, que Julia aceitou o convite para participar de um encontro na Universal. De 2007 para cá, ela foi se desenvolvendo na fé, recebeu o batismo no Espírito Santo e vive a realização pessoal que tanto queria.

O bom exemplo é a melhor evangelização

Para Julia, o melhor tipo de evangelização no ambiente de trabalho é a prática da verdadeira atitude cristã.

“Penso que devemos viver a nossa fé no dia a dia por meio das nossas atitudes e comportamentos. Desta forma, as pessoas ao nosso redor, no ambiente de trabalho, podem perceber a paz de Deus por meio das nossas vidas. Quando temos um comportamento adequado, não nos envolvemos em fofocas, não aceitamos coisas erradas, por exemplo, já estamos mostrando que temos padrões elevados. Não com orgulho, como quem se acha melhor do que outras pessoas, mas sempre com humildade e respeito por todos”, aconselha Julia.

A médica acrescenta que o importante é se relacionar bem com as pessoas, sem negar os princípios e valores da Bíblia. Ou seja, ter uma postura equilibrada diante das situações diárias.

Ambiente de estudos

Outro espaço em que muitas pessoas sentem dificuldades em se manterem íntegras à fé é no ambiente de estudos. Graduando em Letras, Kaique Ferreira (foto ao lado) atesta este fato. Durante o período da faculdade, ele recebeu muitos convites para festas e envolvimentos com amizades nocivas para os valores bíblicos. Por isso, ele deixava a sua fé bem clara para os colegas de sala.

“A maioria dos trabalhos e das atividades acadêmicas envolvem discussões e seminários em grupo. Não tive outra escolha a não ser me enturmar. Mas entendi que deveria me preservar, saber filtrar os grupos de que eu faria parte e quais eram também os meus limites. Em alguns casos, eu afirmei ser cristão e disse que não participaria. Em outros, eu não precisei falar, porque as pessoas já sabiam qual era a minha fé e respeitavam as minhas convicções”, relembra Kaique.

O jovem acrescenta que, por causa disso, ele era aberto para conversar com os colegas sobre a fé quando havia situação para isso: “No meu dia a dia, sempre estive disposto a ouvir meus colegas. Principalmente, quando estavam esgotados e com aflição. Eu também os orientava, quer fosse com uma palavra de fé ou os motivando”.

Para os estudantes evangélicos, Kaique aconselha: “O ambiente universitário não precisa ser um lugar tóxico, onde o cristão deve se isolar de tudo e de todos. Pelo contrário, deve ser um lugar onde a pessoa tem a oportunidade de exalar a essência de Cristo e ser a fonte de águas vivas que o Senhor Jesus disse (João 4:14). É claro, será necessário saber filtrar as companhias e recusar convites, preservando a fé a todo instante”.

Fé e profissão

Igualmente, a rotina militar envolve muitos desafios inerentes às atividades. Então, como conciliar a fé com as necessidades do trabalho? Para o Major Roni Negreiros (foto ao lado), a fé vem para somar, ajudando a pessoa a ter uma atuação ainda melhor no dia a dia.

“Eu preciso ter o conhecimento técnico para a minha profissão, ou seja, o conhecimento das leis para praticar a justiça. Mas também ter fé. Porque acima da capacidade humana tem o poder de Deus para livrar a pessoa de problemas. A fé, nesta profissão, não é um freio para que a pessoa deixe de fazer o que ela precisa fazer. O policial tem todas as suas ações fundamentadas na lei. A fé tem outro fundamento: ela torna o policial mais equilibrado, com mais domínio próprio e com confiança em Deus de que ele será guardado diante de um perigo maior. E por integridade ao temor a Deus, ele ficará afastado de danos, como, por exemplo, da corrupção ou do desvio de conduta”, explica o Major Roni.

Assim, vale acrescentar que o Senhor Jesus, certa vez, disse: “Vós sois a luz do mundo…” Mateus 5:14

Portanto, é muito importante que os seguidores de Jesus Cristo vivam uma fé prática em suas atividades diárias e revelem para o mundo a glória de Deus.


  • Daniel Cruz / Fotos: Cedidas 


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