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Notícias | 27 de Novembro de 2022 - 00:05


Criatura ou filho: quem você é diante de Deus?

Não basta conhecer a Bíblia ou frequentar uma igreja para ter o direito de ser Filho de Deus. Veja o que é preciso fazer

Criatura ou filho: quem você é diante de Deus?

Neste ano, o mundo alcançou a marca de 8 bilhões de habitantes. São pessoas que vivem em diversos países, têm as mais diferentes culturas e possuem características individuais, mas têm algo em comum: são criaturas projetadas por Deus.

Apesar de muitos tratarem os termos criatura e filho como semelhantes, há uma diferença gigantesca entre eles.

Enquanto a criatura é definida pelo dicionário como “pessoa ou coisa que resulta de um ato de criação”, o filho é “um descendente”, carrega consigo o DNA dos pais, ou seja, os traços genéticos, físicos e até comportamentais deles.

No livro de Gênesis, a Bíblia relata que Deus criou Adão à Sua imagem e semelhança, com a capacidade de se reproduzir e gerar outros humanos com as características que recebeu. “Ao pecar, porém, ele perdeu essa perfeição e passou a gerar seres humanos conforme a natureza pecaminosa. Os filhos de Adão e Eva, então, já não tinham mais a semelhança de Deus, como no início, e sim a dos seus pais”, explica o Bispo Edir Macedo  no livro O Ministério do Espírito Santo.

Com isso, o que era mau e pecaminoso passou a sobressair, enquanto a comunhão com Deus foi deixada de lado, a ponto de o homem perder a essência de seu Criador. Dessa forma, fica claro que, apesar de todos serem criaturas de Deus, nem todos são Seus Filhos. Assim como para ser filho de alguém é preciso nascer dessa pessoa, “para ser Filho de Deus tem que nascer de Deus”, observou o Bispo Renato Cardoso em uma recente reunião no Templo de Salomão, em São Paulo.

De criatura a Filho
O Senhor Jesus é descrito na Bíblia como o Filho unigênito de Deus, ou seja, o Seu Filho único, mas, ao vir à Terra em forma humana e sacrificar a Sua vida no Calvário, Ele deu a todos a chance de se tornarem também Filhos de Deus, como descrito em João 1.11-12: “Veio para o que era seu, e os seus não o receberam. Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que creem no seu nome”.

Crer no Senhor Jesus não é só afirmar que Ele foi enviado por Deus à Terra para livrar o homem do pecado e salvar sua alma, mas é algo que se materializa no dia a dia por meio da obediência à Palavra de Deus. Nela, Jesus revela o passo a passo para ser considerado um Filho legítimo do Altíssimo e, nessa trajetória, está o Novo Nascimento.

Em uma conversa com Nicodemos, fariseu que dominava a Lei, o Senhor Jesus deixou claro que para entrar no Reino dos Céus era preciso nascer de novo. Com sua mente humana, Nicodemos questionou: “… Como pode um homem nascer, sendo velho? Pode, porventura, tornar a entrar no ventre de sua mãe, e nascer?” Jesus respondeu: “Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no Reino de Deus” (João 3.4-5).

Quando uma pessoa passa a ter contato com a Palavra de Deus, um novo mundo se abre para ela: o espiritual. Ela crê nessa Palavra, manifesta a fé e entende a importância de se batizar nas águas e de priorizar o recebimento do Espírito Santo, deixando de ser apenas uma criatura de Deus para se tornar herdeira dEle, não só aqui na Terra, mas por toda a Eternidade. “Essa pessoa muda o seu interior, a sua natureza. O DNA dela, espiritualmente falando, muda. Fisicamente ela ainda é filha dos seus genitores, mas a sua alma e o seu espírito foram transformados. Ela tem o DNA do Pai”, destacou o Bispo Renato.

Ser filho não é ser religioso
Infelizmente, muitos estão há anos na igreja e ainda não tiveram essa transformação promovida pelo Próprio Deus. São pessoas que não entenderam a grandeza do que é proposto pelo Senhor Jesus e continuam com os olhos naquilo que consideram importante apenas para a vida terrena, como a restauração do casamento, a regeneração do filho ou a prosperidade. Elas “veem a igreja como um lugar para resolver problemas e não entendem que o maior problema é que elas ainda não se tornaram Filhas de Deus”, disse o Bispo Renato.

E os sinais dessa atitude são claros, afinal quem não é nascido de Deus continua apresentando características de sua natureza humana e carnal, como se prostituir, guardar mágoa, adulterar, mentir, etc. Era essa a situação em que os fariseus religiosos no tempo de Jesus estavam. Repletos de conhecimentos, leis e até de vestes que os diferenciavam, eles se consideravam filhos de Abraão, mas estavam tão distantes de Deus que foram chamados de “filhos do diabo” pelo Próprio Senhor Jesus (João 8.44).

Em contrapartida, um pecador como Zaqueu, chefe dos publicanos, chamou a atenção dEle por sua sinceridade e sede de mudar de vida. Ele não só subiu em uma árvore para vê-Lo, mas também O recebeu alegremente e decidiu se redimir de tudo que tinha feito de errado, ao que Jesus lhe disse: “Hoje houve salvação a esta casa, pois também este é filho de Abraão” (Lucas 19.9).

De fato, conforme reforçou o Bispo Renato, “ser Filho de Deus não é você ter conhecimentos bíblicos, frequentar uma igreja, saber das histórias bíblicas, nem simplesmente ter bons princípios morais e um bom caráter. Assim como você pega uma criança e vê nela os traços dos pais, ser Filha de Deus também significa ter a imagem e a semelhança dEle em nós. Em todos os sentidos, nós somos uma extensão de Deus nesta Terra”.

Direitos e deveres
Como Filhos, temos o dever e o prazer de honrar o Pai e isso acontece por meio de nossas atitudes e de nossos pensamentos. “Quem nasce de novo recebe, além do passaporte para a vida eterna, a capacidade de usar a sua vida e os seus talentos neste mundo para glorificar o seu Senhor. O nascido de novo conhece a razão da sua existência, que é honrar a Deus, servindo-O com seus dons”, explica o Bispo Macedo. Afinal, ao receber o Espírito Santo, é como se o homem recebesse a mente de Deus, passando, então, a ser guiado e consolado por Ele, como lhe foi prometido e está descrito em João 14.26: “Mas aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito”.

Fé condicionada às bênçãos
Como Deus é Luz, aqueles que estão longe dEle vivem na escuridão e não conseguem enxergar as consequências de suas escolhas. Foi com uma completa cegueira espiritual que Stéphany Rodrigues, (foto abaixo) de 27 anos, conheceu a fé. Ao longo da infância, ela conviveu com o alcoolismo de seu pai e, apesar do sofrimento, o mesmo espírito dos vícios que havia nele guiou a sua adolescência. “Na escola, conheci as drogas e me afundei nos vícios ao usar maconha, cocaína e lança-perfume. Além disso, eu tinha ataques convulsivos, a vida amorosa destruída, não falava com a minha mãe e estava envolvida com o crime. Tudo estava de cabeça para baixo”, comenta.

Aos 16 anos, Stéphany engravidou, o que mexeu com seu interior. A falta de condições psicológicas e emocionais para criar a criança na época a levou a aceitar a proposta de um casal que queria adotar o bebê. “Meu pior momento foi quando me dei conta do que tinha acontecido: eu não tinha mais meu filho nem contato com a minha família. Eu estava completamente sozinha”, diz.

Apesar da sensação de abandono, Stéphany contava com as orações e os propósitos que sua mãe fazia por ela na Universal. “Minha mãe pediu para que uma pessoa me convidasse para ir a uma reunião na igreja e eu fui bastante resistente, até que vi que era minha única alternativa e aceitei o convite. A igreja representava um pedido de socorro, pois eu não aguentava mais viver com aquele peso dentro de mim”, comenta.

Com o uso da fé, ela conseguiu algumas mudanças, como a cura dos ataques convulsivos e a libertação dos vícios, mas o Espírito Santo não era sua prioridade: “mesmo sabendo que eu precisava me tornar Filha de Deus, o meu primeiro voto em uma Fogueira Santa foi para realizar um desejo imediato, que era ter o meu filho de volta”.

Foi preciso perder o processo de guarda da criança para que Stéphany percebesse que no trono do seu coração estava o menino. “Eu entendi que não podia condicionar a minha vida com Deus a bênçãos externas. Então, quando obtive essa consciência, me entreguei no Altar pela minha vida espiritual”, esclarece.

A mudança de rumo, no entanto, não foi fácil e dependeu de determinação: “humanamente falando, era impossível eu abrir mão da vontade de ter meu filho de volta, mas, quando entreguei essa situação e toda a minha vida a Deus com sinceridade, Ele veio sobre mim. Me libertei daquele peso e nunca mais sofri pelas escolhas do passado. Deus me fez uma nova pessoa, uma Filha dEle”, relata.

Ela diz que recebeu a chance de reescrever sua história: ela voltou a conviver com sua mãe, passou a ter contato com o filho e a família que o adotou e se libertou completamente dos vícios, da criminalidade e dos problemas de saúde. “É como se eu fosse outra pessoa no mesmo corpo. Hoje tenho prazer de honrar a Deus com minhas atitudes, condutas e intenções”, conclui.

Mudança de perspectiva
“Antes de ter o Espírito Santo eu não me considerava nem um ser humano”, afirma Adalton Alves de Souza, (foto abaixo) de 59 anos, quando olha para o seu passado. Ele é chefe de portaria e passou cerca de três décadas convivendo com diversos tipos de vício. “Eu fumava, usava cocaína e bebia. Além disso, dediquei muitos anos ao jogo. Cheguei a vender uma casa e perdi todo o dinheiro no jogo. Por causa disso, estraguei minha saúde e a minha família”, relata.

O início dessa fase de perdas ocorreu em razão da influência de amigos que lhe sugeriram aquelas atitudes como a solução para seu estresse diário. No entanto, essa decisão acabou se tornando um peso ao longo dos anos. “Nessa época, eu já era casado, minha filha era pequena e, apesar de não entender muito, ela também sofria. Eu não tinha paz, não conseguia dormir e ainda tinha síndrome do pânico. Minha vida era de total tormento”, detalha.

Nesse período, a credibilidade de Adalton era nula. As pessoas que estavam ao seu redor não acreditavam que ele conseguiria mudar o rumo de sua vida e, além disso, um problema de saúde tirou o seu chão. “Estourou uma úlcera em mim e fui desenganado pelos médicos. Quando fui para o hospital, eu pesava 39 quilos. Fiz a cirurgia e a única pessoa que acreditou que eu pudesse ficar bem era a minha esposa, que lutava por mim na Universal”, diz.

Ele conta que, na época, a igreja era motivo de briga entre o casal. “Eu tinha raiva e detestava a Universal. Quando minha esposa voltava de lá, eu arrumava confusão, mas, ao me recuperar da cirurgia, reconheci que precisava mudar e comecei a frequentar a igreja.” Ele ressalta que as primeiras reuniões foram decisivas para sua fé: “eu, que achava que nunca conseguiria mais nada, quando ouvi a Palavra de Deus, fiquei cheio de uma força que não sabia que existia”.

A decisão de reescrever sua história foi seguida pelo batismo nas águas e pelo abandono de velhos hábitos e crenças. A partir daí, ele se dedicou ao Espírito Santo. “Na Fogueira Santa, eu fui para o Altar com toda a minha vida e abri mão de tudo que eu vivia. Eu não tinha nada de valor muito alto, mas ofertei a mim mesmo e coloquei ali meu coração. Eu determinei que dali em diante eu obedeceria à Palavra de Deus.”

O Altar dividiu a história de Adalton em um antes e um depois. O homem viciado, endividado e considerado um caso perdido hoje não depende mais de drogas nem de jogos e carrega o DNA de Filho de Deus. “Hoje eu tenho vida, uma família maravilhosa e posso dizer que sei o que é ter paz. O Espírito Santo me mudou de dentro para fora e hoje reconheço que não sou nada sem Ele”, finaliza.

Perigos do comodismo
Atualmente, muitas pessoas tentam provar que são felizes por meio das redes sociais. Só que nelas as fotos mostram sorrisos que escondem muitos problemas. Cheia de amigos, Evelyn Nunes, (foto abaixo) de 24 anos, escondia um lado sombrio: o vício em drogas e a automutilação. “Meu primeiro contato com isso foi com dez anos, na escola. No fundo, mesmo muito nova, eu queria acabar com a minha vida.”

Aparentemente, não tinha nada que explicasse o que acontecia no interior de Evelyn: “eu me sentia muito vazia, tinha complexo de inferioridade e pensava que nunca seria feliz. Convivi com esse peso ao longo de oito anos”. Ela conta que acreditava que a solução para resolver sua dor na alma seria a morte. “Eu tentei o suicídio várias vezes, me cortando de forma profunda. Ali na hora, quando me automutilava, aquele sofrimento passava, mas depois voltava ainda pior”.

Vivendo inúmeros conflitos, Evelyn engravidou e passou a ser ainda mais atormentada pelos pensamentos de morte. “Para que minha filha não passasse pelos mesmos problemas que eu, eu pensava em matá-la primeiro e depois me matar”, comenta. Naquele período, a depressão já tinha tomado conta de toda a sua rotina, a ponto dela não tomar banho nem se arrumar, mas um convite para ir à Universal deu início à sua mudança.

“No primeiro dia que fui à igreja, vi que o meu problema era espiritual e, então, comecei a usar a minha fé. Me libertei dos vícios e comecei a me envolver com o trabalho social da igreja. Mesmo sem ter o Espírito Santo, eu me dedicava tanto que achava que era o suficiente, só que minha vida ainda não era a de uma Filha de Deus.”

Assim, Evelyn ficou um ano e meio frequentando a igreja e ouvindo falar da importância do Novo Nascimento, mas sem ter interesse de realmente nascer de novo. “Eu estava completamente acomodada quando ouvi o testemunho de uma pessoa que tinha recebido o Espírito Santo depois de um mês buscando-O e aquilo me despertou. Então, me entreguei no Altar com todas as minhas manias e sentimentos e, mesmo tendo outros problemas, priorizei a área espiritual. Eu sabia que precisava de Deus mais do que tudo”, revela.

Pouco depois de cumprir seu voto no Altar, Evelyn recebeu o direito de ser chamada Filha de Deus: “eu nasci de novo. Quem me vê hoje não consegue ver nada do que eu fui um dia. Meu jeito de falar, me comportar e me vestir mudou. Não tenho mais vícios, ansiedade e depressão, amo a minha filha e trabalho, ou seja, Deus fez de mim uma nova pessoa. Consigo ser quem realmente sou pela graça do Espírito Santo em mim e hoje a minha maior riqueza é a certeza da Salvação”, encerra.

Coloque em prática
Cada uma dessas histórias tem aspectos particulares, mas demonstram a importância de priorizar o Espírito Santo mesmo em meio aos mais variados problemas. O mundo pode não entender, mas, quando a Presença de Deus e a paz proporcionada por Ele estão dentro da pessoa, todo o resto se encaixa de forma natural, pois Ele Próprio vai à frente de Seu Filho e faz dele uma referência.

O Bispo Macedo esclarece esse ponto: “do lado prático, a vida de quem foi regenerado emana o bem, seu comportamento é irrepreensível, os seus relacionamentos são saudáveis e sua aparência se torna um referencial. Ele não vive de altos e baixos na fé”. Diante de tudo isso, responda sinceramente: você é só uma criatura ou pode ser considerado um Filho de Deus?

A Universal está vivendo o propósito da Fogueira Santa dos Filhos de Deus.

Trata-se de uma oportunidade para os que querem e creem no direito de chamar o Criador de Pai e os que já vivem essa experiência poderem aprofundá-la ainda mais, cobrando seus direitos de Filho. Saiba mais na Universal mais próxima de você (veja os endereços em universal.org.br/localizar).


Criatura ou filho: quem você é diante de Deus?
  • Cinthia Cardoso 


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