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Notícias | 13 de setembro de 2020 - 00:05


Consumo de cigarro aumenta na pandemia

Conheça a história de quem se livrou deste mal

Consumo de cigarro aumenta na pandemia

As consequências da pandemia de Covid-19 continuam reverberando na vida de todos. Não bastasse o elevado número de casos e de mortes, ela também está influenciando na adoção de hábitos nada saudáveis pela população brasileira. De acordo com a Pesquisa de Comportamentos da Fundação Oswaldo Cruz, realizada em parceria com a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o consumo de cigarros no Brasil aumentou.

Entre os dias 24 de abril e 8 de maio, o estudo ouviu 44.062 brasileiros, de ambos os sexos, de todos os níveis de escolaridade e de todas as faixas etárias a partir de 18 anos. Entre os resultados destacam-se que 12% disseram ser fumantes e 34,3% dos que se declararam fumantes passaram a fumar mais. Outros 22,8% aumentaram o consumo em dez cigarros; 6,4%, em até cinco; e 5,1%, em 20 ou mais.

Entre as mulheres, a elevação foi maior: 29,1% delas fumaram mais de dez cigarros ao dia, contra 17,3% dos homens.

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), o tabaco causa diferentes tipos de inflamação e prejudica os mecanismos de defesa do organismo. Outra consequência é que os fumantes têm maior risco de infecções por vírus, bactérias e fungos e costumam também ser acometidos, com maior frequência, por infecções como sinusites, traqueobronquites, pneumonias e tuberculose.

Segundo o Inca, o consumo do cigarro também é a principal causa de câncer de pulmão e contribui intensamente para a doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), além de ser fator de risco para a Covid-19. A Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que cerca de 8 milhões de pessoas morrem anualmente em decorrência do fumo. Quase 1 milhão delas são fumantes passivos.

Embora exista tratamento, o tabagismo é um mal que ainda não tem cura pela medicina. Para o Bispo Edir Macedo, isso acontece porque todo vício é um problema espiritual. “É por isso que se diz ‘não tem cura’, porque, humanamente falando, não tem cura. Você não pode tratar o vício humanamente falando se a origem dele é espiritual, mas, quando se trata no espiritual, se encontra a cura. Somente quando a pessoa trata o problema do vício no nível espiritual ele pode ser definitivamente resolvido”, reitera.

A vendedora Fabiana Santana, (foto abaixo) de 35 anos, moradora da capital paulista, sofreu por conta do vício em cigarro. “Comecei a fumar com 12 anos. Aprendi na escola com outras meninas. Elas levavam cigarros e nós fumávamos escondidas no banheiro. Logo comecei a comprar cigarro avulso, depois passei para o maço e também comecei a beber. Do cigarro cheguei na maconha rapidamente”, revela.

De acordo com Fabiana, ela passou 17 anos viciada. “Consegui parar durante um tempo, mas não tinha força para ficar totalmente livre.

Nas baladas, eu fumava de dois a três maços por noite. Quando eu acordava pela manhã, a primeira coisa que eu fazia era pegar um cigarro. Quando me sentia estressada, eu já acendia um cigarro. Era um vício incontrolável, mais forte do que eu”, avalia.

A vida de Fabiana em relação aos vícios só começou a mudar quando ela recebeu um convite para ir à Universal. “Eu não era da Igreja. Foi por meio de um amigo que falou que funcionava e eu fui sem nenhuma expectativa. Comecei a frequentar o Tratamento para Cura dos Vícios. Fiz uma oração sincera e no primeiro dia tomei a decisão de jogar a carteira de cigarro no lixo. Como eu não tinha nada a perder, comecei a obedecer ao que era dito.”

Antes de conhecer o tratamento da Universal, Fabiana pensava que morreria com esse vício: “nos primeiros dias, eu já não tinha mais vontade de fumar. Uma vez, eu coloquei o cigarro na boca e comecei a tossir sem conseguir terminá-lo. Eu entendi que era preciso lutar contra ele. Aprendi que se era um espírito que estava causando o meu mal, ele teria que sair do meu corpo”.

Ela diz que o vício a fez perder a confiança da família. “Eu gastava dinheiro com drogas e cachaça. Nem meus filhos acreditavam mais em mim, pois eu passava a noite fumando e bebendo. O vício acabou com a minha vida. Eu tentava preencher um vazio com algo que era prazeroso, mas só naquela hora. Agora já são dois anos e três meses sem fumar nem beber. Tenho nojo do cigarro e hoje ajudo pessoas que têm esses problemas. Graças a Deus, fui transformada de dentro para fora”, afirma.

Se você precisa de ajuda, participe do Tratamento para Cura dos Vício, que acontece aos domingos em diversos templos da Universal. Encontre o endereço mais próximo na página 32 ou acesse universal.org/localizar.


Consumo de cigarro aumenta na pandemia
  • Eduardo Prestes / Foto: Getty Images e Demetrio Koch 


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