Aumenta procura por medicamentos para insônia, estresse e depressão
A pandemia da COVID-19 tem afetado também a saúde mental das pessoas. O que fazer?
Segundo o Sindicato das Farmácias de Mato Grosso (Sincofarma-MT) ocorreu um aumento de 22%, entre março e junho, na venda de medicamentos para insônia, estresse e depressão, apontou o portal de notícias do centro oeste O Livre. O resultado reflete o crescimento de problemas emocionais na sociedade, ao longo do período pandêmico da COVID-19.
Entretanto, o Sincofarma de São Paulo faz um alerta de que o uso indiscriminado de medicamentos pode prejudicar o funcionamento adequado dos órgãos do corpo humano. Por exemplo, podem surgir problemas nos rins e no fígado.
Organizações preocupadas
No mês de maio deste ano, a Organização das Nações Unidas (ONU) já havia destacado uma preocupação com relação à saúde mental da população no mundo todo, por causa dos possíveis efeitos colaterais da pandemia do novo coronavírus.
Igualmente a Organização Mundial da Saúde (OMS) abordou sobre o tema: “O impacto da pandemia na saúde mental das pessoas já é extremamente preocupante. O isolamento social, o medo de contágio e a perda de membros da família são agravados pelo sofrimento causado pela perda de renda e, muitas vezes, de emprego”, explicou o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.
Dor na alma
Contudo, é importante observar que a depressão, o estresse, a ansiedade, entre outros males emocionais são doenças originadas na alma da pessoa.
Os medicamentos atuam na parte física, portanto, eles não são capazes de atuar no vazio interior que a pessoa sente. Por isso, é necessário que a pessoa busque também por ajuda espiritual.
Participe, ainda hoje, dos encontros que ocorrem no Templo de Salomão ou em uma Universal mais próxima de você (consulte o endereço aqui). Inclusive, sempre às terças-feiras, acontece uma reunião especial de cura: a Corrente dos 70. Não deixe de comparecer em um dos templos.
English
Espanhol
Italiano
Haiti
Francês
Russo