Rede aleluia
Atividade essencial, igreja não poderá ser fechada em pandemias ou catástrofes naturais
São Paulo
Centro-Oeste
Distrito Federal
Brasília
Goiás
AnápolisGoiânia
Mato Grosso
Cuiabá
Mato Grosso do Sul
Campo Grande
Nordeste
Alagoas
Maceió
Bahia
Feira de SantanaIlhéusItabunaSalvador
Ceará
Fortaleza
Maranhão
São Luís
Paraíba
João Pessoa
Pernambuco
Recife
Piauí
Teresina
Rio Grande do Norte
Natal
Sergipe
Aracaju
Norte
Acre
Rio Branco
Amapá
Macapá
Amazonas
Manaus
Pará
Belém
Rondônia
Porto Velho
Roraima
Boa Vista
Tocantins
Palmas
Sudeste
Espírito Santo
Vitória
Minas Gerais
Belo HorizonteJuiz de ForaUberlândia
Rio de Janeiro
Angra dos ReisBarra MansaCampos dos GoytacazesMacaéRio de JaneiroVolta RedondaCabo Frio
São Paulo
AraçatubaAraraquaraBauruCampinasCatanduvaFrancaJaúJundiaíLimeiraMaríliaPiracicabaPraia GrandePresidente PrudenteRibeirão PretoSantosSão CarlosSão João da Boa VistaSão José do Rio PretoSão José dos CamposSão PauloSorocabaTaubatéVotuporanga
Sul
Paraná
CascavelCuritibaFoz do IguaçuLondrinaMaringáPonta Grossa
Rio Grande do Sul
PelotasPorto AlegreRio GrandeSanta Maria
Santa Catarina
BlumenauCriciúmaFlorianópolis

Notícias | 10 de janeiro de 2021 - 11:03


Atividade essencial, igreja não poderá ser fechada em pandemias ou catástrofes naturais

Projeto de lei paulista garante templos abertos para oferecer conforto espiritual e ajuda humanitária no estado; Universal socorreu 17,5 milhões em 2020.

Atividade essencial, igreja não poderá ser fechada em pandemias ou catástrofes naturais

A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) encaminhou para sanção do governador João Dória o Projeto de Lei 299/2020, que reconhece como essenciais “as atividades religiosas realizadas nos seus respectivos templos, e fora deles”. De acordo com a nova norma, as atividades das igrejas devem ser mantidas “em tempos de crises oriundas de moléstias contagiosas, epidemias, pandemias ou catástrofes naturais”.

Em 2020, as igrejas enfrentaram severas limitações impostas para o funcionamento dos templos em decorrência da pandemia do novo coronavírus. Algumas autoridades estaduais e municipais chegaram a determinar o fechamento de estabelecimentos religiosos por longos períodos.

De autoria dos deputados Gilmaci Santos (Republicanos) e Gil Diniz (sem partido), a lei permitirá que as igrejas continuem oferecendo conforto espiritual e ajuda humanitária à sociedade, mesmo durante calamidades públicas e emergências sanitárias.

Segundo a justificativa do projeto de lei  aprovado na Alesp, “a fé exerce papel fundamental como fator de equilíbrio psicoemocional à população”. Sua função tem papel indiscutivelmente relevante no atendimento e promoção da dignidade da pessoa humana, princípio de direito fundamental do ser humano”.

A nova norma também cita a ajuda das igrejas na arrecadação e distribuição de alimentos, água, roupas e itens de higiene pessoal.

No ano passado, mesmo com todas restrições impostas, os 14 programas sociais mantidos pela Igreja Universal do Reino de Deus ofereceram ajuda humanitária aos segmentos mais atingidos pela crise provocada pelo novo coronavírus. Foram 17,5 milhões de beneficiados, no Brasil e em mais 109 países.

Para entrar em vigor, a nova lei  precisa ser sancionada pelo governador de São Paulo.

UNIcom — Departamento de Comunicação Social e de Relações Institucionais da Universal


Atividade essencial, igreja não poderá ser fechada em pandemias ou catástrofes naturais
  • Unicom / Foto: Demetrio Koch 


reportar erro